{"id":4546,"date":"2021-12-08T19:51:36","date_gmt":"2021-12-08T19:51:36","guid":{"rendered":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=4546"},"modified":"2021-12-08T19:58:25","modified_gmt":"2021-12-08T19:58:25","slug":"pasto-apicola","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-164-novembro-de-2021\/pasto-apicola\/","title":{"rendered":"Pasto Ap\u00edcola"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">MARGARID\u00c3O-BRANCO<br \/>\nMontanoa bipinnatifida C. Koch<br \/>\nMARGARID\u00c3O-AMARELO &#8211; Tithonia diversifolia Gray<\/h1>\n<blockquote><p>Dr. Jo\u00e3o Martins Ferreira \u00e9 Professor Titular da Universidade Paulista UNIP, Pesquisador junto \u00e0 Universidade de S\u00e3o Paulo, Jornalista e Apicultor.<br \/>\nSite: <a href=\"http:\/\/www.martinsferreira.net\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">martinsferreira.net<\/a> &#8211; Contato: <a href=\"mailto:martins_ferreira@hotmail.com\" target=\"_blank\">martins_ferreira@hotmail.com<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-4548\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto-300x204.jpg\" alt=\"Foto_1_Pasto\" width=\"300\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto-300x204.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto-150x102.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto-500x340.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_1_Pasto.jpg 774w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1 dois tipos de plantas no Brasil que popularmente s\u00e3o chamadas de \u201cMargarid\u00e3o\u201d, elas t\u00eam semelhan\u00e7as, por\u00e9m s\u00e3o esp\u00e9cies distintas. Com porte m\u00e9dio, elas se caracterizam como arbusto, ou pequena \u00e1rvore. Quando florescem, exibem ramos repletos de flores que t\u00eam aspectos bem pr\u00f3ximos das margaridas mais comuns, vegetais pequenos que s\u00e3o cultivados em muitos jardins, mas como se tratam de esp\u00e9cies maiores, a express\u00e3o usual para defini-las \u00e9 o aumentativo da palavra \u201cmargarida\u201d. O adjetivo que lhe segue permite distinguir cada uma das esp\u00e9cies, de acordo com a colora\u00e7\u00e3o das p\u00e9talas das flores, resultando desse modo nas denomina\u00e7\u00f5es: \u201cMargarid\u00e3o-Branco\u201d e \u201cMargarid\u00e3o-Amarelo\u201d. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Ambas as plantas s\u00e3o fonte de alimenta\u00e7\u00e3o importante para as abelhas, bem como para as borboletas e outros animais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Em geral s\u00e3o visitadas pelas esp\u00e9cies Apis mellifera, trigona spinipes (irapu\u00e1), tetragonisca angustula (jata\u00ed-amarela), melipona quadrifasciata (manda\u00e7aia), augoschlorini e xylocopa. As duas florescem no Brasil nos meses mais frios do ano, quando a oferta de alimento para as abelhas em nossa flora costuma ser mais escassa, da\u00ed uma significativa raz\u00e3o para que os apicultores considerem plant\u00e1-las pr\u00f3ximas \u00e0s colmeias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Elas oferecem abund\u00e2ncia de flores perfumadas, sendo que a Margarid\u00e3o-Branco mant\u00e9m sua florada por mais tempo. Esta tamb\u00e9m \u00e9 mais visitada pelas Apis mellifera do que a esp\u00e9cie com flores amarelas, no entanto ambas as plantas s\u00e3o \u00f3timas fontes de n\u00e9ctar e de p\u00f3len e, quando cultivadas num mesmo espa\u00e7o, acabam se tornando complementares na oferta de nutrientes para as abelhas. Devido \u00e0s suas especificidades, neste texto cada uma delas ser\u00e1 apresentada separadamente. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A Margarid\u00e3o-Branco, Montanoa bipinnatifida C. Koch, \u00e9 tamb\u00e9m conhecida no Brasil como Margarida-de-\u00c1rvore, Margarida-de-maio, Flor-de-maio, Mal-me-quer-Arb\u00f3reo, e no exterior como Margaritero, ou Margarita Arb\u00f3rea, em espanhol, e Daisy Bush, Tree Daisy, Tree Chrysanthemum, Pom Pom Tree, ou Mexican Daisy Tree, em ingl\u00eas &#8211; a denomina\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica \u201cMontanoa\u201d \u00e9 uma homenagem a Luis Jos\u00e9 Monta\u00f1a, professor mexicano de medicina que viveu no s\u00e9culo XIX. \u00c9 origin\u00e1ria do M\u00e9xico, de regi\u00f5es com mais de 400 metros de altitude, e foi bastante difundida em pa\u00edses de clima tropical, por\u00e9m ainda \u00e9 pouco cultivada no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Tamb\u00e9m se faz presente, como distribui\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica, na \u00c1frica do Sul e na Austr\u00e1lia, podendo ainda ser considerada erva invasora em estradas e margens de florestas de algumas regi\u00f5es nesses pa\u00edses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">\u00c9 uma planta com folhagem perene e que atinge tr\u00eas metros de altura, podendo eventualmente crescer mais. Al\u00e9m disso, costuma ocupar um largo di\u00e2metro com galhos e ramos, necessitando, assim, de espa\u00e7olateral para que se desenvolva vigorosa. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As folhas s\u00e3o opostas, grandes, pubescentes, de cor verde-acinzentada, de margens serrilhadas e longos pec\u00edolos usualmente alados. Seus galhos s\u00e3o fracos, leves, e costumam se quebrar com ventos fortes, por isso, caso seja utilizada como cerca-viva, deve ser plantada em locais adequados, isto \u00e9, onde n\u00e3o haja fortes rajadas de vento, por exemplo. Deve ser manuseada com cuidado, j\u00e1 que seu contato intenso com a pele pode causar dermatite.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Ela aprecia sol pleno, ou pouca sombra. Torna-se muito ornamental no per\u00edodo de florescimento, que geralmente ocorre em nosso pa\u00eds entre os meses de maio e setembro (no M\u00e9xico, floresce em novembro e dezembro), fato que confere a ela bom uso em projetos paisag\u00edsticos, mas de modo criterioso, devido \u00e0 sua f\u00e1cil propaga\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Suas flores t\u00eam p\u00e9talas brancas e o centro amarelo, tal como a maioria das margaridas comuns, e surgem distribu\u00eddas ao longo das pontas dos ramos. Elas oferecem n\u00e9ctar com uma concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facares que varia de 14% a 44%, atraindo grande quantidade de insetos. Prefere solos f\u00e9rteis e bem drenados, com irriga\u00e7\u00e3o regular. Cresce rapidamente e \u00e9 bastante r\u00fastica, n\u00e3o exigindo muita prote\u00e7\u00e3o, por\u00e9m \u00e9 sens\u00edvel a geadas. Caso se queira mant\u00ea-la como arbusto, recomenda-se sua poda ap\u00f3s a florada. Ela rebrota com facilidade e pode ser multiplicada por sementes ou estacas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A Margarid\u00e3o-Amarelo, Tithonia diversifolia Gray, \u00e9 mais conhecida no Brasil apenas como Margarid\u00e3o, como j\u00e1 foi explicado, sendo poss\u00edveis ainda as denomina\u00e7\u00f5es Raio-de-Sol, Unha-de-Gavi\u00e3o, Falso-Girassol ou Girassol-Mexicano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Em outros pa\u00edses \u00e9 chamada de \u00c1rbol Maravilla, Quil Amargo, Tornasol Mexicano, Margaritona, \u00c1rnica de la Tierra, Gigant\u00f3n, Rayo del Sol, Boton de Oro, Amargoso, Durazno, ou Mirasol, em espanhol, ou Tree Marigold e Mexican Sunflower Weed, em ingl\u00eas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Em japon\u00eas, \u00e9 denominada Nitobegiku. Ela \u00e9 origin\u00e1ria do M\u00e9xico e de pa\u00edses da Am\u00e9rica Central, de regi\u00f5es com mais de 200 metros de altitude. Adaptou-se bem em diversas partes do mundo, mas passou tamb\u00e9m a ser considerada erva invasora em alguns locais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As flores dessa esp\u00e9cie s\u00e3o dotadas de p\u00e9talas amarelas, tendo o centro da mesma cor, e geralmente se abrem entre os meses de abril e agosto, ficando bem distribu\u00eddas ao longo das extremidades dos ramos, o que torna a planta bastante ornamental quando floresce.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m dessa qualidade, a Margarid\u00e3o-Amarelo tamb\u00e9m possui um bom potencial para ser aproveitada em aduba\u00e7\u00f5es: seus ramos s\u00e3o adequados para tal finalidade. Nesse sentido, ela tem sido utilizada na agroecologia e em sistemas agroflorestais, principalmente na agricultura sintr\u00f3pica. Seus ramos disp\u00f5em de grande concentra\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio e servem como cobertura vegetal para o solo, contribuindo para o aumento da microbiota nele, promovendo tamb\u00e9m a disponibiliza\u00e7\u00e3o de nutrientes como pot\u00e1ssio, c\u00e1lcio e magn\u00e9sio para diversas plantas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No M\u00e9xico, \u00e9 tamb\u00e9m utilizada como planta forrageira, alimentando bois, cabras e ovelhas, j\u00e1 que apresenta uma concentra\u00e7\u00e3o de prote\u00edna entre 18,9 % e 28,8 %.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Essa esp\u00e9cie \u00e9 r\u00fastica, tem folhagem perene, aprecia sol pleno, ou pouca sombra, e seu crescimento \u00e9 r\u00e1pido. Ela atinge cerca de dois metros e meio de altura quando a planta se torna adulta. O solo \u00famido favorece seu desenvolvimento, mas ela n\u00e3o tolera geada, ou frio intenso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Devido \u00e0 sua forma arbustiva, tamb\u00e9m necessita de um largo di\u00e2metro para que cres\u00e7a forte e saud\u00e1vel. Seus ramos s\u00e3o flex\u00edveis e leves, o que facilita sua poda e sua multiplica\u00e7\u00e3o, a qual pode ser feita por estaquia. Para isso, basta que se fa\u00e7a uso de peda\u00e7os de aproximadamente cinquenta cent\u00edmetros extra\u00eddos dos ramos, os quais devem ser plantados verticalmente, como estacas, na terra. No caso de se realizar qualquer corte ou poda na planta, deve-se faz\u00ea-lo ap\u00f3s 40 dias contados a partir do final da flora\u00e7\u00e3o, pois desse modo alguns animais ainda poder\u00e3o se alimentar de sementes amadurecidas no per\u00edodo \u2013 elas s\u00e3o nutritivas e sustentam, por exemplo, aves como pintassilgos, pardais e periquitos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A Margarid\u00e3o-Amarelo pode tamb\u00e9m ter aplica\u00e7\u00f5es medicinais, uma vez que possui propriedades anti-inflamat\u00f3ria e antimal\u00e1rica, sendo ainda \u00fatil no tratamento do diabetes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Apesar de ser utilizada h\u00e1 s\u00e9culos por povos ind\u00edgenas da Am\u00e9rica Central para esses fins, os usos dessa planta em tratamentos de sa\u00fade ainda s\u00e3o restritos, posto que ela precise ser melhor estudada cientificamente para que haja maior seguran\u00e7a nas terapias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Alguns estudos t\u00eam revelado, por exemplo, casos de efeitos indesejados no organismo quando de seu uso, o que leva a contraindica\u00e7\u00f5es em certas situa\u00e7\u00f5es. \u00c9 fundamental, portanto, que quando se manipule plantas com propriedades medicinais como essa, sempre se tenha como base de informa\u00e7\u00f5es as conclus\u00f5es de pesquisas balizadas pela ci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Como se percebe, essas duas esp\u00e9cies, popularmente denominadas como \u201cMargarid\u00e3o\u201d, s\u00e3o \u00f3timas op\u00e7\u00f5es para o apicultor cultivar perto de locais em que se instalem novos api\u00e1rios, j\u00e1 que crescem r\u00e1pido, bem como podem ser \u00fateis na complementa\u00e7\u00e3o de pastos ap\u00edcolas em api\u00e1rios j\u00e1 existentes, suprindo car\u00eancias durante a estiagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m disso, observar essas plantas em sua \u00e9poca de flora\u00e7\u00e3o certamente estimula n\u00e3o s\u00f3 aos insetos, mas tamb\u00e9m a n\u00f3s, seres humanos, pois elas manifestam um belo espet\u00e1culo da natureza, com delicadas formas e ricas cores \u00e0 nossa vis\u00e3o, odores agrad\u00e1veis ao nosso olfato e propiciam animados zumbidos das abelhinhas, que soam como doce melodia \u00e0 nossa audi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-4546 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_2_Pasto.jpg\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"204\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_2_Pasto-300x204.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Foto_2_Pasto-300x204.jpg 300w, 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large;\">https:\/\/abelha.org.br<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/sp\/campinas-regiao\/terra-da-gente\/noticia\/2019\/12\/20\/mamangavas-sao-polinizadoras-eficientes-e-representadas-em-mais-de-50-especies-no-brasil.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/g1.globo.com\/sp\/campinas-regiao\/terra-da-gente\/noticia\/2019\/12\/20\/mamangavas-sao-polinizadoras-eficientes-e-representadas-em-mais-de-50-especies-no-brasil.ghtml<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/jaraguasp.blogspot.com\/2016\/07\/importancia-ambiental-margaridoes-amarelos-estacao-jaragua.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/jaraguasp.blogspot.com\/2016\/07\/importancia-ambiental-margaridoes-amarelos-estacao-jaragua.html<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/<\/a> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/www.cpt.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.cpt.com.br\/<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pirani, Jos\u00e9 R. e Cortopassi-Laurino, Marilda. Flores e Abelhas em S\u00e3o Paulo. 2. ed. S\u00e3o Paulo: EDUSP; FAPESP, 1994, p. 90 e p. 98.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Rodr\u00edguez, Jorge Z. et alii. Manual de Identificaci\u00f3n de \u00c1rboles y Arbustos Forrajeros en Tamaulipas. Victoria: Instituto de Ecolog\u00eda Aplicada, 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Vieira, M\u00e1rcio Infante. Criar Abelhas \u00e9 Lucro Certo. S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00e3o do autor, 1984.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MARGARID\u00c3O-BRANCO Montanoa bipinnatifida C. Koch MARGARID\u00c3O-AMARELO &#8211; Tithonia diversifolia Gray Dr. Jo\u00e3o Martins Ferreira \u00e9 Professor Titular da Universidade Paulista UNIP, Pesquisador junto \u00e0 Universidade de S\u00e3o Paulo, Jornalista e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"parent":4512,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-4546","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4546"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4546"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4546\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4557,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4546\/revisions\/4557"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4512"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4546"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}