{"id":3486,"date":"2020-06-16T20:14:06","date_gmt":"2020-06-16T20:14:06","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=3486"},"modified":"2020-06-16T20:14:06","modified_gmt":"2020-06-16T20:14:06","slug":"artigo-8","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-156-maio-de-2020\/artigo-8\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">Ci\u00eancia ajuda meliponicultores paraenses a conquistar seu primeiro selo de inspe\u00e7\u00e3o federal<\/h1>\n<blockquote><p>Fonte: Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental &#8211; K\u00e9lem Cabral\u00a0(MTb 1981\/PA) &#8211;<\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_3487\" aria-describedby=\"caption-attachment-3487\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-1-Ciencia.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3487\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-1-Ciencia-300x201.jpg\" alt=\"Um dos desafios da pesquisa foi adequar a umidade do mel estabelecida em lei Foto: Ronaldo Rosa.\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-1-Ciencia-300x201.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-1-Ciencia-150x101.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-1-Ciencia.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3487\" class=\"wp-caption-text\">Um dos desafios da pesquisa foi adequar a umidade do mel estabelecida em lei<br \/>Foto: Ronaldo Rosa.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A maior produ\u00e7\u00e3o de mel de abelhas-sem-ferr\u00e3o no Par\u00e1 alcan\u00e7ou, com o aux\u00edlio de pesquisadores da\u00a0Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, os par\u00e2metros f\u00edsico-qu\u00edmicos para aquisi\u00e7\u00e3o do selo do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF). A chancela abre acesso \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o do produto em todo o Brasil e at\u00e9 no exterior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As cerca de uma tonelada e meia de mel da abelha uru\u00e7u (Melipona flavolineata) foram colhidas por dezenas de meliponicultores de v\u00e1rias regi\u00f5es do estado e \u00e9 a primeira vez que uma produ\u00e7\u00e3o paraense consegue se habilitar \u00e0s normas do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Esse feito in\u00e9dito da meliponicultura no Par\u00e1 atesta a adequa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o e com isso abre o acesso ao mercado formal de consumo em todo o Pa\u00eds e at\u00e9 para a exporta\u00e7\u00e3o. \u201cEsse era um elo que faltava para a consolida\u00e7\u00e3o e fortalecimento da cadeia produtiva do mel de abelhas nativas no estado\u201d, frisa Daniel Santiago, pesquisador da Embrapa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O cientista conta que a produ\u00e7\u00e3o de mel a partir das abelhas mel\u00edponas, tamb\u00e9m conhecidas como sem ferr\u00e3o, nativas ou ind\u00edgenas, sempre ocorreu no Par\u00e1, mas nas \u00faltimas d\u00e9cadas tem conquistado novos produtores e avan\u00e7ado na profissionaliza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Produ\u00e7\u00e3o grande estava sem registro<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No fim de 2018, cerca de 100 produtores paraenses organizados por meio do\u00a0Instituto Peabiru conseguiram colher uma tonelada e meia de mel e o feito in\u00e9dito para a cultura no estado esbarrou na legisla\u00e7\u00e3o. Conforme o Regulamento T\u00e9cnico de Identidade e Qualidade do Mel, previsto na Instru\u00e7\u00e3o Normativa N\u00ba 11, de 20 de Outubro de 2000, do Mapa, s\u00e3o necess\u00e1rios par\u00e2metros e normas espec\u00edficas para que o produto seja considerado mel e ingresse no mercado formal e acesse o selo do Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal, fator determinante para a industrializa\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o nacional. Como n\u00e3o existem dados oficiais no estado, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel estimar o n\u00famero de meliponicultores no Par\u00e1 e toda produ\u00e7\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o, era comercializada informalmente nas feiras dos munic\u00edpios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Protocolo de adequa\u00e7\u00e3o do mel<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O engenheiro qu\u00edmico Marcos En\u00ea Chaves Oliveira, pesquisador da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental, explica que a Empresa foi procurada pelo Instituto Peabiru com a demanda de estabelecer um protocolo que adequasse o mel colhido pelos produtores familiares \u00e0s normas federais. Isso porque a legisla\u00e7\u00e3o que rege o produto foi elaborada com base no mel de apis (Apis mellifera), abelhas ex\u00f3ticas com ferr\u00e3o introduzidas no Brasil e que fornecem a maior quantidade de mel comercializado em todo o mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Uma das principais diferen\u00e7as que a pesquisa foi provocada a resolver estava no par\u00e2metro que mede a umidade (quantidade de \u00e1gua) presente no produto. O mel de apis, comenta o cientista, possui naturalmente cerca 20% de umidade, enquanto o mel de abelhas-sem-ferr\u00e3o pode ultrapassar os 30%. \u201cIsso n\u00e3o \u00e9 ruim, mas uma caracter\u00edstica natural do mel produzido por essa esp\u00e9cie. No entanto, a legisla\u00e7\u00e3o estabelece, entre outras normas, que a umidade presente no mel seja inferior a 20%\u201d, enfatiza.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Um problema relativamente simples de solucionar, mas que continha uma \u201cpegadinha\u201d. Marcos En\u00ea relata que para desumidificar o mel at\u00e9 o teor de 20% exigido, se fazia necess\u00e1rio um processo de aquecimento que gerou outro desafio. Ao ser aquecido, o teor de uma mol\u00e9cula presente no mel, chamada hidroximetilfurfural (HMF), tende a aumentar. S\u00f3 que a norma tamb\u00e9m estabelece limites m\u00e1ximos para o HMF. \u201cTivemos que concentrar os esfor\u00e7os em descobrir o equil\u00edbrio necess\u00e1rio para desumidificar o mel em tempo e temperatura, sem que os n\u00edveis de HMF fossem superiores 60 meq.kg (miliequivalente por quilo), conforme prev\u00ea a legisla\u00e7\u00e3o\u201d, revela o pesquisador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Para se chegar a esse equil\u00edbrio foram necess\u00e1rios cerca de seis meses de tentativas e diversas an\u00e1lises em laborat\u00f3rio. Marcos En\u00ea conta que o passo a passo para se conseguir a umidade abaixo dos 20% sem que o HFM ultrapasse os 60 meq.kg estar\u00e1 dispon\u00edvel em nota t\u00e9cnica a ser lan\u00e7ada este ano. \u201cEssa padroniza\u00e7\u00e3o abre a possibilidade de que produtores de todo estado possam se habilitar \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o do SIF, fortalecendo a cadeia produtiva\u201d, comemora o pesquisador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O protocolo \u00e9 um dos resultados do Agrobio, integrante do Projeto Integrado para a Produ\u00e7\u00e3o e Manejo Sustent\u00e1vel do Bioma Amaz\u00f4nia, financiado com recursos do Fundo Amaz\u00f4nia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Meliponicultores alcan\u00e7am selo de inspe\u00e7\u00e3o federal com apoio da Embrapa<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Padronizado sem perder o terroir<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_3488\" aria-describedby=\"caption-attachment-3488\" style=\"width: 194px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3488\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia-194x300.jpg\" alt=\"A padroniza\u00e7\u00e3o \u00e0 norma federal n\u00e3o retira o terroir do mel de abelha sem ferr\u00e3o. Foto: Ronaldo Rosa.\" width=\"194\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia-194x300.jpg 194w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia-150x232.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia-324x500.jpg 324w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Figura-2-Ciencia.jpg 356w\" sizes=\"(max-width: 194px) 100vw, 194px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3488\" class=\"wp-caption-text\">A padroniza\u00e7\u00e3o \u00e0 norma federal n\u00e3o<br \/>retira o terroir do mel de abelha sem<br \/>ferr\u00e3o. Foto: Ronaldo Rosa.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel produzido pelas abelhas-sem-ferr\u00e3o se difere do mel comercial de apis em sabor, textura e fluidez. Tamb\u00e9m apresenta potenciais propriedades medicinais e cosm\u00e9ticas. \u201cPor ter mais umidade, o mel \u00e9 mais flu\u00eddo e de sabor mais \u00e1cido, azedinho, uma caracter\u00edstica muito apreciada no mercado\u201d, detalha o pesquisador Daniel Santiago, l\u00edder do Agrobio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Ele pondera que uma das preocupa\u00e7\u00f5es dos pesquisadores, assim como dos produtores e da ind\u00fastria, \u00e9 que a padroniza\u00e7\u00e3o \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o federal retirasse do produto caracter\u00edsticas que lhe s\u00e3o \u00fanicas, como a fluidez, por exemplo, e que esse processamento impactasse tamb\u00e9m no sabor, anulando ou diminuindo algo com forte apelo comercial e sensorial para o mercado gastron\u00f4mico, o chamado terroir, essa caracter\u00edstica de algo que \u00e9 \u00fanico, inigual\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Para que essa identidade do produto se mantenha, a Embrapa tem atuado em diversas frentes para a profissionaliza\u00e7\u00e3o da cadeia, inclusive na elabora\u00e7\u00e3o de projeto de lei estadual e em comit\u00eas intergovernamentais na esfera federal. O problema imediato da padroniza\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem protocolo para ser resolvido, mas \u00e9 necess\u00e1ria legisla\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, nacional e estadual, que garanta o produto com todas as suas especificidades e tamb\u00e9m proteja os melipon\u00e1rios e seus criadores, de acordo com o cientista.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Isso porque, segundo a legisla\u00e7\u00e3o vigente, as abelhas nativas s\u00e3o consideradas animais silvestres e cada criador s\u00f3 pode ter 49 colmeias, n\u00famero\u00a0invi\u00e1vel comercialmente, pois as mel\u00edponas possuem fam\u00edlias menores e proporcionalmente, produzem menos mel. \u201cEnquanto a caixa de apis possui, em m\u00e9dia, 120 mil indiv\u00edduos e produzem entre 15 e 30 litros anuais por colmeia, as mel\u00edponas abrigam cerca de cinco mil e sua produ\u00e7\u00e3o varia de um a cinco litros por ano\u201d, explica Santiago.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Herm\u00f3genes S\u00e1, coordenador do projeto N\u00e9ctar da Amaz\u00f4nia, do Instituto Peabiru, institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pela organiza\u00e7\u00e3o dos produtores e da colheita hist\u00f3rica, acredita que a padroniza\u00e7\u00e3o \u00e0 norma federal n\u00e3o retira o terroir do mel de abelha sem ferr\u00e3o. \u201cEla permite que esse produto da Amaz\u00f4nia seja conhecido e comercializado para al\u00e9m as fronteiras locais\u201d, prev\u00ea ele, frisando que esse mel traz muito mais que um sabor diferenciado.\u201d Ele agrega preserva\u00e7\u00e3o ambiental e organiza\u00e7\u00e3o social das comunidades tradicionais envolvidas. \u00c9 abertura de mercado para um produto diferenciado e garantia de renda e organiza\u00e7\u00e3o para as comunidades\u201d, reitera S\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3489\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias.jpg\" alt=\"Quadro-ciencias\" width=\"839\" height=\"1927\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias.jpg 839w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias-131x300.jpg 131w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias-446x1024.jpg 446w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias-150x345.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Quadro-ciencias-218x500.jpg 218w\" sizes=\"(max-width: 839px) 100vw, 839px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ci\u00eancia ajuda meliponicultores paraenses a conquistar seu primeiro selo de inspe\u00e7\u00e3o federal Fonte: Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental &#8211; K\u00e9lem Cabral\u00a0(MTb 1981\/PA) &#8211; A maior produ\u00e7\u00e3o de mel de abelhas-sem-ferr\u00e3o no Par\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"parent":3421,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-3486","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3486"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3486"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3486\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3491,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3486\/revisions\/3491"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3421"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3486"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}