{"id":2761,"date":"2018-12-11T20:11:38","date_gmt":"2018-12-11T20:11:38","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=2761"},"modified":"2018-12-11T20:26:43","modified_gmt":"2018-12-11T20:26:43","slug":"artigo-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-149-novembro-de-2018\/artigo-2\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">Propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas<\/h1>\n<blockquote><p>Ana Lucia Silva Escobar<sup>1<\/sup> &#8211; F\u00e1bio Branches Xavier<sup>2<\/sup> &#8211;<\/p>\n<p><sup>1<\/sup>Bacharel em Nutri\u00e7\u00e3o. Discente do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Terapia nutricional, nutri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e fitoter\u00e1picos da UNING\u00c1\/MAXP\u00d3S\/Dourados-MS. Av. Alberto Ratier 1467, Paranhos-MS, CEP 79925-000, e-mail: <a href=\"mailto:analucia_nutricao@hotmail.com\">analucia_nutricao@hotmail.com<\/a><\/p>\n<p><sup>2<\/sup>Bacharel em Nutri\u00e7\u00e3o. Mestre em Doen\u00e7as Tropicais. Coordenador de Gradua\u00e7\u00e3o e do Programa de P\u00f3s- gradua\u00e7\u00e3o em Nutri\u00e7\u00e3o da UNING\u00c1.<br \/>\nPublicado originalmente na Revista UNING\u00c1, Maring\u00e1 \u2013 PR, N\u00ba37, p. 159-172 jul.\/set. 2013.<\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESUMO<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O assunto abordado na pesquisa foi verificar quais eram as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas mais abordadas nos estudos nacionais e internacionais. Dessa forma apresentou-se como problema quais seriam as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelha. O Objetivo da investiga\u00e7\u00e3o foi identificar as principais pesquisas com o tema propriedades fitoter\u00e1picas nos artigos publicados nas bases de dados, realizada por meio de um levantamento bibliogr\u00e1fico nas bases de dados Scielo, Lilacs e Medline, no per\u00edodo de 2003 a 2012. No processo de investiga\u00e7\u00e3o, foram analisados em uma perspectiva bibliogr\u00e1fica e descritiva. O referencial te\u00f3rico teve como foco os conceitos do mel de abelha, assim como sua classifica\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o. Apresentaram como base de interlocu\u00e7\u00e3o, autores como Silva et al. (2006), Liando e Castro (2008) e Jaganathan e Mandal (2009). O aprofundamento te\u00f3rico trouxe como reflex\u00e3o a import\u00e2ncia de realiza\u00e7\u00e3o de mais estudos que comprovem as diversas propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas. Os principais resultados mostram que o mel de abelhas possui como principal propriedade fitoter\u00e1pica ser um antiinflamat\u00f3rio, antimicrobiano e no tratamento de c\u00e2ncer. Os limites encontrados referem-se ao fato deste ser um estudo bibliogr\u00e1fico dependendo da obten\u00e7\u00e3o dos resultados de estudos j\u00e1 publicados sobre o assunto. A pesquisa evidenciou que o mel de abelhas \u00e9 visto pelos consumidores como um medicamento natural e n\u00e3o como um alimento, enfatizando a necessidade dos ensaios cl\u00ednicos realizados para comprova\u00e7\u00e3o das propriedades fitoter\u00e1picas para que no futuro o mesmo possa ser uma alternativa para tratar o c\u00e2ncer.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Palavras-chave: Mel de abelhas. Propriedades. Medicinal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel \u00e9 um dos produtos fornecidos pelas abelhas mais conhecidos e disseminados pelo mundo, foi um dos primeiros alimentos do homem, que os utilizavam tamb\u00e9m como recurso medicinal (SILVA et al., 2006). O mel \u00e9 uma subst\u00e2ncia produzida por abelhas mel\u00edferas, em especial as pertencentes ao g\u00eanero Apis, o mesmo se produz a partir do n\u00e9ctar das flores, e possui um alto valor nutricional, Bera e Almeida-Muradian (2007), Silva et al. (2006) complementaram que o mel \u00e9 constitu\u00eddo de v\u00e1rios a\u00e7ucares, havendo o predom\u00ednio de D-frutose e D- glicose, a cor do mel varia de quase incolor a marrom escuro, pode ser fluido, viscoso ou at\u00e9 mesmo s\u00f3lido e seu sabor e aroma ir\u00e3o variar de acordo com a origem da planta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O Brasil possui um grande potencial ap\u00edcola, em virtude de sua flora ser bastante diversificada, por sua extens\u00e3o territorial e pela variabilidade clim\u00e1tica existente, permitindo a produ\u00e7\u00e3o de mel o ano todo, o diferenciando dos demais pa\u00edses que normalmente colhem o mel uma vez por ano (Oliveira, 2006; Almeida Filho et al., 2011).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A utiliza\u00e7\u00e3o do mel na cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas \u00e9 amplamente referida na literatura m\u00e9dica do Egito, Gr\u00e9cia e nas tradi\u00e7\u00f5es Ayurv\u00e9dicas da \u00cdndia. Deste modo o mel reduz rapidamente as infec\u00e7\u00f5es das feridas edemas, dor e odor, ocorrendo o processo de cicatriza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m das propriedades medicinais o mel \u00e9 um \u00f3timo alimento natural para crian\u00e7as e pessoas debilitadas, dada a digestibilidade dos seus a\u00e7ucares redutores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A utiliza\u00e7\u00e3o de mel como um produto fitoter\u00e1pico, por ser uma pr\u00e1tica j\u00e1 tradicional, revelar-se-ia como sendo de grande valia, conforme Tomazzoni et al. (2006) uma vez uma parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 o utiliza como fitoter\u00e1pico, isto \u00e9, a fitoterapia poderia atender v\u00e1rias demandas de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o usu\u00e1ria deste servi\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel de abelhas tem demonstrado atrav\u00e9s de estudo que possui atividade antibacteriana e facilita a cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas, queimaduras, atuando como barreira viscosa, impedindo a entrada de subst\u00e2ncias e a perda de fluido para o meio externo (ALVES et al., 2008).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os consumidores v\u00eam tornando-se cada vez mais conscientes da import\u00e2ncia da alimenta\u00e7\u00e3o para a sa\u00fade, buscando alimentos que al\u00e9m de saud\u00e1veis possam prevenir doen\u00e7as. O mel destaca como um destes alimentos, por ser natural e possuir propriedades fitoter\u00e1picas. As propriedades medicinais do mel de abelha, assim como outros produtos da colmeia, t\u00eam sido mencionadas, por suas variedades no uso medicinal e nutricional. Cabe ressaltar que o mel \u00e9 um produto bastante conhecido \u00e9 utilizado j\u00e1 h\u00e1 muitos anos por diversas civiliza\u00e7\u00f5es (Silva et al., 2006). Diante disto, este estudo delimitou-se a demonstrar as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelha. A apicultura tem se sobressa\u00eddo devido apresentar benef\u00edcios sociais, econ\u00f4micos e ecol\u00f3gicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No Brasil milhares de emprego s\u00e3o gerados nos servi\u00e7os de manejo das abelhas, fabrica\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio de equipamentos e beneficiamento de produtos. Assim sendo, o Brasil destaca-se como possuidor de caracter\u00edsticas especiais de flora e clima que lhes confere magn\u00edfico potencial para a amplia\u00e7\u00e3o do mercado ap\u00edcola (RIBEIRO, 2010). Diante disto fez-se o seguinte questionamento: Quais ser\u00e3o as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelha?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Portanto, a realiza\u00e7\u00e3o de um estudo a respeito das propriedades fitoter\u00e1picas do mel \u00e9 relevante, visto que este produto aliment\u00edcio \u00e9 bastante apreciado pela maioria das pessoas, e muitos j\u00e1 o utilizam para tratar diversos tipos de doen\u00e7as, \u00e9 importante ent\u00e3o averiguarmos o que a literatura aborda a respeito deste assunto, para assim tra\u00e7ar um panorama atualizado sobre esta tem\u00e1tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O objetivo geral deste estudo foi descrever as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas conforme a literatura e como objetivos espec\u00edficos, identificar as principais pesquisas com o tema propriedades fitoter\u00e1picas nos artigos publicados nas bases de dados entre 2001 a 2012, detectar em qual d\u00e9cada ocorreu o maior n\u00famero de publica\u00e7\u00e3o com o tema propriedades medicinal, publicados nas bases de dados entre 2001 a 2012 e descrever qual foi \u00e0 propriedade medicinal predominante nas pesquisas envolvendo o tema propriedades medicinais do mel de abelha, publicados nas bases de dados entre 2001 a 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Mel de Abelha: conceito e caracter\u00edsticas<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel de abelhas \u00e9 um produto aliment\u00edcio produzido por abelhas melipon\u00edneas. No Brasil podem ser encontradas as esp\u00e9cies Tetragona clavicepes (Bor\u00e1), Tetragonisca angustula (Jata\u00ed), Melipona subitida (Janda\u00edra), Melipona quadrifasciata (manda\u00e7aia), Pleb\u00e9ia sp. (Mirins). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abelhas africanizadas trazidas ao Brasil s\u00e3o da esp\u00e9cie Apis mellifera, s\u00e3o classificadas em sete esp\u00e9cies diferentes: Apis fl\u00f3rea; Apis andreniformes; Apis dorsata; Apis cerana; Apis mellifera; Apis laboriosa e Apis koschevnikov. As abelhas do g\u00eanero Apis foram trazidas ao Brasil no s\u00e9culo XIX e atualmente tem ampla distribui\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds, segundo Mendes et al. (2009).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Este \u00e9 bastante apreciado por seu sabor caracter\u00edstico e por seu valor nutricional. A qualidade nutricional do mel como as vitaminas, minerais, valor energ\u00e9tico elevado, suas propriedades medicinais e propriedades sensoriais atrai cada vez um n\u00famero maior de consumidores (MACEDO, 2007).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Macedo (2007) prosseguiu relatando que o mel \u00e9 um alimento produzido, a partir do n\u00e9ctar das flores ou das secre\u00e7\u00f5es procedentes de partes vivas das plantas ou de excre\u00e7\u00f5es de insetos sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem, transforma e combinam subst\u00e2ncias espec\u00edficas pr\u00f3prias, armazenam e deixam maturar nos favos da colmeia. O n\u00e9ctar \u00e9 transportado para a colmeia, onde sofre mudan\u00e7as f\u00edsicas e qu\u00edmicas respons\u00e1veis pela sua matura\u00e7\u00e3o. O processo qu\u00edmico sofrido pelo n\u00e9ctar caracteriza-se pela a\u00e7\u00e3o de enzimas, como invertase, di\u00e1stase, glicose oxidase, catalase e fosfatase adicionadas durante o transporte do n\u00e9ctar para a colmeia, atrav\u00e9s das secre\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias gl\u00e2ndulas ligadas ao aparelho digest\u00f3rio das abelhas, deixando o produto pronto para ser regurgitado nos alv\u00e9olos do favo. O processo f\u00edsico ocorre pela desidrata\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, perda de \u00e1gua, com concentra\u00e7\u00e3o dos componentes s\u00f3lidos do mel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Classifica-se o mel em duas categorias o mel verde que \u00e9 o mel com excesso de \u00e1gua, e que ainda n\u00e3o recebeu suficiente invers\u00e3o de a\u00e7ucares por a\u00e7\u00e3o das enzimas e mel maduro, o mel pronto, denso, assimilado, desidratado. A cor do mel \u00e9 influenciada com sua origem floral, fator clim\u00e1tico durante fluxo do n\u00e9ctar e temperatura durante o amadurecimento do mel na colmeia. O sabor e aroma do mel est\u00e3o essencialmente ligados a cor, quanto mais escuro mais rico em minerais e consequentemente ter\u00e1 um sabor e aroma mais forte. O mel claro comumente apresenta baixa taxa de minerais com sabor e aroma mais leve (Silva, 2005).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pereira (2007) acrescentou que o mel pode ser classificado tamb\u00e9m da seguinte forma:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel de n\u00e9ctar ou mel de flores: mel obtido do n\u00e9ctar das plantas;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel de melada: mel obtido, principalmente, a partir de excre\u00e7\u00f5es de insetos sugadores que ficam sobre partes vivas das plantas ou de secre\u00e7\u00f5es provenientes de partes vivas das plantas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel em favos: mel armazenado pelas abelhas nos alv\u00e9olos operculados de favos constru\u00eddos recentemente pelas pr\u00f3prias abelhas ou de finas folhas de cera gravada, realizadas exclusivamente com cera de abelha, e que n\u00e3o contenham cria\u00e7\u00e3o, vendido em favos inteiros ou em sec\u00e7\u00f5es de favos;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel com peda\u00e7os de favos: mel que contem um ou v\u00e1rios peda\u00e7os de mel em favos;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel escorrido: mel obtido por escorrimento de favos desoperculados que n\u00e3o contenha cria\u00e7\u00e3o;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel centrifugado: mel obtido por centrifuga\u00e7\u00e3o de favos desoperculados que n\u00e3o contenha cria\u00e7\u00e3o;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel prensado: mel obtido por compress\u00e3o de favos que n\u00e3o contenha cria\u00e7\u00e3o, sem aquecimento, ou com aquecimento moderado de 45\u00baC, no m\u00e1ximo;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel filtrado: mel obtido por um processo de elimina\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias org\u00e2nicas ou inorg\u00e2nicas estranhas \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o que retire uma parte importante do p\u00f3len.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel monofloral: quando o n\u00e9ctar \u00e9 predominantemente origin\u00e1rio de uma \u00fanica fonte floral;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mel multifloral: quando o n\u00e9ctar recolhido \u00e9 predominantemente origin\u00e1rio de mais de uma fonte floral.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">De acordo com Ribeiro (2010) o mel incolor \u00e9 oriundo das flores como o Assa-peixe, \u00e2mbar de flores de laranjeira, escuro do eucalipto silvestre e pardo escuro do trigo sarraceno. O sabor do mel pode ir do doce suave, ao doce forte, podendo apresentar sabor \u00e1cido ou amargo. O sabor \u00e1cido do mel \u00e9 porque o este cont\u00e9m \u00e1cidos gluc\u00f4nico, c\u00edtrico, m\u00e1lico e por\u00e7\u00f5es menores do f\u00f3rmico, ac\u00e9tico, bur\u00edtico dentre outros (Silva, 2005).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">&#8220;Quimicamente o mel \u00e9 composto por a\u00e7\u00facares (70-80%), com predomin\u00e2ncia de glicose e frutose, \u00e1gua (10-20%) e outros constituintes em propor\u00e7\u00f5es m\u00ednimas como sais minerais, \u00e1cidos org\u00e2nicos, vitaminas, compostos fen\u00f3licos, prote\u00ednas e amino\u00e1cidos livres (Welke et al., 2008, p. 1737).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Quanto \u00e0 composi\u00e7\u00e3o, o mel possui dois componentes principais, glucose e frutose, al\u00e9m da \u00e1gua e outros a\u00e7ucares como a sacarose, maltose, al\u00e9m de vitaminas, \u00e1cidos org\u00e2nicos e enzimas. A umidade \u00e9 o segundo componente em quantidade achado no mel, geralmente com varia\u00e7\u00e3o entre 15% a 21% dependendo do clima, origem da planta e colheita. J\u00e1 o Hidroximetilfurfural (HMF) formado devido a rea\u00e7\u00e3o de certos a\u00e7ucares com \u00e1cidos, \u00e9 utilizado como um indicador de qualidade do mel, j\u00e1 que este em n\u00famero elevado representa uma queda de seu valor nutricional e a prote\u00edna est\u00e1 em pequena quantidade no mel (Almeida Filho et al., 2011).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O aroma, composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, colora\u00e7\u00e3o e propriedades fitoter\u00e1picas do mel, relacionam-se diretamente com a fonte de n\u00e9ctar que o originou, com a esp\u00e9cie de abelha que o produziu, com as zonas geogr\u00e1ficas e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas (Lianda; Castro, 2008). Os Brasileiros de um modo geral consideram o mel somente como um medicamento natural, entretanto ele \u00e9 um alimento rico em nutrientes, apresenta uma grande quantidade de a\u00e7ucares e menores quantidades de minerais, \u00e1cidos org\u00e2nicos, prote\u00ednas e vitaminas (OLIVEIRA, 2006).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Diante disto o mel de abelha denomina-se como uma suspens\u00e3o viscosa muito doce, \u00e9 como um alimento natural j\u00e1 utilizado pela popula\u00e7\u00e3o h\u00e1 muito tempo, como edulcorante e na preven\u00e7\u00e3o e tratamento de diversas patologias. Assim, o mel \u00e9 utilizado como fonte energ\u00e9tica, apresentando reconhecido efeito laxante. Por ser um alimento de alto valor nutritivo \u00e9 indicado para sarar fadigas f\u00edsicas e mentais, no tratamento de tosse e como agente t\u00f3pico apresenta atividade antimicrobiana. O mel tamb\u00e9m \u00e9 eficaz contra les\u00f5es g\u00e1stricas agudas e cr\u00f4nicas e possui efeito antioxidante (Ponte, 2003).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>METODOLOGIA<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Realizou-se um estudo bibliogr\u00e1fico e descritivo. A pesquisa descritiva descreve, sistematicamente, fatos e caracter\u00edsticas presentes em uma determinada popula\u00e7\u00e3o. Este tipo de pesquisa \u00e9 usada para identificar problemas e justificar condi\u00e7\u00f5es (GRESSLER, 2003).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">De acordo com Vieira et al. (2001) a revis\u00e3o de literatura \u00e9 definida como uma amostra da evolu\u00e7\u00e3o de conhecimentos sobre um tema espec\u00edfico aponta as falhas e os acertos dos diversos trabalhos na \u00e1rea, resumindo o que \u00e9 realmente importante sobre o tema.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A pesquisa foi desenvolvida em bancos de dados como: Bireme, Lilacs, Scielo, Medline e Pubmed. Que puderam contribuir para a elucida\u00e7\u00e3o do tema e dos objetivos propostos. Utilizaram-se os seguintes descritores: mel de abelhas, propriedades medicinais, utiliza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Considerando que se trata de uma pesquisa bibliogr\u00e1fica, os dados obtidos foram analisados mediante leitura e interpreta\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es que fossem relevantes para o estudo. Podendo ocorrer em exclus\u00e3o de artigos cient\u00edficos que mesmo estando relacionados ao tema, mas que n\u00e3o estejam dentro do per\u00edodo delimitado do tempo estabelecido poder\u00e1 ser exclu\u00eddo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Portanto, foram consideradas aptas para a inclus\u00e3o na pesquisa artigos, teses coletados em sites, bancos de dados de artigos cient\u00edficos que apresentem publica\u00e7\u00f5es recentes, publicados entre 2001 a 2012, preferencialmente os mais recentes, considerando que se trata de tema atual. A an\u00e1lise dos dados foi realizada mediante a percep\u00e7\u00e3o da relev\u00e2ncia das informa\u00e7\u00f5es para a verifica\u00e7\u00e3o dos objetivos descritos para este estudo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A pesquisa foi dividida em tr\u00eas momentos ou etapas: No primeiro momento procedeu-se a busca e sele\u00e7\u00e3o de artigos nos bancos de dados mencionados que se enquadravam nos crit\u00e9rios acima citados, atrav\u00e9s da leitura explorat\u00f3ria dos seus resumos. No segundo momento foi realizada a classifica\u00e7\u00e3o dos artigos. Ap\u00f3s esse momento, a etapa seguinte foi \u00e0 an\u00e1lise do conte\u00fado dos artigos, para deles extrair as informa\u00e7\u00f5es para se atingir o objetivo proposto dessa pesquisa. Ent\u00e3o, os dados foram analisados de forma descritiva, ou seja, foi realizada a leitura dos artigos e dispostos as partes relevantes para a pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>DISCUSS\u00c3O<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Cabe ressaltar que a utiliza\u00e7\u00e3o do mel na medicina \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o bastante antiga, j\u00e1 que, os ass\u00edrios, eg\u00edpcios e chineses utilizam o mel na cicatriza\u00e7\u00e3o de ferimentos e na cura de doen\u00e7as intestinais. O mel \u00e9 administrado para cura de infec\u00e7\u00f5es gastrintestinais, como por exemplo, gastrite, duodenites e \u00falcera g\u00e1strica (Macedo, 2007). Foram encontrados 14 artigos que relataram sobre as propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas, sendo observado no quadro 1 que a partir de 2008 come\u00e7aram a serem publicados mais artigos sobre o assunto e que a propriedade antiinflamat\u00f3ria e antimicrobiana foi o termo mais aplicado nos artigos pesquisados. (Quadro 1).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel \u00e9 empregado na medicina desde a antiguidade. Para Celsius um dos grandes mestres da medicina no primeiro s\u00e9culo da era crist\u00e3, j\u00e1 afirmava que o mel possu\u00eda a\u00e7\u00e3o aglutinante sobre ferimentos. Assim quando se fala em mel, t\u00eam-se as seguintes ideias: ado\u00e7ante natural, fonte de energia, alimento saud\u00e1vel, efeito cicatrizante, bom aroma e atua\u00e7\u00e3o como antimicrobiano. As aplica\u00e7\u00f5es t\u00f3picas s\u00e3o utilizadas para tratar feridas, queimaduras e abscessos (Silva; Silva, 2006).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Aroucha et al. (2008) complementam que o mel \u00e9 um alimento utilizado mundialmente, devido ser um ado\u00e7ante natural, ofertar resist\u00eancia imunol\u00f3gica, atuar como anti-inflamat\u00f3rio, analg\u00e9sico, sedativo e expectorante. A propriedade antimicrobiana do mel pode ser devida segundo Borsato et al. (2009) a baixa atividade de \u00e1gua, alta press\u00e3o osm\u00f3tica, baixo valor de pH, sistema glucose-oxidase, com a forma\u00e7\u00e3o de per\u00f3xido de hidrog\u00eanio, alta taxa de carbono e hidrog\u00eanio, presen\u00e7a de componentes vol\u00e1teis dentre outros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No estudo de Cheung e Gerber (2009) realizado com a popula\u00e7\u00e3o de Santa Catarina sobre o significado da import\u00e2ncia de consumir o mel foi observado que desde as classes mais baixas at\u00e9 as classes mais abastadas, referiram a utiliza\u00e7\u00e3o do mesmo mais como um medicamento e n\u00e3o como um alimento, entretanto a forma como o uso do mesmo ocorre \u00e9 diferenciado de uma classe para outra, nas classes mais baixas o mel de abelhas \u00e9 visto como um meio de cura de doen\u00e7as e em entre pessoas com um poder aquisitivo maior o mel de abelha \u00e9 visto como saud\u00e1vel bom para a pele para o funcionamento do organismo e serve para prevenir doen\u00e7as, \u00e9 visto como um energ\u00e9tico natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-2764\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda.jpg\" alt=\"Tabela-e-legenda\" width=\"850\" height=\"581\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda.jpg 850w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda-300x205.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda-150x103.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Tabela-e-legenda-500x342.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 850px) 100vw, 850px\" \/><\/a>Quando o mel \u00e9 comparado ao a\u00e7\u00facar comum refinado \u00e0 cana-de-a\u00e7\u00facar, o mel traz algumas vantagens, j\u00e1 que al\u00e9m de sua rica composi\u00e7\u00e3o, ele transforma os a\u00e7ucares compostos em a\u00e7ucares simples, possibilitando imediata absor\u00e7\u00e3o pelo organismo passando seus componentes diretos para o sangue. Assim a sua utiliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser apenas para nutri\u00e7\u00e3o humana, mas tamb\u00e9m por ser um alimento rico em energia, que apresenta efeito imunol\u00f3gico, possui atividade antimicrobiana, antiinflamat\u00f3ria, sedativa, analg\u00e9sica e expectorante (Ribeiro, 2010).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Farrokhi et al. (2011) concordam com a ideia de que o mel possui atividade antimicrobiana, atua como antiinflamat\u00f3rio, pode ser utilizado topicamente em feridas e queimaduras, atuando na cicatriza\u00e7\u00e3o das mesmas. Desta forma algumas formas farmac\u00eauticas de mel j\u00e1 s\u00e3o utilizadas como produto m\u00e9dico para o tratamento de feridas na Europa e Austr\u00e1lia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Como j\u00e1 foi dito, al\u00e9m das propriedades nutricionais, o mel apresenta diversas propriedades terap\u00eauticas, dentre estas propriedades, a atividade antimicrobiana tem despertado interesse nos pesquisadores. Por isso, Gon\u00e7alves et al. (2005) testaram a atividade antimicrobiana do mel de Nannotrigona testaceicornis (abelhas-\u00edndigenas-sem-ferr\u00e3o) in vitro, por meio de difus\u00e3o de Agar, foi observado que os microrganismos Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Streptococcus pyogenes e Staphylococcus sp. Foram sens\u00edveis ao mel testado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na pesquisa realizada por Kwakman et al. (2011) entre duas marcas de mel Revamil\u00ae e mel Manuka, sobre atividade in vitro microbiana destes, foi constatado que os dois m\u00e9is apresentaram atividade frente a Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Bacillus subtilis e o mel Manuka ap\u00f3s 24 horas de incuba\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi eficaz frente a Staphylococcus aureus-meticilina resistente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Al\u00e9m da atividade antimicrobiana, o mel tamb\u00e9m pode ser utilizado como inibidor da prolifera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas que causam os carcinomas epiderm\u00f3ides orais, segundo Ghashmm et al. (2010) em seu estudo experimental in vitro foi observado que o mel de abelha inibiu a prolifera\u00e7\u00e3o destas c\u00e9lulas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na pesquisa in vitro Samarghandian et al. (2011), atrav\u00e9s do cultivo de c\u00e9lulas causadoras do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em meio Dulbecco modificado Eagel a 10% de soro fetal bovino tratado com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de mel, foi observado que o mel causou morte das c\u00e9lulas que causam este tipo de c\u00e2ncer, assim no futuro o mel poder\u00e1 ser utilizado para prevenir e tratar o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, j\u00e1 que o mesmo apresentou efeito terap\u00eautico sobre o mesmo em virtude de possuir crisina um flavonoide.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Atualmente Jaganathan e Mandal (2009), Hegazi e El-Hady (2009) e Samarghandian et al. (2011) destacam que o mel possui propriedades antioxidantes que possuem efeito contra diversas patologias, como c\u00e2ncer, doen\u00e7as coron\u00e1rias, doen\u00e7as inflamat\u00f3rias e como mel como \u00e9 um alimento rico em fen\u00f3licos e outros antioxidantes como \u00e1cido asc\u00f3rbico, amino\u00e1cidos e prote\u00ednas e polifen\u00f3is encontrados no mel, o \u00e1cido caf\u00e9ico (CA), \u00e9steres de \u00e1cido caf\u00e9ico fenil, apigenina etc. se mostram eficazes contra o c\u00e2ncer.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Rodrigu\u00e9z et al. (2012) colaboraram com a ideia de que as propriedades antioxidantes do mel servem para tratar diversos tipos de patologia e que sua atividade antimicrobiana auxilia na prote\u00e7\u00e3o de diversas doen\u00e7as. Alvarez et al. (2010) complementaram que quanto mais teor fen\u00f3lico e quantidade de flavonoides o mel possuir maior ser\u00e1 a atividade antimicrobiana do mel. Conforme Lianda; Castro (2008) as subst\u00e2ncias fen\u00f3licas e flavonoides presentes no mel s\u00e3o conhecidas por apresentar propriedades farmacol\u00f3gicas, em virtude de sua a\u00e7\u00e3o sobre numerosos processos fisiol\u00f3gicos no corpo, podendo beneficiar o cora\u00e7\u00e3o, veias, f\u00edgado, sistema imunol\u00f3gico, rins, musculatura e sistema nervoso, assim das v\u00e1rias propriedades terap\u00eauticas destas subst\u00e2ncias podem ser citadas os efeitos antioxidantes, antimicrobianas, antial\u00e9rgicos, antiinflamat\u00f3rios dentre outros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>CONCLUS\u00c3O<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O mel \u00e9 visto pela maioria da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o como um alimento, mais sim como uma subst\u00e2ncia que pode curar diversos tipos de doen\u00e7as, \u00e9 visto como um medicamento natural. Observaram-se nos artigos pesquisados que o mel possui diversas propriedades fitoter\u00e1picas, tendo como destaque a a\u00e7\u00e3o antiinflamat\u00f3ria a antimicrobiana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Diante deste contexto \u00e9 necess\u00e1ria a realiza\u00e7\u00e3o de mais ensaios cl\u00ednicos com o mel de abelhas para que se tenha a comprova\u00e7\u00e3o de suas propriedades terap\u00eauticas, em especial a de sua a\u00e7\u00e3o frente \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, podendo futuramente servir como um aux\u00edlio no tratamento destas patologias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>REFER\u00caNCIAS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">ALMEIDA FILHO, J.P. et al. Estudo f\u00edsico-qu\u00edmico e de qualidade do mel de abelha comercializado no Munic\u00edpio de Pombal\u2013PB. Revista Verde. Mossor\u00f3, v. 6, n. 3, p. 83- 90, jul.\/set., 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">ALVAR\u00c9Z, S.J.M. et al. Antioxidant and antimicrobial capacity of several monofloral Cuban honeys and their correlation with color, polyphenol content and other chemical compounds. Food Chem Toxicol., v, 48, n. 8-9, p. 2490-9, ago.\/set., 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">ALVES, D.F.S. et al. Efeitos da aplica\u00e7\u00e3o t\u00f3pica do mel de Melipona subnitida em feridas infectadas de ratos. Revista Col\u00e9gio Brasileiro de Cirurgi\u00f5es. Rio de Janeiro, v. 35, n. 3, p. 188-93, mai.\/jun., 2008.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">AROUCHA, E.M.M. et al. Qualidade do mel de abelha produzidos pelos incubados da Iagram E Comercializado No Munic\u00edpio De Mossor\u00f3\/RN. Revista Caatinga. Mossor\u00f3, v. 21, n. 1, p. 211-17, jan.\/mar., 2008.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">BERA, A.; ALMEIDA-MURADIAN, L.B. de. Propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas de amostras comerciais de mel com pr\u00f3polis do estado de S\u00e3o Paulo. Ci\u00eancias Tecnologia Alimentos. Campinas, v. 27, n. 1, p. 49-52, jan.\/mar., 2007.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">BORSATO, D.M.; CRUZ, M.C.R.; ALMEIDA, M.M. Atividade antimicrobiana de m\u00e9is comercializados na Regi\u00e3o dos Campos Gerais\u2013 Paran\u00e1. Vis\u00e3o Acad\u00eamica. Curitiba, v.10, n.1, jan.\/jun., 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">CHEUNG, T.L.; GERBER, R.M. Consumo de Mel de Abelhas: an\u00e1lise dos comportamentos de comensais do Estado de Santa Catarina. Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas, v.39, n.10, out., 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">FARROKHI, M.R. et al. Effect of honey on peridural fibrosis formation after laminectomy in rats: a novel experimental study. Evidence-Based Complementary and AlternativeMedicine, v. 23, jan., 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">GHASHMM, A.A. et al. Antiproliferative effect of Tualang honey on oral squamous cell carcinoma and osteosarcoma cell lines. BMC Complement Altern Med., v. 10, n. 49, 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">GON\u00c7ALVES, A.L.; ALVES FILHO, A.; MENEZES, H. Atividade Antimicrobiana do Mel da Abelha Nativa sem ferr\u00e3o Nannotrigona Testaceicornis (Hymenoptera: Apidae, Meliponini). Arquivos Inst. Biol. S\u00e3o Paulo, v.72, n.4, p.455-9, out.\/dez., 2005.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">GRESSELER, A.L. Introdu\u00e7\u00e3o a pesquisa projetos e relat\u00f3rio. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2003.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">HEGAZI, A.G.; EL-HADY, F.K.A. Influence of Honey on the Suppression of Human Low Density Lipoprotein (LDL) Peroxidation (In vitro). Evid Based Complement Alternat Med v. 6, n. 1, p. 113\u201321, mar., 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">JAGANATHAN, S.K.; MANDAL, M. Antiproliferative effects of honey and of its polyphenols: a review. J Biomed Biotechnol., v. 83, n. 19, jul., 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">LIANDA, R.L.P.; CASTRO, R.N. Isolamento e identifica\u00e7\u00e3o da Morina em Mel Brasileiro de Apis mellifera. Qu\u00edmica Nova, v. 31, n. 6, p. 1472-5, 2008.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">KWAKMAN, P.H.S. et al. Two major medicinal honeys have different mechanisms of bactericidal activity. Plos One, v. 6, n. 3, p. 17703-9, 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">MACEDO, L.N. Propriedades Prebi\u00f3ticas e Antimicrobianas de Mel de Abelha. 73f. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado (Ci\u00eancias do Alimento). Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Serop\u00e9dica, 2007.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">MENDES, C.G. et al. As an\u00e1lises de mel: revis\u00e3o. Revista Caatinga. Mossor\u00f3, v. 22, n. 2, p. 7-14, abr.\/jun., 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">OLIVEIRA, M.F.J. Gest\u00e3o agroindustrial: um estudo sobre o modelo \u201cSebrae-RN\u201d de Produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha no Rio Grande do Norte. 68f. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado (Ci\u00eancias em Engenharia de produ\u00e7\u00e3o). Universidade Federal do Rio do Norte. Natal, 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">PEREIRA, P.M.J.F. Propriedades antimicrobianas do mel. 44f. Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso. Universidade do Porto. Porto, 2007.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">PONTE, F.L.R. Toxicidade pr\u00e9-clinica de fitoter\u00e1picos \u00e0 base de mel de abelha, pr\u00f3polis e extratos de mikania glomerata, eucalyptus globulus ou da associa\u00e7\u00e3o zingiber officinale e allium sativum erm roedores. 78f. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado (Fisiologia). Universidade Federal de Pernambuco. Recife, 2003.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">RIBEIRO, R.O.R. Elementos tra\u00e7o em m\u00e9is de abelha (Apis mellifera) do estado do Rio de Janeiro, Brasil: influ\u00eancias da sazonalidade. 107. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado (Medicina veterin\u00e1ria). Universidade Federal Fluminense. Niter\u00f3i, 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">RODRIGU\u00c9Z, B.A. et al. Quality parameters and antioxidant and antibacterial properties of some Mexican honeys. Food Sci., v. 77, n. 1, p. 121-7, jan., 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">SAMARGHANDIAN, S.; AFSHARI, J.T.; DAVOODI, S. Honey induces apoptosis in renal cell carcinoma. Pharmacogn Mag. v. 7, n. 25, p. 46\u201352, jan.\/mar., 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">SILVA, K.F.N.L. Caracteriza\u00e7\u00e3o de m\u00e9is da regi\u00e3o do Baixo Jaguaribe\u2013CE. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado (Engenharia Agr\u00edcola). 160f. Universidade Federal de Campina Grande. Campina Grande, 2005.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">SILVA, R.A. et al. Composi\u00e7\u00e3o e propriedades terap\u00eauticas do Mel de Abelha.Alimentos e Nutri\u00e7\u00e3o. Araraquara, v. 17, n. 1, p. 113-20, jan.\/mar., 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">TOMAZZONI, M.I.; NEGRELLE, R.R.B.; CENTA, M.L. Fitoterapia popular: a busca instrumental enquanto pr\u00e1tica terapeuta. Texto &amp; Contexto Enfermagem. Florian\u00f3polis, v. 15, n. 1, p. 115-21, jan.\/mar., 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">WELKE, J.E. et al. Caracteriza\u00e7\u00e3o f\u00edsico-qu\u00edmica de m\u00e9is de Apis mellifera L. da regi\u00e3o noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Ci\u00eancia Rural. Santa Maria, v. 38, n. 6, p. 1737-41, set., 2008.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">VIEIRA, S.; HORSSNE, A.; SAAD, W. Metodologia cientifica para a \u00e1rea de sa\u00fade. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Propriedades fitoter\u00e1picas do mel de abelhas Ana Lucia Silva Escobar1 &#8211; F\u00e1bio Branches Xavier2 &#8211; 1Bacharel em Nutri\u00e7\u00e3o. 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