{"id":676,"date":"2015-10-05T14:11:44","date_gmt":"2015-10-05T14:11:44","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=676"},"modified":"2015-10-05T14:20:52","modified_gmt":"2015-10-05T14:20:52","slug":"artigo3","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-133-setembro-de-2015\/artigo3\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\" align=\"center\">Apiterapia<\/h1>\n<p align=\"justify\"><em>Dr. Mikhael de Mattos Marques<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-677\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia-300x200.jpg\" alt=\"FiguraApiterapia\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia-300x200.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia-150x100.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia-500x334.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/FiguraApiterapia.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A Apiterapia (api = abelha) representa o uso medicinal dos produtos (mel, p\u00f3len, pr\u00f3polis, geleia real, cera e veneno) da abelha dom\u00e9stica (Apis mellifera). Tem sido praticada desde tempos imemoriais. Os eg\u00edpcios usavam o mel como agente desinfetante em aplica\u00e7\u00f5es externas, os chineses relataram seu uso h\u00e1 mais de 3.000 a.C., Hip\u00f3crates recomendava o mel como medicamento universal e seu colega Galeno escreveu sobre tratamento com o veneno da abelha Apis mellifera, Carlos Magno, no s\u00e9culo VIII, foi tratado com ferroada de abelha para combater inflama\u00e7\u00f5es articulares, Dr. Samuel Hahnemann, fundador da Homeopatia, em 1779, anexou a Apis mellifera no seu repert\u00f3rio medicamentoso; e atualmente \u00e9 muito praticada no leste europeu, tanto que no Congresso Internacional de Apiterapia, realizado anualmente na Alemanha (Passau), recebe cada vez mais interessados nessa antiga arte de curar.<\/p>\n<p align=\"justify\">Muitos profissionais da sa\u00fade come\u00e7am a usar a Apiterapia e alguns nomes est\u00e3o consagrados: Dr. Theodore Cherbuliez, presidente da American Apitherapy Society, Dr. Stefan Stangaciu, presidente da Sociedade de Apiterapia Alema e Romena e Luiz Pereira da Silva, o Tim, famoso e conceituado Apiterapeuta de Juiz de Fora.<\/p>\n<p align=\"justify\">No mundo moderno o veneno da abelha dom\u00e9stica encontrou largo emprego no tratamento da artrite reumatoide e de outras doen\u00e7as inflamat\u00f3rias e degenerativas. Com rela\u00e7\u00e3o ao veneno da abelha, pode ser usada na forma injet\u00e1vel ou via oral, tamb\u00e9m nos medicamentos homeop\u00e1ticos, antropos\u00f3ficos e homotoxicol\u00f3gicos. Muitos insetos t\u00eam aguilh\u00f5es venenosos, mas devido ao fato da abelha ter sido domesticada, \u00e9 f\u00e1cil seu manejo. Cerca de 95% da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 al\u00e9rgica \u00e0 picada de abelha, \u00e9 a vespa que normalmente causa rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas. A primeira aplica\u00e7\u00e3o, quando o paciente n\u00e3o teve contato pr\u00e9vio com o veneno, \u00e9 segura, uma semana depois pede-se o exame de sangue com a dosagem de IgE espec\u00edfico para veneno da abelha, com o objetivo de avaliar se o paciente poder\u00e1 ou n\u00e3o continuar com o tratamento. No caso de se obter resultado deste exame muito alterado, procede-se \u00e0 dessensibiliza\u00e7\u00e3o com Apis e Aurum, v.o., desintoxica\u00e7\u00e3o e creme com veneno de abelha. Rudolf Steiner recomendou o \u201cuso de mel para idosos e para crian\u00e7as raqu\u00edticas\u201d1 e o \u201cveneno de abelha para pessoas com a Organiza\u00e7\u00e3o do Eu enfraquecida\u201d2, como para pacientes com \u201cgota\u201d3, \u201creumatismo\u201d4 e \u201cproblemas cardiol\u00f3gicos\u201d5.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>VENENO<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><em>Todas as subst\u00e2ncias<\/em><br \/>\n<em> s\u00e3o ao mesmo tempo:<\/em><\/p>\n<p align=\"center\"><em>veneno e medicamento; depende apenas<\/em><br \/>\n<em> da dose administrada<\/em><\/p>\n<p align=\"center\"><em>Paracelsus<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">A jovem abelha oper\u00e1ria que acaba de sair de seu alv\u00e9olo \u00e9 quase desprovida de veneno (apitoxina). Progressivamente, a sua reserva de veneno aumenta e atinge o seu m\u00e1ximo com a idade de 15 dias.<\/p>\n<p align=\"justify\">Segundo Steiner seria insensato sonhar com uma medicina at\u00f3xica, pois at\u00e9 a alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 a passagem<\/p>\n<p align=\"justify\">do ritmo de uma intoxica\u00e7\u00e3o leve a uma desintoxica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">Pelo tempo de uso da Apiterapia, v\u00e1rios pesquisadores j\u00e1 demonstraram que \u00e9 poss\u00edvel reverter a evolu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias doen\u00e7as, sem ocorr\u00eancia de efeitos colaterais. Mesmo nesta Cl\u00ednica Antropos\u00f3fica, com pouco tempo de uso, os resultados tem sido promissores, com muitos casos cl\u00ednicos resolvidos, como tratamento complementar \u00e0 conduta cl\u00e1ssica medicamentosa.<\/p>\n<p align=\"justify\">O veneno da abelha apresenta mais de 70 componentes, sendo alguns dados relevantes: 100 vezes mais potente como anti-inflamat\u00f3rio do que a hidrocortisona, em testes realizados em ratos com artrite (Nature, Nov. 1974), maior efeito anti-inflamat\u00f3rio que a ciclofosfamida (Weissman) e no caso da esclerose m\u00faltipla, h\u00e1 melhora cl\u00ednica ou estagna\u00e7ao da doen\u00e7a. O n\u00famero de sess\u00f5es de aplica\u00e7\u00f5es depende da doen\u00e7a do paciente e do estadiamento da doen\u00e7a. Eis alguns componentes mais conceituados:<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Melitina:<\/strong> \u00e9 um pept\u00eddeo biologicamente ativo, respons\u00e1vel por mais de 50% dos componentes do veneno. \u00c9 o gerador da inflama\u00e7\u00e3o, abaixa a PA (press\u00e3o arterial) e previne a coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. \u00c9 bactericida e imunoestimulador. Mesmo sobre o sistema nervoso central, em pequenas doses, atua como anti-inflamat\u00f3rio. Apresenta citotoxicidade acentuada em c\u00e9lulas cancer\u00edgenas. Estimula a pituit\u00e1ria a liberar ACTH, a qual estimula as supra-renais a produzir cortisona. \u00c9 a respons\u00e1vel pela dor e prurido.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Apamina:<\/strong> bloqueia os canais de c\u00e1lcio dependente de pot\u00e1ssio. Refor\u00e7a a transmiss\u00e3o sin\u00e1ptica a longo prazo.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Hialuronidase:<\/strong> dissolve o \u00e1cido hialur\u00f4nico que liga as c\u00e9lulas, tornando assim mais perme\u00e1vel o tecido ou o espa\u00e7o extra-celular, no sentido de facilitar o transporte de subst\u00e2ncias curativas e a elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos ou das subst\u00e2ncias t\u00f3xicas da \u00e1rea afetada.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Dopamina (neurotransmissor):<\/strong> aumenta a atividade motora e prazer. Dopamina \u00e9 deficiente no Parkinson e excessiva no psic\u00f3tico. Juntamente com a serotonina e outras catecolaminas est\u00e3o relacionadas com a depress\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Adolapina:<\/strong> tem a\u00e7\u00e3o analg\u00e9sica.<\/p>\n<p align=\"justify\">Etc.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>As indica\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas para seu uso:<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Pele:<\/strong> eczema, psor\u00edase, \u00falceras t\u00f3picas, verrugas.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Virais:<\/strong> herpes simples, verrugas, HIV.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Reumatol\u00f3gicas:<\/strong> artrite reumat\u00f3ide, artrite traum\u00e1tica, espondilite, artrite psori\u00e1tica, bursite.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Cardiovascular:<\/strong> hipertens\u00e3o, aterosclerose, varizes.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Pulmonar:<\/strong> DPOC, asma, bronquite.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Sistema Auditivo:<\/strong> otoesclerose.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Ortopedia:<\/strong> estimula a osteog\u00eanese<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Psicologiagia:<\/strong> ansiedade, depress\u00e3o e p\u00e2nico.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Sistema nervoso:<\/strong> analg\u00e9sico.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Anti-cancer\u00edgeno:<\/strong> imunoestimulante e agente protetor contra o Raio X (Shipman, publicado na revista Nature, 1974)<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>P\u00d3LEN<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O P\u00f3len corresponde ao gameta masculino das flores, coletado pelas abelhas que o armazena em suas corb\u00edculas (reservat\u00f3rio em forma de concha localizado no \u00faltimo par de patas) e o transportam para a colm\u00e9ia.<\/p>\n<p align=\"justify\">O p\u00f3len cont\u00e9m todos amino\u00e1cidos essenciais \u00e0 vida humana. \u201cA apar\u00eancia do p\u00f3len \u00e9 a de um p\u00f3 muito fino e colorido, de odor e sabor caracter\u00edsticos de cada esp\u00e9cie vegetal. Est\u00e3o presentes nas anteras das flores, onde existem dezenas e at\u00e9 centenas de gr\u00e3os microsc\u00f3picos. A forma, o tamanho e o desenho da camada externa chamada exina \u00e9 padr\u00e3o para cada esp\u00e9cie vegetal. Ou seja, ele pode ser usado para identificar o mel da abelhas, observando-se o p\u00f3len retirado de amostras de mel em l\u00e2minas para microscopia\u201d.6<\/p>\n<p align=\"justify\">O p\u00f3len absorve muito agrot\u00f3xicos, fertilizantes, pesticidas, por isso torna-se fundamental utilizar um p\u00f3len que seja coletado em \u00e1rea que nao seja tratada com esses produtos. Como garantia usamos o p\u00f3len organico, da MN Pr\u00f3polis\u00ae.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>MEL<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Arist\u00f3teles disse que \u201co mel \u00e9 uma subst\u00e2ncia que cai do ar, sobretudo por altura do nascimento dos astros e quando se forma o arco-\u00edris. Em geral n\u00e3o h\u00e1 mel antes do nascer das Pl\u00eaiades\u201d7. O mel \u00e9 proveniente do nectar das flores que s\u00e3o coletados pelas abelhas e levado \u00e0 colm\u00e9ia. Depois \u00e9 passado de abelha a abelha, sendo esse processo necess\u00e1rio para retirada da \u00e1gua e adi\u00e7\u00e3o de enzimas, principalmente a invertase, que transforma \u00be da sacarose inicial nos a\u00e7\u00facares glicose e frutose; ou seja, s\u00e3o transformados carboidratos complexos em simples. Quando esse processo termina as abelhas o estocam nos favos, estruturas hexagonais formadas de cera e continuam acrescentando enzimas e retirando \u00e1gua, at\u00e9 que o mel esteja \u201emaduro\u201f. S\u00f3 ent\u00e3o as abelhas fecham o favo com cera especial, o op\u00e9rculo. A colm\u00e9ia apresenta em seu interior uma temperatura constante em torno de 36oC e aus\u00eancia de luminosidade. Os apicultores coletam o mel maduro que est\u00e1 pronto para o consumo. O mel deve ser guardado em local fresco, n\u00e3o acima de 36oC e no escuro, pois \u00e9 foto-termosens\u00edvel. Ele tende a cristalizar, dependendo de sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica (quanto mais sais minerais, glicose e menos frutose, o mel tende a se cristalizar mais facilmente). Se sofre aquecimento, libera Hidro Metil Fulfural (HMF), que \u00e9 a hidr\u00f3lise da frutose e a perda das demais caracter\u00edsticas qu\u00edmicas do mel, incluindo a desnatura\u00e7\u00e3o da invertase. Muitos usu\u00e1rios e apicultores aquecem o mel para torn\u00e1-lo l\u00edquido, mas isso pode ser considerado \u201eum crime\u201f com esse alimento dos Deuses. Por isso damos preferencia para m\u00e9is n\u00e3o aquecidos, nem filtrados sob press\u00e3o; org\u00e2nico.<\/p>\n<p align=\"justify\">\u201cAo ingerir mel de abelha, os senhores recebem dentro de si uma enorme fonte fortalecedora\u201d8. E finaliza: \u201co veneno de abelha \u00e9 um curativo extraordin\u00e1rio\u201d9.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Notas<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">1 &#8211; Steiner, 2005, p.75.<\/p>\n<p align=\"justify\">2 &#8211; Idem, p.136.<\/p>\n<p align=\"justify\">3 &#8211; Idem, p.137.<\/p>\n<p align=\"justify\">4 &#8211; Idem, p.138.<\/p>\n<p align=\"justify\">5 &#8211; Idem, ibidem.<\/p>\n<p align=\"justify\">6 &#8211; Milfont, 2011, p.18.<\/p>\n<p align=\"justify\">7 &#8211; Arist\u00f3teles, 2008, p.238.<\/p>\n<p align=\"justify\">8 &#8211; Steiner, 2005, p.80.<\/p>\n<p align=\"justify\">9 &#8211; Idem,175.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Bibliografia Espec\u00edfica<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Arist\u00f3teles, Hist\u00f3ria dos Animais. Rio de Janeiro : Branca Vilallonga. 2008.<\/p>\n<p align=\"justify\">Brodman, J.B.V. The Natural Curative for Arthritis and Rheumatism. New York : Putman e Sons, 1962.<\/p>\n<p align=\"justify\">Chang, Y. H. e Bliven, M. L. Agents Actions,9:205-11.1979.<\/p>\n<p align=\"justify\">Eiseman, J.L. et al. Biochem. Pharm., 31: 1139-46. 1982.<\/p>\n<p align=\"justify\">Milfont, M.O. P\u00f3len ap\u00edcola. Vi\u00e7osa : Aprenda F\u00e1cil, 2011.<\/p>\n<p align=\"justify\">P\u00e4unescu, C. Rev Chir Oncol Radiol O R L Oftalmol Stomatol Otorinolaringol. 1982 Apr-Jun;27(2):137-42.<\/p>\n<p align=\"justify\">Schmidt, J.O. Toxicon, 33 (7) :917-27.1995).<\/p>\n<p align=\"justify\">Steiner, R., Abelhas, apicultura a partir do respeito pela vida, S\u00e3o Paulo : Micael, 2005<\/p>\n<p align=\"justify\">Steiner, R., Abelhas, apicultura a partir do respeito pela vida, S\u00e3o Paulo : Micael, 2005<\/p>\n<p align=\"justify\">Teles, Hist\u00f3ria dos Animais. Rio de Janeiro : Branca Vilallonga. 2008.<\/p>\n<p align=\"justify\">Brodman, J.B.V. The Natural Curative for Arthritis and Rheumatism. New York : Putman e Sons, 1962.<\/p>\n<p align=\"justify\">Chang, Y. H. e Bliven, M. L. Agents Actions,9:205-11.1979.<\/p>\n<p align=\"justify\">Eiseman, J.L. et al. Biochem. Pharm., 31: 1139-46. 1982.<\/p>\n<p align=\"justify\">Milfont, M.O. P\u00f3len ap\u00edcola. Vi\u00e7osa : Aprenda F\u00e1cil, 2011.<\/p>\n<p align=\"justify\">P\u00e4unescu, C. Rev Chir Oncol Radiol O R L Oftalmol Stomatol Otorinolaringol. 1982 Apr-Jun;27(2):137-42.<\/p>\n<p align=\"justify\">Schmidt, J.O. Toxicon, 33 (7) :917-27.1995).<\/p>\n<p align=\"justify\">Steiner, R., Abelhas, apicultura a partir do respeito pela vida, S\u00e3o Paulo : Micael, 2005.<\/p>\n<blockquote>\n<p align=\"justify\">Dr. Mikhael de Mattos Marques<\/p>\n<p align=\"justify\">Medicina Antropos\u00f3fica<\/p>\n<p align=\"justify\">Cl\u00ednica M\u00e9dica Vivenda Sant`Anna (32) 3231-1032<\/p>\n<p>Cl\u00ednica Dr Gustavo Vilela<br \/>\n(11) 2387-9006<\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apiterapia Dr. Mikhael de Mattos Marques A Apiterapia (api = abelha) representa o uso medicinal dos produtos (mel, p\u00f3len, pr\u00f3polis, geleia real, cera e veneno) da abelha dom\u00e9stica (Apis mellifera). 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