{"id":3768,"date":"2020-10-16T18:56:14","date_gmt":"2020-10-16T18:56:14","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=3768"},"modified":"2020-10-16T18:56:14","modified_gmt":"2020-10-16T18:56:14","slug":"artigo-6","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-158-setembro-de-2020\/artigo-6\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">Pesquisa da Ufopa destaca import\u00e2ncia das abelhas na poliniza\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o da Castanheira<\/h1>\n<blockquote><p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.ufopa.edu.br\/ufopa\/comunica\/noticias\/pesquisa-da-ufopa-destaca-importancia-das-abelhas-na-polinizacao-e-frutificacao-da-castanheira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ufopa.edu.br\/ufopa\/comunica\/noticias\/pesquisa-da-ufopa-destaca-importancia-das-abelhas-na-polinizacao-e-frutificacao-da-castanheira\/<\/a> &#8211; Renata Dantas \u2013 Comunica\u00e7\u00e3o\/Ufopa.<\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mestre pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bioci\u00eancias da Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1 (Ufopa), o bi\u00f3logo Maico Oliveira Pimentel desenvolveu, de 2016 a 2018, uma pesquisa sobre a poliniza\u00e7\u00e3o da Bertholletia excelsa, popularmente conhecida como castanha-do-brasil ou castanha-do-par\u00e1. Os resultados da pesquisa acabaram de ganhar uma vers\u00e3o em formato de v\u00eddeo, publicado em agosto de 2020 na plataforma YouTube.<a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-3769\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa-300x137.jpg\" alt=\"Foto_1_Pesquisa\" width=\"300\" height=\"137\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa-300x137.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa-1024x467.jpg 1024w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa-150x68.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa-500x228.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_1_Pesquisa.jpg 1533w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Apesar do nome, a castanheira n\u00e3o \u00e9 nativa apenas do territ\u00f3rio do Par\u00e1 ou do Brasil, ela \u00e9 natural de toda a floresta amaz\u00f4nica e ocorre tamb\u00e9m em pa\u00edses como Bol\u00edvia, Col\u00f4mbia, Guianas, Peru e Venezuela. As \u00e1rvores frutificam e geram o ouri\u00e7o, que chega a conter at\u00e9 25 sementes de castanha. Al\u00e9m de alimento, a castanha tamb\u00e9m \u00e9 fonte de renda. No Oeste do Par\u00e1, na regi\u00e3o do munic\u00edpio de Oriximin\u00e1, in\u00fameras fam\u00edlias extrativistas tiram seu sustento da produ\u00e7\u00e3o da castanha, trabalhando na coleta ou no beneficiamento das sementes para venda e exporta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_3770\" aria-describedby=\"caption-attachment-3770\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3770\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa-300x201.jpg\" alt=\"Castanheiras em \u00e1rea de pastagem no munic\u00edpio de Oriximin\u00e1: a poliniza\u00e7\u00e3o depende das abelhas mangavas.\u00a0- Foto: Andrea Barreto.\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa-300x201.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa-150x100.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa-500x334.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_2_Pesquisa.jpg 748w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3770\" class=\"wp-caption-text\">Castanheiras em \u00e1rea de pastagem no munic\u00edpio de Oriximin\u00e1: a poliniza\u00e7\u00e3o depende das abelhas mangavas.\u00a0&#8211; Foto: Andrea Barreto.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">\u00a0Foi nessa regi\u00e3o que Maico desenvolveu a pesquisa acerca da import\u00e2ncia das abelhas na poliniza\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o da castanheira. De cada dez esp\u00e9cies de plantas que s\u00e3o cultivadas, sete s\u00e3o polinizadas por abelhas. Esses insetos geralmente est\u00e3o em busca de material para construir seus ninhos, ou de \u00f3leo essencial para atra\u00e7\u00e3o de parceiros ou de fontes de alimento, como o n\u00e9ctar e o p\u00f3len, para alimentar suas larvas. Nesse processo, o p\u00f3len tamb\u00e9m \u00e9 carregado de uma flor para outra, permitindo a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A poliniza\u00e7\u00e3o das castanheiras se d\u00e1 gra\u00e7as ao trabalho das abelhas de m\u00e9dio e grande porte, popularmente chamadas de mangavas, mangauas, mamang\u00e1s ou mamangavas. Essas abelhas t\u00eam for\u00e7a suficiente para abrir as flores das castanheiras e entrar onde est\u00e3o as estruturas masculinas e femininas de reprodu\u00e7\u00e3o (a flor \u00e9 hermafrodita). Ao sair, o p\u00f3len fica preso nas costas das abelhas, e, assim, elas transportam o p\u00f3len de uma flor para outra. A reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 cruzada, ou seja, a fecunda\u00e7\u00e3o ocorre quando o p\u00f3len de uma flor de uma castanheira encontra o p\u00f3len de outra flor de castanheira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na comunidade de Santa Maria, regi\u00e3o do planalto do munic\u00edpio de Oriximin\u00e1, Maico optou por desenvolver sua pesquisa em \u00e1reas j\u00e1 desmatadas. \u201cH\u00e1 uma teoria de que, apesar de permanecer em p\u00e9, a castanheira acaba ficando enfraquecida em \u00e1reas desmatadas. Por estar isolada no pasto, ela acaba tendo menos condi\u00e7\u00f5es de produzir muitos frutos. Como a poliniza\u00e7\u00e3o \u00e9 cruzada, ela precisa de outra castanheira pr\u00f3xima\u201d, explica o professor da Ufopa Ricardo Scoles, orientador de Maico durante o mestrado.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_3771\" aria-describedby=\"caption-attachment-3771\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3771\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa-300x201.jpg\" alt=\"Castanheira isolada em \u00e1rea de pastagem no munic\u00edpio de Oriximin\u00e1: ainda assim, a visita\u00e7\u00e3o das abelhas foi comprovada. Foto: Maico Pimentel.\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa-300x201.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa-150x100.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa-500x334.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_3_Pesquisa.jpg 748w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3771\" class=\"wp-caption-text\">Castanheira isolada em \u00e1rea de pastagem no munic\u00edpio de Oriximin\u00e1: ainda assim, a visita\u00e7\u00e3o das abelhas foi comprovada. Foto: Maico Pimentel.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O local de estudo \u00e9 uma \u00e1rea de pastagem onde se avistavam castanheiras remanescentes e com fragmentos florestais pr\u00f3ximos. No local havia uma popula\u00e7\u00e3o de castanheiras distantes cerca de 200 metros, o que permitia a comunica\u00e7\u00e3o entre as \u00e1rvores, j\u00e1 que a abelha mangava \u00e9 capaz de voar quil\u00f4metros entre cada pouso. Al\u00e9m disso, por ser \u00e1rea de pastagem de gado, n\u00e3o havia o uso intensivo de agrot\u00f3xicos, como costuma ocorrer nas planta\u00e7\u00f5es de soja. Dessa forma, n\u00e3o houve tanta interfer\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o de polinizadores. \u201cAs abelhas conseguiam visitar as \u00e1rvores e voltar para casa, na floresta. Por isso se explica a poliniza\u00e7\u00e3o e, consequentemente, a frutifica\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta o professor Scoles, que orientou o estudo ao lado da especialista em poliniza\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores tropicais Dra. M\u00e1rcia Mota Mau\u00e9s, da Embrapa Amaz\u00f4nia-Oriental.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Maico conseguiu comprovar a visita\u00e7\u00e3o das abelhas nas castanheiras. Ele capturou cinco esp\u00e9cies durante o per\u00edodo de observa\u00e7\u00e3o (Xylocopa frontalis,\u00a0Eulaema nigrita,\u00a0Megachile sp.,\u00a0Centris superba\u00a0e\u00a0Xylocopa ordinaria). Mais da metade dos insetos capturados eram da esp\u00e9cie\u00a0Xylocopa frontalis, uma das mais importantes polinizadoras da castanheira. \u201cCentris superba\u00a0e\u00a0Xylocopa ordinaria\u00a0s\u00e3o esp\u00e9cies que ainda n\u00e3o foram descritas na literatura cient\u00edfica como visitantes florais. S\u00e3o potenciais polinizadores de castanheiras\u201d, ressalta Maico, destacando um dos resultados da pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os pesquisadores tamb\u00e9m identificaram sob quais condi\u00e7\u00f5es as abelhas visitaram as castanheiras. O estudo mostrou que a maioria fez sua visita das 7h30 \u00e0s 8h30, a uma temperatura m\u00e9dia de 25,3\u00ba C, com umidade relativa do ar de 89,2% e velocidade do vento de 0,9 metros por segundo.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_3772\" aria-describedby=\"caption-attachment-3772\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3772\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa-300x238.jpg\" alt=\"Atrav\u00e9s do rapel, o pesquisador escalou castanheiras que chegavam a 60 metros de altura. - Foto: Melqu\u00edades Costa.\" width=\"300\" height=\"238\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa-300x238.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa-150x119.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa-500x396.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Foto_4_Pesquisa.jpg 748w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3772\" class=\"wp-caption-text\">Atrav\u00e9s do rapel, o pesquisador escalou castanheiras que chegavam a 60 metros de altura. &#8211; Foto: Melqu\u00edades Costa.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Para observar e capturar as abelhas, Maico precisou escalar \u00e1rvores que chegavam a 60 metros de altura. As pesquisas com polinizadores da castanheira geralmente s\u00e3o feitas em \u00e1reas de planta\u00e7\u00e3o, com \u00e1rvores ainda em crescimento, medindo de 10 a 20 metros. Para subir, costuma-se usar andaimes e fazer plataformas. \u201cMas n\u00f3s escolhemos exemplares adultos, com \u00e1rvores muito mais altas. Esse era o desafio. Optamos por escalar, fizemos arvorismo e rapel. Chegamos a cerca de 30-40 metros de altura\u201d, esclarece o pesquisador, que subia ao nascer do sol e s\u00f3 descia ao meio dia. Em solo, a equipe de apoio dava o suporte necess\u00e1rio, enviando alimenta\u00e7\u00e3o e material para a pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m da nova t\u00e9cnica de subida, atrav\u00e9s da escalada, Maico desenvolveu uma nova metodologia de captura dos insetos. Normalmente, a captura \u00e9 feita com um instrumento chamado pu\u00e7\u00e1 ou rede entomol\u00f3gica, que permite aprisionar o inseto. \u201cMas no centro da copa, a mais de 30 metros de altura, n\u00e3o tinha como fazer o arraste. Por isso precisamos adaptar e desenvolver um novo tipo de rede\u201d, ressalta o bi\u00f3logo. A nova rede entomol\u00f3gica \u00e9 o grande destaque da pesquisa e encontra-se sob processo de registro de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A expectativa \u00e9 que o resultado da patente saia at\u00e9 o fim de 2020.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O v\u00eddeo rec\u00e9m-lan\u00e7ado no YouTube \u00e9 parte de resultados da pesquisa. \u201cPrecisamos levar os resultados de volta para a comunidade. N\u00e3o adianta fazer ci\u00eancia e deix\u00e1-la parada, precisamos divulgar. Com a pandemia, ficou mais dif\u00edcil ir pessoalmente na comunidade e apresentar os resultados. Achamos que v\u00eddeo ampliava a divulga\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma forma de dar esse retorno\u201d, avalia Maico, que concluiu o mestrado pelo PPG Bioci\u00eancias em 2019.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa da Ufopa destaca import\u00e2ncia das abelhas na poliniza\u00e7\u00e3o e frutifica\u00e7\u00e3o da Castanheira Fonte: http:\/\/www.ufopa.edu.br\/ufopa\/comunica\/noticias\/pesquisa-da-ufopa-destaca-importancia-das-abelhas-na-polinizacao-e-frutificacao-da-castanheira\/ &#8211; Renata Dantas \u2013 Comunica\u00e7\u00e3o\/Ufopa. 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