{"id":2449,"date":"2018-06-19T20:06:53","date_gmt":"2018-06-19T20:06:53","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=2449"},"modified":"2018-06-19T20:10:38","modified_gmt":"2018-06-19T20:10:38","slug":"artigo-4","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-146-maio-de-2018\/artigo-4\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">DESENVOLVIMENTO LARVAL DE Apis mellifera SUBMETIDAS A DIFERENTES POSI\u00c7\u00d5ES DE C\u00daPULAS PARA PRODU\u00c7\u00c3O DE RAINHAS<\/h1>\n<blockquote><p>Felipe Jackson de Farias Silva<sup>1<\/sup>, Erika Bruna de Ara\u00fajo Silva<sup>1<\/sup>, Marianna Suellen Bispo Viera<sup>1<\/sup>, Katia Nunes de Farias<sup>1<\/sup>, Ana Maria Torres de Paula<sup>1<\/sup>, Leandro Douglas Silva Santos<sup>1<\/sup>, Carolyny Batista Lima<sup>1<\/sup>, Adriana Aparecida Pereira<sup>1<\/sup><br \/>\n<sup>1<\/sup> Universidade Federal de Alagoas, campus Arapiraca<br \/>\n<a href=\"mailto:felipe.jackson2@gmail.com\">felipe.jackson2@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:erikabruna.as@gmail.com\">erikabruna.as@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:mariisuellenvieira@gmail.com\">mariisuellenvieira@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:nf_kattia@hotmail.com\">nf_kattia@hotmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:anamariatorres97@gmail.com\">anamariatorres97@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:cblzte@hotmail.com\">cblzte@hotmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:adri_zoo@hotmail.com\">adri_zoo@hotmail.com<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESUMO<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Objetivou-se com o presente estudo avaliar o desenvolvimento larval de Apis mellifera submetidas a diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas para produ\u00e7\u00e3o de rainhas. O experimento foi realizado no Setor de Apicultura da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, localizado no munic\u00edpio de Arapiraca &#8211; AL. Inicialmente ofertou-se alimenta\u00e7\u00e3o estimulante para simular um per\u00edodo alto fluxo de n\u00e9ctar. Ap\u00f3s esse per\u00edodo, foram retiradas larvas de uma colmeia matriz, para realiza\u00e7\u00e3o da enxertia em c\u00fapulas de cera e posterior inser\u00e7\u00e3o destas em uma colmeia recria para verificar a facilidade de aceita\u00e7\u00e3o. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 3 tratamentos (T1=c\u00fapulas posicionadas para baixo; T2=c\u00fapulas voltadas para cima e T3= c\u00fapulas posicionadas horizontalmente) e 10 repeti\u00e7\u00f5es cada.A rejei\u00e7\u00e3o de 100% em 72 horas ocorreu tanto para o quadro inserido na colmeia recria com adi\u00e7\u00e3o de geleia real da pr\u00f3pria colmeia quanto com geleia artificial.N\u00e3o foi poss\u00edvel avaliar as caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas das abelhas rainhas rec\u00e9m-nascidas Apis mellifera nas diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapula devido ao alto \u00edndice de mortalidade das larvas, sendo necess\u00e1rio novas pesquisas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Palavras-chave: Apicultura, Produ\u00e7\u00e3o de rainha, Realeira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>INTRODU\u00c7\u00c3O e OBJETIVOS<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2450\" aria-describedby=\"caption-attachment-2450\" style=\"width: 657px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2450\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 1- Revis\u00e3o de colmeias (A) e alimenta\u00e7\u00e3o artificial pastosa (B).\" width=\"657\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento.jpg 657w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento-300x98.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento-150x49.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_1_Desenvolvimento-500x163.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 657px) 100vw, 657px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2450\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1- Revis\u00e3o de colmeias (A) e alimenta\u00e7\u00e3o artificial pastosa (B).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A apicultura \u00e9 uma atividade que depende de diversos fatores para seu desenvolvimento (PEREIRA et al., 2006), desde a disponibilidade de recursos naturais at\u00e9 a qualidade gen\u00e9tica e produtiva das rainhas. Nesse aspecto, deve-se considerar que a rainha sofre acentuado desgaste ao longo de sua vida reprodutiva, especialmente em regi\u00f5es tropicais, devendo ser substitu\u00edda regularmente, a fim de manter a produ\u00e7\u00e3o da colmeia elevada (BOAVENTURA E SANTOS, 2006).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2451\" aria-describedby=\"caption-attachment-2451\" style=\"width: 657px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2451\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 2 \u2013 Extra\u00e7\u00e3o da realeira e coleta de geleia real (A), coleta das larvas (B).\" width=\"657\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento.jpg 657w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento-300x93.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento-150x47.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_2_Desenvolvimento-500x155.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 657px) 100vw, 657px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2451\" class=\"wp-caption-text\">Figura 2 \u2013 Extra\u00e7\u00e3o da realeira e coleta de geleia real (A), coleta das larvas (B).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O processo de cria\u00e7\u00e3o artificial de rainhas iniciou-se na Gr\u00e9cia antiga e, sendo constantemente melhorado, tornou-se corriqueiro e amplamente realizado por grandes produtores, que podem produzir rainhas para atender suas pr\u00f3prias necessidades ou faz\u00ea-lo para venda a outros apicultores (B\u00dcCHLER et al., 2013). No entanto, destaca WIESE (2005), a maioria dos pequenos apicultores n\u00e3o realiza a substitui\u00e7\u00e3o controlada das rainhas, deixando que esta ocorra naturalmente, quando a rainha morre ou encontra-se com baixo estoque de espermatozoides em sua espermateca, o que afeta a produ\u00e7\u00e3o e favorece a enxamea\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">V\u00e1rios fatores podem influenciar na qualidade das rainhas, como a idade da larva utilizada, a quantidade de geleia real ofertada, as condi\u00e7\u00f5es gerais da colmeia em que foi produzida, o tamanho e posi\u00e7\u00e3o da realeira, dentre outros (ALBARRAC\u00cdN et al, 2006). <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2452\" aria-describedby=\"caption-attachment-2452\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2452\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 3 \u2013 Confec\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas(A e B) e quadro com c\u00fapulas voltadas para baixo (C)\" width=\"561\" height=\"241\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento-300x129.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento-150x64.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_3_Desenvolvimento-500x215.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2452\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3 \u2013 Confec\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas(A e B) e quadro com c\u00fapulas voltadas para baixo (C)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Assim, objetivou-se, com este trabalho, avaliar o efeito de diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas sobre o desenvolvimento das larvas de Apis mellifera.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>METODOLOGIA<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O experimento ocorreu,no Setor de Apicultura da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, localizado no munic\u00edpio de Arapiraca-AL. Inicialmente, foi ofertada alimenta\u00e7\u00e3o pastosa estimulante a base de p\u00f3len, prote\u00edna de soja, a\u00e7\u00facar mascavo e \u00e1gua, para simular um per\u00edodo de intenso fluxo alimentar, a fim de fortalecer os enxames, para posterior sele\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o da colmeia mais forte, e coleta de larvas de 1 a 3 dia de vida segundo metodologia de DOOLITTLE(1889). (Figura 1).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Passados 30 dias do in\u00edcio da alimenta\u00e7\u00e3o das colmeias, a mais forte foi selecionada e dividida. Ap\u00f3s 4 dias da divis\u00e3o foram retiradas da colmeia recria (\u00f3rf\u00e3), as realeiras puxadas para extra\u00e7\u00e3o da geleia real e um quadro com crias de 1 a 3 dias de vida da colmeia matriz (Figura 2).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No intervalo entre a alimenta\u00e7\u00e3o e a divis\u00e3o da colmeia foram confeccionadas e fixadas 30 c\u00fapulas de cera de aproximadamente 10 mm de di\u00e2metro e 12 mm de altura,em um barrote de madeira fixado em um \u00fanico quadro porta c\u00fapulas, nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (T1=10 c\u00fapulas posicionadas para cima; T2=10 c\u00fapulas posicionadas horizontalmente e T3= 10 c\u00fapulas voltadas para baixo). Foi confeccionado tamb\u00e9m um quadro com c\u00fapulas posicionadas somente para baixo, introduzido na colmeia recria durante o per\u00edodo de alimenta\u00e7\u00e3o, afim da colmeia matriz se adaptar ao cheiro do quadro e para estimular a aceita\u00e7\u00e3o das larvas pelas oper\u00e1rias (Figura 3). <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2453\" aria-describedby=\"caption-attachment-2453\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2453\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 4\u2013 Quadro porta c\u00fapulas fixadas nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (A) e larva com geleia real na c\u00fapula de cera (B)\" width=\"561\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento-300x103.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento-150x52.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_4_Desenvolvimento-500x172.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2453\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4\u2013 Quadro porta c\u00fapulas fixadas nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (A) e larva com geleia real na<br \/>c\u00fapula de cera (B)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No dia da enxertia as c\u00fapulas foram previamente preparadas com aproximadamente 0,5ml de geleia real dilu\u00edda em \u00e1gua destilada na propor\u00e7\u00e3o de 1\/1, para posteriormente as larvas ser transferidas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Ap\u00f3s a enxertia, um quadro com 30 larvas (10 em cada posi\u00e7\u00e3o) foi inserido na colmeia recria, enquanto outro quadro com mais 30 larvas (10 em cada posi\u00e7\u00e3o) foi mantido em laborat\u00f3rio em um capela, com l\u00e2mpadas de 40w e bacias com \u00e1gua, com temperatura entre 28 e 30\u00b0Ce umidade entre 60 e 77% e por fim, mais 30 larvas, enxertadas em c\u00fapulas como as demais e alocadas dentro de dois dessecadores, com \u00e1gua no compartimento para s\u00edlica, para a manuten\u00e7\u00e3o da umidade relativa, sendo esses, acondicionados em uma c\u00e2mara de incuba\u00e7\u00e3o (BOD) com controle de temperatura, modelo LT 320 TPF-I, da marca Climatec\u00ae, possibilitando maior controle de temperatura e umidade (\u00b134\u00b0C e UR 96%) (Figura 5).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2454\" aria-describedby=\"caption-attachment-2454\" style=\"width: 654px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2454\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 5- Enxertia das larvas na colmeia recria (A), na capela (B) e na BOD (C)\" width=\"654\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento.jpg 654w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento-300x104.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento-150x52.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_5_Desenvolvimento-500x173.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 654px) 100vw, 654px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2454\" class=\"wp-caption-text\">Figura 5- Enxertia das larvas na colmeia recria (A), na capela (B) e na BOD (C)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Diariamente, as larvas mantidas em laborat\u00f3rio foram avaliadas com aux\u00edlio de um microsc\u00f3pio digital para verificar o \u00edndice de mortalidade. Essas observa\u00e7\u00f5es eram feitas num menor espa\u00e7o de tempo, a fim de evitar exposi\u00e7\u00e3o das larvas a condi\u00e7\u00f5es ambientais desfavor\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As larvas vivas eram alimentadas \u00e0s 08:00h e \u00e0s 16:00h, com o aux\u00edlio de uma esp\u00e1tula, com a mesma solu\u00e7\u00e3o de geleia real e \u00e1gua destilada, na propor\u00e7\u00e3o de 1\/1. Para as larvas inseridas na colmeia recria, a observa\u00e7\u00e3o de aceita\u00e7\u00e3o das realeiras pelas larvas e oper\u00e1rias foi feita 72 horas ap\u00f3s a coloca\u00e7\u00e3o do quadro no interior do ninho. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 3 tratamentos e 10 repeti\u00e7\u00f5es. Os dados obtidos foram digitados em planilhas eletr\u00f4nicas, analisados descritivamente e expressos em percentuais, utilizando o programa Microsoft Excel.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2455\" aria-describedby=\"caption-attachment-2455\" style=\"width: 649px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2455\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 7- C\u00fapulas rejeitadas pelas oper\u00e1rias (A); realeiras constru\u00eddas no quadro do ninho(B); larvas de laborat\u00f3rio (capela) cristalizadas mortas com 96 horas (C) e larvas da c\u00e2mara de incuba\u00e7\u00e3o (BOD) mortas com 8 dias de vida (D).\" width=\"649\" height=\"148\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento.jpg 649w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento-300x68.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento-150x34.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_7_Desenvolvimento-500x114.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 649px) 100vw, 649px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2455\" class=\"wp-caption-text\">Figura 7- C\u00fapulas rejeitadas pelas oper\u00e1rias (A); realeiras constru\u00eddas no quadro do ninho(B);<br \/>larvas de laborat\u00f3rio (capela) cristalizadas mortas com 96 horas (C) e larvas da c\u00e2mara de<br \/>incuba\u00e7\u00e3o (BOD) mortas com 8 dias de vida (D).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESULTADOS E DISCUSS\u00d5ES<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">N\u00e3o foi poss\u00edvel avaliar a rela\u00e7\u00e3o entre a posi\u00e7\u00e3o das realeiras sobre as caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas das rainhas, pois nas cinco tentativas, sendo 2 na colmeia recria, 2 na capela e 1 na c\u00e2mara de incuba\u00e7\u00e3o (BOD) nenhuma larva sobreviveu mais que 8 dias. As larvas enxertadas, postas na colmeia recria nas diferentes posi\u00e7\u00f5es foram todas retiradas das c\u00fapulas e transferidas pelas oper\u00e1rias para realeiras constru\u00eddas nos quadros do ninho (Figura 7A e B). As larvas criadas em laborat\u00f3rio s\u00f3 sobreviveram at\u00e9 o 4\u00ba e 8\u00ba dia em ambas as posi\u00e7\u00f5es, na capela (Figura 7C) e na BOD (Figura 7D) respectivamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas, HALAK (2012), encontrou como valores m\u00e9dios de refer\u00eancia para rainhas Apis mellifera, peso \u00e0 emerg\u00eancia de 215,64 mg, comprimento de abd\u00f4men de 11,65 mm e largura de abd\u00f4men igual a 5,09 mm. O autor ainda aponta a rela\u00e7\u00e3o de tais medidas com a prolificidade da rainha e a produtividade da col\u00f4nia, uma vez que rainhas mais pesadas tendem a possuir maior sistema reprodutivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A rejei\u00e7\u00e3o de 100% em 72 horas ocorreu tanto para o quadro inicialmente inserido na colmeia matriz para verificar a aceita\u00e7\u00e3o por parte das oper\u00e1rias, com larvas sem adi\u00e7\u00e3o de geleia real, quanto para o quadro porta c\u00fapulas inserido na colmeia recria com adi\u00e7\u00e3o de geleia real produzida na pr\u00f3pria colmeia quanto para adquirida comercialmente. Tais valores diferem consideravelmente daqueles encontrados por ALBARRAC\u00cdN et al. (2006) e PEREIRA et al. (2006), que obtiveram, ambos, altos n\u00edveis de aceita\u00e7\u00e3o de c\u00fapulas trabalhando com abelhas africanizadas em regi\u00f5es tropicais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Existem v\u00e1rios fatores que podem influenciar a aceita\u00e7\u00e3o de larvas para produ\u00e7\u00e3o de rainhas por oper\u00e1rias de Apis mellifera, como temperatura, umidade, radia\u00e7\u00e3o solar, fluxo de n\u00e9ctar e n\u00famero de larvas transferidas. (PEREIRA, 2013; TOLEDO, 2012). Al\u00e9m disso, GARCIA et al.(2000)sugere que existe correla\u00e7\u00e3o entre colora\u00e7\u00e3o e textura das c\u00fapulas com a aceita\u00e7\u00e3o destas pelas oper\u00e1rias.Por\u00e9m esta possibilidade foi descartada por este experimento, uma vez que, as c\u00fapulas foram fabricadas a partir de cera retirada da pr\u00f3pria colmeia matriz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">J\u00e1 as larvas mantidas em laborat\u00f3rio (capela) sem controle preciso de umidade e temperatura morreram todas no 4\u00ba dia experimental em todos os tratamentos, devido a cristaliza\u00e7\u00e3o da geleia real (Figura 7D). Ap\u00f3s pequenos testes realizados posteriormente, constatou-se que tal cristaliza\u00e7\u00e3o ocorre devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o da geleia real a umidade abaixo de 90%, o que faz com que a mesma perca a umidade e cristalize, matando a larva. Este \u00e9 provavelmente o principal motivo de v\u00e1rios autores (CRIELSHEIM et al., 2013;KAMAKURA, 2011; HANSER, 1983) recomendarem a utiliza\u00e7\u00e3o de UR superior a 90% para cria\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio de larvas de Apis mellifera.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2457\" aria-describedby=\"caption-attachment-2457\" style=\"width: 684px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2457\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Tabela 1- Fases larval de abelhas Apis mellifera mantidas em BOD submetidas a diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas\" width=\"684\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento.jpg 684w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento-300x93.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento-150x47.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Tabela_1_Desenvolvimento-500x156.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2457\" class=\"wp-caption-text\">Tabela 1- Fases larval de abelhas Apis mellifera mantidas em BOD submetidas a diferentes<br \/>posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Apesar do controle das condi\u00e7\u00f5es ambientais das larvas acondicionadas na BOD, ocorreu mortalidade de 100% das mesmas em todos os tratamentos. Os \u00edndices di\u00e1rios de mortalidade podem ser observados na tabela 1. Tais resultados diferem daqueles encontrados por KAMAKURA (2011) e HANSER (1983), que trabalhando com produ\u00e7\u00e3o de rainhas em laborat\u00f3rio, conseguiram \u00edndices satisfat\u00f3rios de sobreviv\u00eancia (&gt;80%).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2456\" aria-describedby=\"caption-attachment-2456\" style=\"width: 554px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2456\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento.jpg\" alt=\"Figura 8 - \u00cdndice de mortalidade di\u00e1rio de larvas Apis mellifera mantidas em BOD submetidas a diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas\" width=\"554\" height=\"317\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento.jpg 554w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento-300x172.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento-150x86.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Figura_8_Desenvolvimento-500x286.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 554px) 100vw, 554px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2456\" class=\"wp-caption-text\">Figura 8 &#8211; \u00cdndice de mortalidade di\u00e1rio de larvas Apis mellifera mantidas em BOD submetidas a<br \/>diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A figura 8 mostra o \u00edndice di\u00e1rio de mortalidade das larvas mantidas na c\u00e2mara incubadora. O n\u00famero de larvas mortas n\u00e3o segue um padr\u00e3o, oscilando tanto no tempo quanto entre os tratamentos. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O excesso de umidade e de temperatura na fase de transi\u00e7\u00e3o de larva para pupa pode ter rela\u00e7\u00e3o com a mortalidade das larvas. Em uma condi\u00e7\u00e3o natural dentro da colmeia, o final da fase larval da rainha ocorre entre 6 a 7 dias ap\u00f3s a eclos\u00e3o, nessa hora a c\u00e9lula \u00e9 operculada e a larva muda de posi\u00e7\u00e3o, passando a ficar reta, im\u00f3vel e n\u00e3o se alimentam. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No 6\u00ba e no 7\u00ba dia experimentais observou-se principalmente nas larvas que estavam acondicionadas nas c\u00fapulas voltadas para baixo, queda e morte das larvas, possivelmente por estarem mudando de posi\u00e7\u00e3o, ficando de cabe\u00e7a para baixo e reta e as c\u00fapulas n\u00e3o estavam operculadas. No s\u00e9timo e no oitavo dia as larvas estavam apresentando taquipn\u00e9ia, ou seja, respira\u00e7\u00e3o acelerada, talvez a alta temperatura e umidade nessa fase tenham dificultado a perda de calor pela respira\u00e7\u00e3o, e alterado a temperatura corporal, uma vez que as abelhas s\u00e3o insetos homeot\u00e9rmicos. Nessa linha, TOLEDO (1991) e COSTA (2007) encontraram correla\u00e7\u00e3o negativa entre alta umidade e \u00e1rea no ninho ocupada por ovos e larvas de Apis mellifera, indicando que existem limites m\u00e1ximos de umidade que as crias podem suportar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Como visto na tabela 1, n\u00e3o foram observadas diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas entre os tratamentos no que diz respeito ao desenvolvimento das mesmas, at\u00e9 a fase larval que foi poss\u00edvel de acompanhar. No entanto, vale ressaltar que algumas larvas apresentaram atraso em seu desenvolvimento, visto haver uma grande diferen\u00e7a de tamanho entre larvas de mesma idade. Tal fato ocorreu em todos os tratamentos, indicando que a posi\u00e7\u00e3o da c\u00fapula n\u00e3o teve efeito sobre o atraso de desenvolvimento das larvas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">N\u00e3o foi poss\u00edvel avaliar as caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas das abelhas rainhas rec\u00e9m-emergidas Apis mel\u00edfera nas diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapula devido ao fato de que nenhuma larva chegou ao est\u00e1gio final de desenvolvimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>CONCLUS\u00d5ES<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A posi\u00e7\u00e3o da c\u00fapula inserida tanto na colmeia recria quanto nos quadros para cria\u00e7\u00e3o das larvas em laborat\u00f3rio pode n\u00e3o ter sido o fator crucial para sobreviv\u00eancia das larvas, sendo necess\u00e1rias novas pesquisas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Albarrac\u00edn, V. N. et al. Aceita\u00e7\u00e3o de larvas de diferentes grupos gen\u00e9ticos de Apis mellifera na produ\u00e7\u00e3o de abelhas rainhas. Archivos Latinoamericanos de Producci\u00f3n Animal. 2006. Vol. 14.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Boaventura, M. C., SANTOS, G. T. Produ\u00e7\u00e3o de abelha rainha pelo m\u00e9todo da enxertia. Bras\u00edlia: LK Editora e Comunica\u00e7\u00e3o, 2006. 140 p. il. (Cole\u00e7\u00e3o Tecnologia F\u00e1cil). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">B\u00fcchler, R. et al. Standard methods for rearing and selection of Apis mellifera queens. Journal of Apicultural Research. 52. 2013. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Costa, F. M .Desenvolvimento de col\u00f4nias de abelhas Apis melliferaafricanizadas na regi\u00e3o de Maring\u00e1, Estado do Paran\u00e1. Acta Sci. Anim. Sci. Maring\u00e1, v. 29, n. 1, p. 101-108, 2007 <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Crielsheim, K. et al. Standard methods for artificial rearing of Apis mellifera larvae. Journal of Apicultural Research. 52. 2013. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Garcia, R.C.; MALERBO-SOUZA, D.T.; NOGUEIRA-COUTO, R.H. C\u00fapulas comerciais para produ\u00e7\u00e3o de geleia real e rainhas em colmeias de abelhas Apis mellifera. Scientia Agr\u00edcola, v. 57, n. 2, p. 367-370, 2000.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Halak, A. L. Par\u00e2metros e correla\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e fenot\u00edpicas para peso e medidas morfom\u00e9tricas em rainhas Apis mellifera africanizadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Hanser, G. (1983) Rearing queen bees in the laboratory. In F Ruttner (Ed.). Queen rearing: Biological basis and technical instruction. Apimondia Publishing House; Bucharest, Romania. pp: 63-81.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Kamakura, M. (2011) Royalactin induces queen differentiation in honey bees. Nature. 473: 478-483. <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1038\/nature10093\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1038\/nature10093<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pereira, D. S. et al. Produ\u00e7\u00e3o de rainhas (Apis mellifera L.), e taxa de fecunda\u00e7\u00e3o natural em quatro munic\u00edpios do nordeste brasileiro. Revista Verde, Mossor\u00f3 \u2013 RN, v. 8, n. 2, 2013. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pereira, F. M. et al. Desenvolvimento de col\u00f4nias de abelhas com diferentes alimentos proteicos. Pesquisa agropecu\u00e1ria brasileira, Bras\u00edlia, v.41, n.1, 2006. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Toledo, V.A.A. Desenvolvimento de colmeias h\u00edbridas de Apis mellifera e seu comportamento na aceita\u00e7\u00e3o e manejo da cera. 1991. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado)\u2013Faculdadede Ci\u00eancias Agr\u00e1rias e Veterin\u00e1rias, Universidade Estadual Paulista, Jaboticabal, 1991.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Toledo, V. A. A.; mouro, G. F.. Produ\u00e7\u00e3o de geleia real com abelhas africanizadas selecionadas e c\u00e1rnicas h\u00edbridas. R. Bras. Zootec., Vi\u00e7osa , v. 34, n. 6, Dec. 2005 <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Toledo, V. A. A. et al. Produ\u00e7\u00e3o de realeiras em col\u00f4nias h\u00edbridas de Apis mellifera L. e longevidade de rainhas. Gl. Sci. Technol., Rio Verde, v.05, n.02, p.176 \u2013 185. 2012. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Wiese, H. (Org.) Apicultura, Novos Tempos. Porto Alegre: Agropecu\u00e1ria, 2005. 493p<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESENVOLVIMENTO LARVAL DE Apis mellifera SUBMETIDAS A DIFERENTES POSI\u00c7\u00d5ES DE C\u00daPULAS PARA PRODU\u00c7\u00c3O DE RAINHAS Felipe Jackson de Farias Silva1, Erika Bruna de Ara\u00fajo Silva1, Marianna Suellen Bispo Viera1, Katia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2418,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-2449","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2449"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2449"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2449\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2461,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2449\/revisions\/2461"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2449"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}