{"id":4105,"date":"2021-06-09T20:23:19","date_gmt":"2021-06-09T20:23:19","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=4105"},"modified":"2021-06-09T20:23:19","modified_gmt":"2021-06-09T20:23:19","slug":"artigo-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-161-maio-de-2021\/artigo-2\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">Alimenta\u00e7\u00e3o artificial<br \/>\npara abelhas Apis mellifera L (africanizada )<br \/>\nno per\u00edodo da entressafra<\/h1>\n<blockquote><p>Bethania S\u00e1via Oliveira &#8211; Patricia Faquinello &#8211; Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia Goiano &#8211; Campus Rio Verde.<\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_4106\" aria-describedby=\"caption-attachment-4106\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-4106\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao-300x151.jpg\" alt=\"as abelhas necessitam de \u00e1gua principalmente para suprir as necessidades fisiol\u00f3gicas como em todos os seres vivos, mas tamb\u00e9m \u00e9 utilizada para manter a umidade e temperatura no interior da col\u00f4nia.\" width=\"300\" height=\"151\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao-300x151.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao-1024x516.jpg 1024w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao-150x76.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao-500x252.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Figura_1_alimentacao.jpg 1122w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-4106\" class=\"wp-caption-text\">as abelhas necessitam de \u00e1gua principalmente para suprir as necessidades<br \/>fisiol\u00f3gicas como em todos os seres vivos, mas tamb\u00e9m \u00e9 utilizada para manter<br \/>a umidade e temperatura no interior da col\u00f4nia.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As abelhas necessitam de nutrientes como prote\u00ednas, carboidratos, sais minerais, vitaminas e lip\u00eddeos para seu crescimento e desenvolvimento. A aus\u00eancia deles causa impactos desfavor\u00e1veis na manuten\u00e7\u00e3o, desenvolvimento e reprodu\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias, al\u00e9m de facilitar o aparecimento de doen\u00e7as (Moraes, 2017).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m disso, as abelhas necessitam de \u00e1gua principalmente para suprir as necessidades fisiol\u00f3gicas como em todos os seres vivos, mas tamb\u00e9m \u00e9 utilizada para manter a umidade e temperatura no interior da col\u00f4nia, assim como para dilui\u00e7\u00e3o do mel e preparo de alimentos para larvas (Lengler, 1999).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As fontes nutricionais naturais dispon\u00edveis para as abelhas s\u00e3o o n\u00e9ctar e o p\u00f3len. O n\u00e9ctar fornece os carboidratos, obtidos por meio do n\u00e9ctar, servem como fonte de energia \u00e0s abelhas, sendo utilizados \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de calor, para o voo, para a produ\u00e7\u00e3o de cera e do alimento larval (Girou, 2003), s\u00edntese de mat\u00e9ria org\u00e2nica, contra\u00e7\u00e3o muscular, aquecimento, condu\u00e7\u00e3o de impulsos nervosos, produ\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos, cera, entre outros (Standifer et al., 1977). J\u00e1 o p\u00f3len, as prote\u00ednas, lip\u00eddeos, minerais e vitaminas necess\u00e1rias ao metabolismo (Rosa et al., 2015).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O estresse nutricional causado pela escassez de alimentos ou a disponibilidade de apenas alimentos de baixo valor nutricional pode levar a uma redu\u00e7\u00e3o na atividade metab\u00f3lica das abelhas (Wang et al., 2016). Dessa forma, estabelece-se um desequil\u00edbrio populacional que gera o enfraquecimento ou a morte da col\u00f4nia. Isso faz com que seja necess\u00e1ria a suplementa\u00e7\u00e3o alimentar em per\u00edodos de pouco florada, evitando a perda de col\u00f4nias e a queda na produtividade (coelho et al., 2008).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As exig\u00eancias nutricionais s\u00e3o diferentes entre crias e adultos e s\u00e3o reguladas de acordo com a idade, fun\u00e7\u00e3o dos adultos na col\u00f4nia, \u00e9poca do ano e taxa metab\u00f3lica (PEREIRA et al., 2011). Assim, as col\u00f4nias devem ser alimentadas t\u00e3o logo seja identificado o enfraquecimento das mesmas, n\u00e3o existindo uma \u00e9poca certa para a alimenta\u00e7\u00e3o, uma vez que este per\u00edodo varia de acordo com a regi\u00e3o e o objetivo da cria\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A quantidade de cria, o estado geral da col\u00f4nia, a quantidade e qualidade de n\u00e9ctar e p\u00f3len coletados pelas abelhas determinam a necessidade de fornecimento da alimenta\u00e7\u00e3o artificial (Standifer ,1977 ). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Diversos estudos demonstram o uso de alimenta\u00e7\u00e3o artificial fornecido durante a realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de poliniza\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o de cera, geleia real, pr\u00f3polis e para prevenir a mortalidade de crias causada pela coleta de p\u00f3len oriunda de plantas t\u00f3xicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Quando se trata em per\u00edodo de entressafra, ou escassez alimentar, os apicultores costumam fornecer alimentos alternativos para suas col\u00f4nias. Esse manejo tem como base diminuir os efeitos negativos que as col\u00f4nias de abelhas passam durante este per\u00edodo em que os recursos alimentares s\u00e3o drasticamente reduzidos, e garantindo assim a sobreviv\u00eancia e bom desempenho da col\u00f4nia (Manning, 2018), independentemente do objetivo da cria\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Alimenta\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Alimenta\u00e7\u00e3o artificial energ\u00e9tica tamb\u00e9m conhecida como alimenta\u00e7\u00e3o de subsist\u00eancia, \u00e9 utilizada em condi\u00e7\u00f5es de laborat\u00f3rio ou de campo, e tem como o objetivo proporcionar as abelhas adultas uma maior longevidade e manter as col\u00f4nias com uma elevada densidade populacional (Alc\u00e1rcel, 2011), aumentar a postura de ovos pela rainha, manter as col\u00f4nias com uma elevada densidade populacional e auxiliar na termo regula\u00e7\u00e3o. (Paulino, 2004)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Quando h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de alimentos na natureza pode haver a necessidade de suplementa\u00e7\u00e3o alimentar para manuten\u00e7\u00e3o ou est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias. Dessa forma o uso da alimenta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica torna-se a pr\u00e1tica ideal, pois, pode ajudar na manuten\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de col\u00f4nias (Oliveira et al, 2021).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Assim durante as revis\u00f5es peri\u00f3dicas no api\u00e1rio, o apicultor deve observar a entrada de n\u00e9ctar e a presen\u00e7a de mel estocado nas colmeias. Caso esses recursos n\u00e3o estejam dispon\u00edveis deve ser fornecida alimenta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Diversos s\u00e3o os alimentos energ\u00e9ticos que podem ser usados no preparo da alimenta\u00e7\u00e3o artificial para abelhas: mel e a\u00e7\u00facar, xarope de a\u00e7\u00facar, xarope de a\u00e7\u00facar invertido, xarope de milho, rapadura de cana-de-a\u00e7\u00facar (fornecida em forma de pasta) e garapa de cana-de-a\u00e7\u00facar. Sendo que o xarope de a\u00e7\u00facar \u00e9 o alimento energ\u00e9tico mais utilizado na alimenta\u00e7\u00e3o das abelhas (Paulino, 2013), sendo que a propor\u00e7\u00e3o dos ingredientes pode ser adequado de acordo com a necessidade e custos do apicultor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Alimenta\u00e7\u00e3o proteica<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O p\u00f3len \u00e9 essencial para que as abelhas nutrizes desenvolvam suas gl\u00e2ndulas hipofaringeanas e mandibulares que atuam na secre\u00e7\u00e3o de geleia real que \u00e9 utilizada na nutri\u00e7\u00e3o de larvas, rainhas, abelhas adultas e zang\u00f5es ( PINTO et al., 2012). A falta de p\u00f3len compromete o desenvolvimento dessas gl\u00e2ndulas, prejudicando o desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o das col\u00f4nias, al\u00e9m de prejudicar o desenvolvimento das gl\u00e2ndulas cer\u00edgenas que atuam na secre\u00e7\u00e3o de cera (Brodschneider &amp; Crailsheim, 2010).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Um decl\u00ednio na acessibilidade e o conte\u00fado de prote\u00ednas do p\u00f3len coletado pelas abelhas pode resultar em menor desenvolvimento das gl\u00e2ndulas hipofaringeas (Di Pasquale et al., 2013). Tamb\u00e9m poder\u00e1 menor est\u00edmulo da postura da rainha, menor \u00e1rea de cria, menor longevidade, eventualmente implicando em uma diminui\u00e7\u00e3o da expectativa de vida das abelhas (Khoury et al., 2011).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Sendo assim, \u00e9 definido como substituto de p\u00f3len qualquer material que, quando fornecido \u00e0s col\u00f4nias de abelhas, supre as necessidades nutricionais do p\u00f3len por um curto per\u00edodo de tempo (Herbert JR, 1979). Nenhuma mistura artificial substitui com precis\u00e3o a composi\u00e7\u00e3o da mistura de p\u00f3len natural entrando na colmeia, mas \u00e9 poss\u00edvel utilizar m\u00e9todos e produtos que se assemelhem ao efeito do p\u00f3len floral (Salom\u00e9, 2020). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">V\u00e1rios materiais t\u00eam sido experimentados por apicultores e pesquisadores para serem utilizados na produ\u00e7\u00e3o de dietas proteicas artificiais para as abelhas tentando dessa maneira, evitar o enfraquecimento das col\u00f4nias (Cremonez, 2001). Dentre eles temos o farelo ou farinha de soja, levedura de cana-de-a\u00e7\u00facar, farelo de trigo, glutenose de milho, farelo de polpa de citros, entre outros (Lengler, 2000). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Independente do tipo de alimento fornecido, \u00e9 importante a realiza\u00e7\u00e3o de estudos que mostrem a aceita\u00e7\u00e3o e consumo desses alimentos alternativos, sua a\u00e7\u00e3o no desempenho e desenvolvimento da col\u00f4nia, al\u00e9m de fatores como longevidade das abelhas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A indica\u00e7\u00e3o a alimenta\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica ou proteica devem ser fornecidas em per\u00edodos de escassez de alimento natural no campo, avaliando os recursos alimentares estocados na col\u00f4nia. Da mesma forma o tipo de alimento a ser utilizado vai depender do custo dos ingredientes para que n\u00e3o comprometa o lucro final do apicultor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Alc\u00e1rcel, L. C. R. Avalia\u00e7\u00e3o de formula\u00e7\u00f5es alimentares no desenvolvimento de col\u00f4nias de abelhas africanizadas (Apis mellifera Linnaeus, 1758) na savana amaz\u00f4nica de Roraima \u2013 Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado, 2011. 69 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Altaye, SZ, pirk, CWW, crewe, RM, &amp; nicolson, SW (2010).\u00a0Converg\u00eancia da ingest\u00e3o tendenciosa de carboidratos alvos em abelhas trabalhadoras enjauladas alimentadas com diferentes fontes de prote\u00edna.\u00a0Journal of Experimental Biology,213, 3311-3318.\u00a0DOI: 10.1242 \/ jeb.046953<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Coelho, M. S.; Silva, J. H.; Oliveira, J. H. V. (2008). Alimentos convencionais e alternativos para abelhas. Revista Caatinga, 21(1), 01-09.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Crailsheim K. O balan\u00e7o de prote\u00ednas da abelha oper\u00e1ria. Apidologie. 1990; 21 (5): 417-29.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Cremonez, T.M. Influencia da nutri\u00e7\u00e3o sobre aspectos da fisiologia e nutri\u00e7\u00e3o de abelhas Apis mellifera. Ribeir\u00e3o Preto, 2001, 87p. Tese (Doutorado em Entomologia). Faculdade de Filosofia Ci\u00eancia e Letras \u2013 Universidade de S\u00e3o Paulo<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Di pasquale, G.; Salignon, M.; Conte, Y.L. et al. Influence of pollen nutrition on honey bee health: do pollen quality and diversity matter? Plos One, v.8, p.e72016, 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Lengler, S. 2000. Alimenta\u00e7\u00e3o artificial de abelhas. In: XIII congresso brasileiro de apicultura, Florian\u00f3polis, SC, 98-102<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Manning R. Alimenta\u00e7\u00e3o artificial de abelhas com base no entendimento de princ\u00edpios nutricionais. Amin Prod. Sci. 2018; 58 (4): 689-703.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Morais, M.M.; Turcatto, A.P.; Francoy, T.M. et al. Evaluation of inexpensive pollen substitute diets through quantification of haemolymph proteins. Journal of Apicultural Research, v.52, p.119-121, 2013a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Rosa, A. S.; Fernandes, M. Z.; Ferreira, D. L.; Blochtein, B.; Pires, C. S. S.; Imperatriz Fonseca, V. L. (2015). Quantification of larval food and its pollen content in the diet of stingless bees \u2013 subsidies for toxicity bioassays studies. Brazillian Journal of Biology, 75(3), 771-772.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Paulino, F.D.G. Alimenta\u00e7\u00e3o em Apis mellifera L.: Exig\u00eancias nutricionais e alimentos. Anais&#8230; 1\u00b0 Simp\u00f3sio de Nutri\u00e7\u00e3o e Alimenta\u00e7\u00e3o Animal &#8211; XIII Semana Universit\u00e1ria da Universidade Estadual do Cear\u00e1 &#8211; UECE, Cear\u00e1, p.56-70, 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pereira, F. M., Freitas, B. M., Neto, J. M. V., Lopes, M. T. R., Barbosa, A. L. &amp; Camargo, R.C.R. 2005. Desenvolvimento de col\u00f4nias de abelhas com diferentes alimentos proteicos. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, 41: 1-7. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Wang Y, kaftanoglu O, brent CS, page RE, amdam GV. Estresse de fome durante o desenvolvimento larval facilita uma resposta adaptativa em trabalhadoras adultas abelhas mel\u00edferas (Apis mellifera L.). J Exp Biol. Abril de 2016; 219 (Pt 7): 949-59.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Oliveira , G.P ; kadri , S.M; benaglia, B.G.E; orsi , R.O ; Suplementa\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para manuten\u00e7\u00e3o ou desenvolvimento de col\u00f4nias de Apis mellifera L. J Venom Anim Toxins incl Trop Dis, 2020, 26: e 20200004 .<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Rosa, A. S.; Fernandes, M. Z.; Ferreira, D. L.; Blochtein, B.; Pires, C. S. S.; Imperatriz Fonseca, V. L. (2015). Quantification of larval food and its pollen content in the diet of stingless bees \u2013 subsidies for toxicity bioassays studies. 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