{"id":3102,"date":"2019-08-13T16:18:31","date_gmt":"2019-08-13T16:18:31","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=3102"},"modified":"2019-08-13T16:26:11","modified_gmt":"2019-08-13T16:26:11","slug":"artigo-5","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-152-julho-de-2019\/artigo-5\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">Ocorr\u00eancia de Hololepta (Leionota) reichii Marseul, 1853 (Coleoptera, Histeridae) um novo inimigo em colmeias de abelhas africanizadas Apis mellifera Lepeletier, 1836 (Hymenoptera: Apidae:Apinae) na localidade de Bocaina, munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio de Leverger, no estado de Mato Grosso, Regi\u00e3o Centro Oeste, Brasil.<\/h1>\n<blockquote><p>P\u00e9che, W.E.S.** &#8211; Mello, A.M. F. ** &#8211; Oliveira, J. R.* Carvalho R. W.***<br \/>\nBi\u00f3logo\/Entomologista\/Apicultor Api\u00e1rio Flor de Angico** \u2013 Bi\u00f3logo* \u2013 Msc, PhD M\u00e9dico Veterin\u00e1rio FIOCRUZ*** \u2013 <a href=\"mailto:wellpeche2004@yahoo.com.br\">wellpeche2004@yahoo.com.br<\/a> \u2013 <a href=\"mailto:anamari234@yahoo.com.br\">anamari234@yahoo.com.br<\/a>; \u2013 <a href=\"mailto:joazirr@yahoo.com.br\">joazirr@yahoo.com.br<\/a><br \/>\n<a href=\"mailto:rwcar@ensp.fiocruz.br\">rwcar@ensp.fiocruz.br<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Resumo<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Hololepta (Leionota) reichii Marseul, 1853 (Coleoptera, Histeridae) um novo inimigo das abelhas africanizadas Apis mellifera Lepeletier, 1836 (Hymenoptera: Apidae:Apinae) na localidade de Bocaina, munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio de Leverger, no estado de Mato Grosso, Regi\u00e3o Centro Oeste, Brasil. Registra-se pela primeira vez a ocorr\u00eancia do cole\u00f3ptero Hololepta (Leionota) reichii Marshall, 1853 (Coleoptera, Histeridae), em colmeias de abelhas africanizadas Apis mell\u00edfera L. na localidade de Bocaina, munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio de Leverger, Mato Grosso. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Palavras Chave<\/b>: abelhas com ferr\u00e3o, besouro, manejo racional, predadores, preju\u00edzo econ\u00f4mico<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A apicultura \u00e9 uma atividade do setor da agropecu\u00e1ria que possui grande import\u00e2ncia para a humanidade. No Brasil, nos \u00faltimos anos, a apicultura tem-se potencializado como atividade muito importante na agricultura familiar principalmente por causar impactos positivos, tanto nos aspectos sociais e econ\u00f4micos, deste modo contribuindo para a preserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas (Lopes et al. 2014; Paula Neto et al. 2006). Apicultura \u00e9 tida como uma das poucas atividades agropecu\u00e1rias que atende aos tr\u00eas requisitos da sustentabilidade: o econ\u00f4mico, o social e o ecol\u00f3gico (Wolff, et al. 2009). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A cria\u00e7\u00e3o de abelhas como todas as atividades que envolvem seres vivos, est\u00e3o sujeitas as a\u00e7\u00f5es impactantes promovidas pelos inimigos naturais. Destacando entre os inimigos naturais, os seres humanos como sendo de maior e mais danosos por destruir a vegeta\u00e7\u00e3o que servem de ref\u00fagio e forrageamento para as abelhas (KERR, et al.1999). V\u00e1rios autores, citando entre eles Nogueira Neto, (1970); Marques, et al. (2003) assinalaram outros inimigos naturais das abelhas Melliponidae, que tamb\u00e9m podem ser citados como predadores de Apis mel\u00edfera (dados informais), entre eles citam-se as aranhas, \u00e1caros, moscas, mariposas, formigas, sapos, lagartos hem\u00edpteros e besouros. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Esta nota tem por objetivo registrar a primeira ocorr\u00eancia do cole\u00f3ptero Hololepta (Leionota) reichii Marshall, 1853 (Coleoptera, Histeridae), em colm\u00e9ias de abelhas africanizadas Apis mell\u00edfera L. na localidade de Bocaina, munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio de Leverger, Mato Grosso.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>\u00c1rea de Estudo<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O api\u00e1rio Flor de Angico est\u00e1 encontra-se na localidade de Bocaina, no munic\u00edpio de Santo Ant\u00f4nio de Leverger, distante 27 quilometros da cidade de Cuiab\u00e1, capital do estado de Mato Grosso. A \u00e1rea do munic\u00edpio foi estimada em 11.735,75\u00a0km\u00b2 (IBGE, 2010 a 2014), 144 metros de altitude, coordenadas geogr\u00e1ficas: Latitude: 15\u00b0 51\u203a 17\u203a\u203a Sul, Longitude: 56\u00b0 4\u203a 13\u203a\u203a Oeste. Pertence a mesorregi\u00e3o do centro-sul matogrossense \u00e0 microrregi\u00e3o de Cuiab\u00e1 e a regi\u00e3o metropolitana do vale do Rio Cuiab\u00e1 e \u00e0 regi\u00e3o metropolitana do vale do Rio Cuiab\u00e1. O munic\u00edpio destaca como um formadores do Pantanal matogrossense. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 constitu\u00edda predominantemente de cerrado (Radambrasil, 1982). O clima, segundo a classifica\u00e7\u00e3o de K\u00f6ppen, \u00e9 Aw (subtipo savana), com temperaturas altas durante o ano (m\u00e9dia anual de 25,6 \u00baC), chuvas no ver\u00e3o (outubro-mar\u00e7o) e seca no inverno (abril-setembro) (IBGE, 2010 a 2014; Oliveira Filho, 1992). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Materiais e M\u00e9todos<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No api\u00e1rio acham-se instaladas 20 colmeias Langstroth. Durante a revis\u00e3o peri\u00f3dica realizada em novembro de 2017, pode-se constatar presen\u00e7as de cole\u00f3pteros em tr\u00eas colmeias distintas. Ao todo foram coletados 03 exemplares de cole\u00f3pteros, estando 01 em cada colmeia. Os exemplares foram armazenados em fracos de vidros de 50 ml com tampa. A identifica\u00e7\u00e3o dos cole\u00f3pteros foram realizadas com emprego do Estereomicrosc\u00f3pio Micronal (40X). O estudo entomol\u00f3gico foram realizados com base nas chaves de identifica\u00e7\u00e3o de Coleoptera Histeridae (Almeida, et al. 2009; Costa-Lima, 1950; Aballay, et al. 2013; Coletto-Silva &amp; Freire, 2006).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Resultado e discuss\u00e3o<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os exemplares foram identificados como pertencentes a ordem Coleptera (Linnaeus, 1758), que constituem no maior grupos de insetos. S\u00e3o conhecidos como besouros (portugu\u00eas), beets (ingl\u00eas), coleopteres (Frances). Acham-se agrupados na fam\u00edlia Histeridae (Gyllenhal, 1808) na qual constam c\u00earca de 3.000 esp\u00e9cies, algumas delas cosmopolitas, distribu\u00eddas em v\u00e1rias sub-fam\u00edlias, com pouco mais de 1.000 representantes na regi\u00e3o Neotr\u00f3pical. No Brasil foram listadas 85 g\u00eanero e aproximadamente 352 esp\u00e9cies (Costa Lima et al., 1988).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os hister\u00eddeos s\u00e3o atra\u00eddos por locais onde existe mat\u00e9ria org\u00e2nica em decomposi\u00e7\u00e3o, carca\u00e7as. Possuem import\u00e2ncia nos estudos forenses. As larvas e os adultos desta fam\u00edlia s\u00e3o predadores de larvas de outros insetos, sapr\u00f3fagos, xil\u00f3fagos. Entre os insetos predados pelos histerideos foram apontados Lepidoptera, Diptera e Coleoptera, deste \u00faltimo grupo citam-se aqueles agrupados na fam\u00edlia Crysomelidae e Scolitidae (Costa Lima, 1950; Costa Lima, et al.1988).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os esp\u00e9cimes encontrados nas colmeias pertence \u00e0 fam\u00edlia Histeridae (Gyllenhal, 1808) esp\u00e9cie Hololepta (Leionota) reichii Marseul (1853). Os esp\u00e9cimes geralmente, possuem a c\u00f4r negra brilhante. O corpo \u00e9 fortemente esclerosado, mais ou menos convexo, \u00e0s vezes quase globoso, ora achatado; mede de 1 mil\u00edmetro a 2 cm de comprimento, excluindo as mand\u00edbulas proeminentes longas, desde a cabe\u00e7a. A cabe\u00e7a prognata, n\u00e3o retr\u00e1til; pronoto e eletro sem perfura\u00e7\u00f5es; comprimento maior que 6,9 \u200b\u200bmm (fig. 1 e 2). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O primeiro registro de H. (L) reichii no Brasil foram assinalados por Colleto, et al. (2006) em colmeias de abelhas Melliponidae (sem ferr\u00e3o), Amaz\u00f4nia Central, Brasil. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Esses cole\u00f3pteros quando presentes nas colmeias Apis mel\u00edfera causam danos irrepar\u00e1veis, destrui\u00e7\u00e3o de favos e de abelhas em todas as fases (Fig 03), demonstrando situa\u00e7\u00e3o semelhante a observada por Colleto &amp; Freire (2006) em seus experimentos.<\/span><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-3102 gallery-columns-3 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia.png'><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"213\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia-300x213.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-3106\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia-300x213.png 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia-150x107.png 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia-500x356.png 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_1_Ocorrencia.png 748w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3106'>\n\t\t\t\tFigura 01. Hololepta (Leionata) reichii Marseul, 1853, vista dorsal. &#8211; Fonte: autores.\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia.png'><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"213\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia-300x213.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-3107\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia-300x213.png 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia-150x106.png 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia-500x355.png 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_2_Ocorrencia.png 750w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3107'>\n\t\t\t\tFigura 02. Hololepta (Leionata) reichii Marseul, 1853, vista ventral. &#8211; Fonte: autores.\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia.png'><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"186\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia-300x186.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-3108\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia-300x186.png 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia-150x93.png 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia-500x310.png 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/Figura_3_Ocorrencia.png 751w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-3108'>\n\t\t\t\tFigura 03. Res\u00edduos de favos e restos de abelhas (seta indicativa). &#8211; Fonte: autores.\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Estes achados revestem-se de grande import\u00e2ncia por registrar pela primeira vez a ocorr\u00eancia dessa esp\u00e9cie de insetos atacando colmeias de abelhas Apis mell\u00edfera (com ferr\u00e3o). Por outro lado, este registro acresce de import\u00e2ncia por ampliar a distribui\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie para regi\u00e3o de cerrado do estado de Mato Grosso, regi\u00e3o Centro Oeste, Brasil. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Aballay, F. H.; Arriagada, G.;\u00a0Flores Gustavo, E.; Centeno, N. D. An illustrated key to and diagnoses of the species of Histeridae (Coleoptera) associated with decaying carcasses in Argentina. Zookeys. (261): 61\u201384, 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Almeida L. M.; Mise, K. M. Diagnosis and key of the main families and species of South American Coleoptera of forensic importance. Revista Brasileira de Entomologia 53(2): 227\u2013244, junho 2009<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Costa, L; Vanin, S.A.; Casari-Chen, S.A. Insetos do Brasil. Larvas de Coleopteros Brasil. S\u00e3o Paulo. Universidade de S\u00e3o Paulo, 282 p. 1988.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Costa, L. Insetos do Brasil. Coleopteros do Brasil. S\u00e3o Paulo. Escola Nacional de Agronomia, Rio de Janeiro. Tomo 7. Parte 1, 372 p, 1950.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Coletto-Silva, A; Freire, D.C.B. Hololepta reichii Marseul (Coleoptera, Histeridae), um nuevo enemigo natural para la melliponicultura em la amazonia Central, Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, 23 (2) 588-591, junho 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Instituto Brasileiro Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Cidades 2010-2014. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/download\/mapa_e_municipios.php?uf=mt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/cidades.ibge.gov.br\/download\/mapa_e_municipios.php?uf=mt<\/a>. Acessado em: 10 maio de 2018.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Kerr, W. E.; Carvalho, G.A.; Nascimento, V.A.The probable consequence the destruction of Brazian stingless bees, p. 393-403. In: Padoch, P; Ayres J. M.; Penedo-Vasques, M, 1999 &amp; Henderson, A (Eds).Varzea: Diversity, development and conservation of Amazonia`s whitewater flood plant. New York, The New York Botanical Gardens Press, Section 6,407 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Lopes, M. T. R.; Gon\u00e7alves, J. C.; Message, D.; Mello, F.; Pereira, R. C. R. C. &#8211; Doen\u00e7as e inimigos naturais das abelhas I. Teresina: Embrapa Meio-Norte, 2004. 26p.; 21 cm. (Embrapa Meio-Norte. Documentos; 103). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Marques, O.M. H.R., Gil-Santana; A.C.A, Magalh\u00e3es; C.A. Carvalho. Preda\u00e7\u00e3o de Apiomerus lanipes (Fabricius,1803) Hemiptera Reduviidae sobre Apis mel\u00edfera (Linnaeus, 1758), no estado Bahia. Entomologia y Vectores, Rio de Janeiro, 10(10) 419-429, 2003.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Nogueira-Neto, P. Cria\u00e7\u00e3o de abelhas ind\u00edgena sem ferr\u00e3o (Melliponinae). S\u00e3o Paulo. Editora Tecnapis. 2\u00aa Ed. 365 p, 1970.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Oliveira Filho, A.T. The vegetation of Brazilian \u201cmurundus\u201d &#8211; the island-effect on the plant community. Journal of Tropical Ecology 8:465-486, 1992.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Paula Neto, F. L. &amp; Almeida Neto, R.M. Apicultura nordestina: principais mercados, riscos e oportunidades \u2013 Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2006. 78 p. (S\u00e9rie Documentos do ETENE, n. 12). ISBN: 85-87062-64-6 1. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Radambrasil, 1982. Levantamento de recursos naturais. V.26. Folha SD.21 Cuiab\u00e1. Minist\u00e9rio das Minas e Energia, Rio de Janeiro, p.405-429.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Wolff, L. F., Santos, R. S. S.; Melo, M. Controle Biol\u00f3gico de Tra\u00e7a-da-cera com Bacillus thuringiensis para a conserva\u00e7\u00e3o de favos na apicultura sustent\u00e1vel e agricultura familiar. Embrapa. Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 97. Pelotas, RS. ISSN 1981-5980 agosto, 2009.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ocorr\u00eancia de Hololepta (Leionota) reichii Marseul, 1853 (Coleoptera, Histeridae) um novo inimigo em colmeias de abelhas africanizadas Apis mellifera Lepeletier, 1836 (Hymenoptera: Apidae:Apinae) na localidade de Bocaina, munic\u00edpio de Santo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"parent":3044,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-3102","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3102"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3102"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3102\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3104,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3102\/revisions\/3104"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3044"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3102"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}