{"id":5060,"date":"2022-08-10T21:48:57","date_gmt":"2022-08-10T21:48:57","guid":{"rendered":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=5060"},"modified":"2022-08-10T21:49:48","modified_gmt":"2022-08-10T21:49:48","slug":"artigo-4","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-167-julho-de-2022\/artigo-4\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">BEEBOOK \u2013 VOLUME II<\/h1>\n<p><i><b>\u00a0<\/b><\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">Standard methods for Apis mellifera Pest and Pathogen Research (M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa sobre Pestes<br \/>\ne Pat\u00f3genos em Apis mellifera).<\/div>\n<blockquote><p>Arthur Henrique Puccetti Nascimento<sup>1<\/sup> &amp; David De Jong<sup>2<\/sup><br \/>\n<sup>1<\/sup> Departamento de Biologia, Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras de Ribeir\u00e3o Preto, Universidade de S\u00e3o Paulo, Ribeir\u00e3o Preto, SP. E-mail: <a href=\"mailto:arthurhpn@usp.br\" target=\"_blank\">arthurhpn@usp.br<\/a><br \/>\n<sup>2<\/sup> Departamento de Gen\u00e9tica, Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto, Universidade de S\u00e3o Paulo, Ribeir\u00e3o Preto, SP. E-mail: <a href=\"mailto:ddjong@fmrp.usp.br\" target=\"_blank\">ddjong@fmrp.usp.br<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-5062\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook-300x267.png\" alt=\"beebook\" width=\"300\" height=\"267\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook-300x267.png 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook-150x134.png 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook-500x445.png 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/beebook.png 530w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>BEEBOOK volume II (livro online em ingl\u00eas) foi lan\u00e7ado no ano de 2013 e publicado pela revista Journal of Apicultural Research, dando continuidade \u00e0 s\u00e9rie de livros produzidos pela ONG COLOSS. O segundo volume contempla m\u00e9todos padr\u00e3o para a pesquisa de pat\u00f3genos que acometem a abelha Apis mellifera. Com 12 cap\u00edtulos, o leitor pode obter informa\u00e7\u00f5es a respeito de doen\u00e7as e pragas ap\u00edcolas, como por exemplo: Varroatose, Cria P\u00fatrida Americana, Cria Giz, Cria P\u00fatrida Europeia, Nosemose, entre outras. S\u00e3o descritos, al\u00e9m de caracter\u00edsticas sobre as patologias e seus agentes etiol\u00f3gicos, protocolos de preven\u00e7\u00e3o e tratamento, m\u00e9todos de an\u00e1lise de infesta\u00e7\u00e3o, ferramentas e softwares \u00fateis no trato com as pragas ap\u00edcolas. Material imprescind\u00edvel para profissionais e pesquisadores do ramo ap\u00edcola que buscam metodologias seguras e eficientes para lidar com os pat\u00f3genos que parasitam as abelhas do mel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A COLOSS, al\u00e9m de desenvolver todo o material, conseguiu verba da comunidade europeia para sua disponibiliza\u00e7\u00e3o gratuita no ambiente virtual, onde pode ser visualizado em acesso livre (open access) e baixado na \u00edntegra no site da COLOSS pelo link: https:\/\/coloss.org\/beebook\/volume-2\/, escritos na l\u00edngua inglesa, que \u00e9 o idioma padr\u00e3o na pesquisa cient\u00edfica. Todos os cap\u00edtulos t\u00eam m\u00faltiplos autores, cujos nomes podem ser vistos em cada um deles atrav\u00e9s dos links nas refer\u00eancias dos cap\u00edtulos a seguir. Aqui estamos incluindo uma explica\u00e7\u00e3o breve em portugu\u00eas sobre cada capitulo para facilitar pesquisas sobre os assuntos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">S\u00edntese e links dos cap\u00edtulos do BEEBOOK Volume II produzido pela ONG \u2013 COLOSS https:\/\/coloss.org\/<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Introdu\u00e7\u00e3o:<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Devido \u00e0 grande import\u00e2ncia que os pat\u00f3genos e pragas ap\u00edcolas exercem no bem-estar das abelhas, a demanda para um material t\u00e9cnico-cient\u00edfico para esclarecer, informar e instrumentalizar pesquisadores e apicultores foi o incentivo que motivou a COLOSS a desenvolver o livro digital BEEBOOK Vol. II. Somando esfor\u00e7os de 98 cientistas, de 22 pa\u00edses diferentes, o BEEBOOK Vol. II apresenta cerca de 500 protocolos com informa\u00e7\u00f5es e metodologias relativas a in\u00fameras patologias ap\u00edcolas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Dietemann V, Ellis J D &amp; Neumann P (2013) The COLOSS BEEBOOK Volume II, Standard methods for Apis mellifera pest and pathogen research: Introduction, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-4. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.16\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.16<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>CAP\u00cdTULOS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos epidemiol\u00f3gicos padr\u00e3o para compreender e melhorar a sa\u00fade da Apis mellifera<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Neste cap\u00edtulo, os autores descrevem m\u00e9todos e conceitos relevantes ao manejo de ninhos para prevenir e reduzir doen\u00e7as e perdas de colmeias. S\u00e3o apresentados os meios e custos para apicultores ou pesquisadores que desejam melhorar a sanidade das colmeias bem como os benef\u00edcios da utiliza\u00e7\u00e3o dos crit\u00e9rios de Hill, uma ferramenta estat\u00edstica que calcula a causalidade entre a exposi\u00e7\u00e3o a uma doen\u00e7a e a manifesta\u00e7\u00e3o da mesma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Engelsdorp D, Lengerich E, Spleen A, et al. (2013) Standard epidemiological methods to understand and improve Apis mellifera health, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-16. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.15\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.15<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos de pesquisa padr\u00e3o para estimar perdas de col\u00f4nias e fatores de risco explicativos em Apis mellifera<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">S\u00e3o apresentados m\u00e9todos de pesquisa e como produzir question\u00e1rios para avalia\u00e7\u00e3o de perdas de colmeias e an\u00e1lise de fatores de risco. Vantagens e desvantagens de variadas estrat\u00e9gias de coleta de dados s\u00e3o descritas e a utiliza\u00e7\u00e3o de softwares, como por exemplo o software R, s\u00e3o transmitidos para auxiliar na interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados relacionados a perdas de col\u00f4nias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Zee R, Gray A, Holzmann C, et al. (2013) Standard survey methods for estimating colony losses and explanatory risk factors in Apis mellifera, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-36. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.18\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.18<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa do pequeno besouro da colmeia<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os autores descrevem protocolos para a coleta, identifica\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o e experimenta\u00e7\u00e3o com o pequeno besouro da colmeia, Aethina tumida. Detalhes sobre o besouro incluem sua origem, h\u00e1bitos e controles realizados nos pa\u00edses onde este parasita se manifesta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Neumann P, Evans J D, Pettis J S, et al. (2013) Standard methods for small hive beetle research, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-32. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.19<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de \u00e1caros traqueais<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m de descrever caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas, h\u00e1bitos e origem do \u00e1caro endoparasita, Acarapis woodi, que se instala nas traqueias da abelha Apis mellifera, os autores tamb\u00e9m citam protocolos para a coleta, identifica\u00e7\u00e3o, medidas para avaliar infesta\u00e7\u00e3o, bem como m\u00e9todos de controle e estudo deste \u00e1caro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Sammataro D, Guzman L, George S, et al. (2013) Standard methods for tracheal mite research, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-20. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.20\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.20<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de \u00e1caros Tropilaelaps<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Neste cap\u00edtulo, s\u00e3o descritas caracter\u00edsticas sobre os \u00e1caros do g\u00eanero Tropilaelaps, ectoparasitas de abelhas do g\u00eanero Apis, como Apis laboriosa, A. dorsata, A. breviligula e A. mellifera. Os autores trazem informa\u00e7\u00f5es relativas \u00e0 morfologia, protocolos de coleta e identifica\u00e7\u00e3o, hist\u00f3rico da rela\u00e7\u00e3o parasit\u00e1ria com abelhas do g\u00eanero Apis, entre outras informa\u00e7\u00f5es. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Anderson D L &amp; Roberts J M K (2013) Standard methods for Tropilaelaps mites research, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-16. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.21\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.21<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de Varroa<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Considerado um dos parasitas da abelha Apis mellifera que causa mais danos \u00e0 apicultura, o \u00e1caro ectoparasita Varroa destructor \u00e9 amplamente estudado em v\u00e1rios pa\u00edses, disponibilizando, assim, variados protocolos de controle e pesquisa, situa\u00e7\u00e3o que para os autores deste cap\u00edtulo dificulta o entendimento deste parasita, pois com tantos m\u00e9todos diferentes, a compara\u00e7\u00e3o para an\u00e1lises se torna complexa. Assim, neste cap\u00edtulo, os autores trazem protocolos e metodologias para pesquisa, cria\u00e7\u00e3o, coleta, identifica\u00e7\u00e3o e controle que os mesmos consideram simples e acess\u00edveis para apicultores e pesquisadores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Dietemann V, Nazzi F, Martin S J, et al. (2013) Standard methods for varroa research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-54. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.09\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.09<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa da tra\u00e7a da cera<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Neste cap\u00edtulo, s\u00e3o descritas caracter\u00edsticas e ecologia da Grande Tra\u00e7a de Cera (Galleria mellonella) e da Pequena Tra\u00e7a de Cera (Achroia grisella), pestes que acometem colmeias de Apis mellifera por todo o globo. O leitor tamb\u00e9m encontra informa\u00e7\u00f5es sobre morfologia, h\u00e1bitos, protocolos de identifica\u00e7\u00e3o, quantifica\u00e7\u00e3o de danos, controle e cria\u00e7\u00e3o das tra\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Ellis J D, Graham J R &amp; Mortensen A (2013) Standard methods for wax moth research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-17. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.10\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.10<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de Cria P\u00fatrida Americana<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A Cria P\u00fatrida Americana \u00e9 uma das mais importantes pestes que acomete as abelhas Apis mellifera. Causada pela bact\u00e9ria gram-positiva, Paenibacillus larvae, e transmitida via esporos, infecta os imaturos da abelha causando s\u00e9rios danos \u00e0 apicultura. Neste cap\u00edtulo, os autores apresentam informa\u00e7\u00f5es e protocolos no trato com este parasita, t\u00e9cnicas de pesquisa em laborat\u00f3rio e controle bacteriano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Graaf D C, Alippi A M, Ant\u00fanez K, et al. (2013) Standard methods for American foulbrood research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-28. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.11\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.11<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de Cria P\u00fatrida Europeia<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Outra bacteriose ap\u00edcola comum \u00e9 a Cria P\u00fatrida Europeia, causada pela bact\u00e9ria gram-positiva n\u00e3o formadora de esporos, Melissocccus plutonius. Neste cap\u00edtulo, os autores descrevem as t\u00e9cnicas moleculares de identifica\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria, protocolos de cria\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio, informa\u00e7\u00f5es sobre o ciclo de vida nos hospedeiros, danos nas abelhas e m\u00e9todos de controle.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Forsgren E, Budge G E, Charri\u00e8re J D, et al. (2013) Standard methods for European foulbrood research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-14. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.12\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.12<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de doen\u00e7as f\u00fangicas de cria<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os autores descrevem neste cap\u00edtulo informa\u00e7\u00f5es sobre duas doen\u00e7as f\u00fangicas que acometem a cria das abelhas Apis mellifera, a Cria Giz, causada pelo fungo Ascosphaera apis, e a Cria Pedra, causada pelo fungo Aspergillus spp. No texto, o leitor encontra protocolos de identifica\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnicas de cria\u00e7\u00e3o dos fungos em laborat\u00f3rio, guias para pesquisa e controle das doen\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Jensen A B, Aronstein K, Flores J M, et al. (2013) Standard methods for fungal brood disease research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-20. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.13\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.13<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de Nosema<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Nosemose \u00e9 uma doen\u00e7a f\u00fangica que acomete as abelhas adultas da esp\u00e9cie Apis mellifera. A patologia pode ser causada pelos fungos Nosema apis e Nosema ceranae. Os autores, neste cap\u00edtulo, descrevem m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o de infesta\u00e7\u00e3o e danos nas abelhas, bem como protocolos de cria\u00e7\u00e3o dos fungos em laborat\u00f3rio e controle de infesta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Fries I, Chauzat M P, Chen Y P, et al. (2013) Standard methods for Nosema research, Journal of Apicultural Research, 52:1, 1-28. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.14\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.1.14<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa de v\u00edrus em Apis mellifera<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">J\u00e1 foram identificadas cerca de 24 viroses que acometem as abelhas Apis mellifera. As viroses ap\u00edcolas s\u00e3o amplamente estudadas em v\u00e1rios pa\u00edses. Neste cap\u00edtulo, os autores se concentram em transmitir m\u00e9todos de an\u00e1lise de propaga\u00e7\u00e3o e detec\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus, al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre os tipos de v\u00edrus parasitas das abelhas do mel. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Miranda J R, Bailey L, Ball B V, et al. (2013) Standard methods for virus research in Apis mellifera, Journal of Apicultural Research, 52:4, 1-56. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.22\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/doi.org\/10.3896\/IBRA.1.52.4.22<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BEEBOOK \u2013 VOLUME II \u00a0 Standard methods for Apis mellifera Pest and Pathogen Research (M\u00e9todos padr\u00e3o para pesquisa sobre Pestes e Pat\u00f3genos em Apis mellifera). 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