{"id":5565,"date":"2023-04-05T21:51:10","date_gmt":"2023-04-05T21:51:10","guid":{"rendered":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=5565"},"modified":"2023-04-05T21:51:10","modified_gmt":"2023-04-05T21:51:10","slug":"meliponicultura","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-170-marco-de-2023\/meliponicultura\/","title":{"rendered":"Meliponicultura"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">SEGREDOS NO MANEJO DAS CASTAS NAS ASF<\/h1>\n<blockquote><p>Prof. Harold Brand \u2013 Bi\u00f3logo \u2013 Geneticista (Titular aposentado da PUC) &#8211; Meliponicultor<\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5566\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1-300x147.jpg\" alt=\"Meliponiculturafig1\" width=\"300\" height=\"147\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1-300x147.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1-150x74.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1-500x246.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig1.jpg 951w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Tanto nas culturas de plantas como na cria\u00e7\u00e3o de animais a efici\u00eancia no manejo depende das aplica\u00e7\u00f5es do conhecimento em gen\u00e9tica, a meliponicultura em particular, n\u00e3o foge \u00e0 regra. Neste artigo, a minha proposta \u00e9 repassar o conhecimento dos pesquisadores que ao longo do tempo se dedicaram nas observa\u00e7\u00f5es e estudos na forma\u00e7\u00e3o das castas, mas tamb\u00e9m, a minha observa\u00e7\u00e3o na aplica\u00e7\u00e3o desses conhecimentos no manejo di\u00e1rio, como as 28 esp\u00e9cies de ASF do meu melipon\u00e1rio. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Muitos meliponicultores por falta de informa\u00e7\u00f5es, s\u00e3o malsucedidos ao dividirem as suas abelhas, ao ignorarem a aus\u00eancia de uma das castas em certas \u00e9pocas do ano, outros ao introduzirem abelhas ex\u00f3ticas ap\u00f3s algum tempo amargam a perda, h\u00e1 aqueles que desejam saber se os enxames naturais s\u00e3o melhores do que os produzidos artificialmente. Essas e muitas outras quest\u00f5es s\u00e3o intimamente relacionados aos mecanismos da forma\u00e7\u00e3o das castas nas Asf, o que se faz necess\u00e1rio esse conhecimento, aplicado ao manejo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os mecanismos gen\u00e9ticos na forma\u00e7\u00e3o das castas, seguem dois mecanismos distintos nas ASF e que ao mesmo tempo, s\u00e3o caracter\u00edsticas importante e diferentes entre as Trigonas e as Mel\u00edponas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Forma\u00e7\u00e3o de Princesas nas Trigonas<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A gera\u00e7\u00e3o de princesas nas Trigonas \u00e9 semelhante a abelha Apis, uma larva ao receber alimento em abund\u00e2ncia ir\u00e1 desenvolver os \u00f3rg\u00e3os reprodutivos. Toda a larva diploide, na sua programa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica tem as informa\u00e7\u00f5es para forma\u00e7\u00e3o de princesa, mas ir\u00e1 desenvolver, se tiver a quantidade de alimento adequado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Semelhan\u00e7a entre a Abelha Dom\u00e9stica (Apis) e as Trigonas.<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na abelha dom\u00e9stica (Apis), basta coletar qualquer larva (diploide) e coloc\u00e1-la em um alv\u00e9olo artificial com muita geleia real, para desenvolver uma princesa. Essa experi\u00eancia demonstra que, todas as larvas t\u00eam a mesma programa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para desenvolver uma princesa. Prova, o que restringe atividade desses genes limitados ao sexo \u00e9 a quest\u00e3o alimentar. Nas Trigonas a resposta gen\u00e9tica para o desenvolvimento dos \u00f3rg\u00e3os reprodutores femininos \u00e9 semelhante, a c\u00e1psula alveolar especial tem muito mais alimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Forma\u00e7\u00e3o de Princesas nas Meliponas<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"> Ao longo da hist\u00f3ria do conhecimento do g\u00eanero mel\u00edpona, dois pesquisadores se destacaram nas observa\u00e7\u00f5es e nas pesquisas da forma\u00e7\u00e3o das castas reprodutivas dessas abelhas, o naturalista alem\u00e3o Rudolf Von Ihering e o pesquisador brasileiro Warwick Estevan Kerr. (Nota: as suas publica\u00e7\u00f5es podem serem encontradas nos arquivos do (American Museu of Natural History).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>O Resumo Dessas Observa\u00e7\u00f5es e as Suas Aplica\u00e7\u00f5es para o Meliponicultor Atuante.<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>1 \u2013 A Forma\u00e7\u00e2o das Princesas n\u00e3o \u00e9 um Processo Continuo<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Realmente nos meus melipon\u00e1rios na capital mais fria do pa\u00eds, princesas s\u00e3o geradas entre os meses compreendidos de setembro a abril, muito raramente entre a outros meses. O que explicaria o fracasso ao tentar a divis\u00e3o a n\u00e3o observ\u00e2ncia desse calend\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>2 \u2013 N\u00e3o Existe um Local Espec\u00edfico no Disco de Cria Onde se Formam as Princesas<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os alv\u00e9olos onde est\u00e3o se desenvolvendo as futuras princesas \u00e9 completamente aleat\u00f3rio na sua distribui\u00e7\u00e3o no disco de cria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No disco de cria nascente \u00e9 f\u00e1cil identificar nas c\u00e1psulas alveolares as pupas princesas, elas t\u00eam cabe\u00e7as e olhos menores do que as oper\u00e1rias. Com essa t\u00e9cnica podemos demonstrar tamb\u00e9m que a posi\u00e7\u00e3o que ocupam no disco \u00e9 aleat\u00f3rio, n\u00e3o existe uma localiza\u00e7\u00e3o definida<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>3 \u2013 S\u00e3o Dois os Mecanismos Gen\u00e9ticos na Determina\u00e7\u00e3o das Castas, Princesas e Oper\u00e1rias<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Nas mel\u00edponas pequenas formam mais rainhas do que nas mel\u00edponas grandes. Nas mel\u00edponas pequenas, o processo \u00e9 regido por dois pares de genes limitados ao sexo, nas grandes por tr\u00eas, o que justifica a diferen\u00e7a num\u00e9rica na forma\u00e7\u00e3o de princesas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Propor\u00e7\u00e3o de Nascimento de Princesas;<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel\u00edponas grandes, como as uru\u00e7us a percentagem \u00e9 11 por cento de princesas. Mel\u00edponas pequenas, como a manduri a porcentagem \u00e9 25 por cento de princesas. Portanto, embora as diferen\u00e7as, em ambos os casos, o n\u00famero \u00e9 muito grande de princesas, particularmente nas pequenas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Nota:<\/b> importante para o meliponicultor: esse esquema funciona exemplarmente bem nas altas esta\u00e7\u00f5es florais, entretanto na aus\u00eancia e nas baixas floradas nascem poucas e mesmo nenhuma princesa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>4 \u2013 As Abelhas Eliminam Muitas Princesas no Nascimento ou Logo Ap\u00f3s Eclos\u00e3o<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"> <a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5567\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2-300x147.jpg\" alt=\"Meliponiculturafig2\" width=\"300\" height=\"147\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2-300x147.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2-150x74.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2-500x246.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig2.jpg 951w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Explica o fato de formarem muitas, mas avistamos poucas ao manej\u00e1-las. Entretanto fica uma d\u00favida n\u00e3o esclarecida pelos ilustres pesquisadores, se a morte de muitas princesas pelas oper\u00e1rias seria um mecanismo de sele\u00e7\u00e3o por parte das abelhas? Se afirma\u00e7\u00e3o for positiva, ou seja, deixam sobreviver as mais aptas, nesse caso devemos admitir que os enxames naturais s\u00e3o melhores geneticamente das feitas artificialmente pelo meliponicultor? <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"> As minhas experi\u00eancias com a abelha jata\u00ed mostram um indicativo que os enxames naturais capturados na \u00e1rea da abrang\u00eancia do melipon\u00e1rio, tem respostas adaptativas melhores do que os enxames obtidos por divis\u00f5es artificiais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>5 \u2013 Von Ihering<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Este iminente pesquisador alem\u00e3o que permaneceu no Brasil por muitos anos pelas suas observa\u00e7\u00f5es, postulava que a forma\u00e7\u00e3o de princesa e zang\u00e3o na mesma colmeia n\u00e3o coincide, o que, inviabiliza pela pr\u00f3pria natureza o cruzamento consangu\u00edneo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5568\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3-300x103.jpg\" alt=\"Meliponiculturafig3\" width=\"300\" height=\"103\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3-300x103.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3-150x52.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3-500x172.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig3.jpg 951w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Esse posicionamento do pesquisador explicaria a dificuldade de cria\u00e7\u00e3o das abelhas n\u00e3o end\u00eamicas. O meliponicultor ao introduzir uma fam\u00edlia ex\u00f3tica n\u00e3o consegue manter essas abelhas, pela impossibilidade em no decorrer do tempo, da mesma substituir a rainha fisiog\u00e1strica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Nota:<\/b> Portanto, \u00e9 de bom alvitre para o meliponicultor que pretenda introduzir uma esp\u00e9cie ex\u00f3tica inicie o seu projeto com muitas fam\u00edlias e de tempo em tempo troque disco de cria com outro meliponicultor que tenha a mesma esp\u00e9cie.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>6 \u2013 Tempo da Metamorfose<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Nos dois grupos de abelhas as bifatoriais e as trifatoriais as princesas eclodem antes das oper\u00e1rias (levam menos tempo na metamorfose).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">F\u00e1cil para o meliponicultor identific\u00e1-las ao e comparar as duas, a princesa \u00e9 menor e diferencia ainda da oper\u00e1ria pela cor mais escura do abd\u00f4men. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5569\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4-300x138.jpg\" alt=\"Meliponiculturafig4\" width=\"300\" height=\"138\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4-300x138.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4-150x69.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4-500x230.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Meliponiculturafig4.jpg 951w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Ao eclodir a princesa n\u00e3o est\u00e1 apta a fecunda\u00e7\u00e3o, levam v\u00e1rios dias ainda para desenvolver os \u00f3rg\u00e3os sexuais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Nota:<\/b> nas Trigonas as princesas levam mais tempo para nascer em rela\u00e7\u00e3o as oper\u00e1rias e j\u00e1 nascem com os \u00f3rg\u00e3os reprodutivos completos, portanto aptas a serem fecundadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Forma\u00e7\u00e3o do Zang\u00e3o<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A forma\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo irregular, tanto nas trigomas como nas mel\u00edponas, o mecanismo \u00e9 complexo pois al\u00e9m da rainha eles podem serem gerados tamb\u00e9m por algumas das oper\u00e1rias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b> Nota;<\/b> no m\u00eas de agosto somente poucas colmeias de manda\u00e7aia formam n\u00famero reduzidos de zang\u00f5es, mas, ir\u00e3o aumentando a quantidade at\u00e9 final do ver\u00e3o. No inverno a presen\u00e7a \u00e9 extremamente rara.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Lembrando ainda que o zang\u00e3o para se tornar macho f\u00e9rtil, deve partir da colmeia para desenvolver a sua sexualidade e nos meses frios sem abrigo das colmeias a press\u00e3o seletiva \u00e9 maior, s\u00f3 os bons sobrevivem, s\u00e3o verdadeiros m\u00e1rtires da sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Nota Final:<\/b> O meliponicultor poder\u00e1 facilmente identificar uma oper\u00e1ria ou princesa, basta escolher um disco nascente e retirar delicadamente a \u201ctampinha\u201d de uma c\u00e1psula alveolar e observar o tamanho da cabe\u00e7a e os olhos, na princesa ambos pequenos e nas oper\u00e1rias a cabe\u00e7a ocupa todo espa\u00e7o e olhos grandes.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SEGREDOS NO MANEJO DAS CASTAS NAS ASF Prof. Harold Brand \u2013 Bi\u00f3logo \u2013 Geneticista (Titular aposentado da PUC) &#8211; Meliponicultor Tanto nas culturas de plantas como na cria\u00e7\u00e3o de animais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"parent":5471,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-5565","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5565"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5565"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5565\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5571,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5565\/revisions\/5571"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5471"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5565"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}