{"id":2439,"date":"2018-06-19T17:51:32","date_gmt":"2018-06-19T17:51:32","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=2439"},"modified":"2018-06-19T18:01:49","modified_gmt":"2018-06-19T18:01:49","slug":"artigo-3","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-146-maio-de-2018\/artigo-3\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">ACEITA\u00c7\u00c3O DAS LARVAS A DIFERENTES POSI\u00c7\u00d5ES DAS C\u00daPULAS UTILIZADAS PARA PRODU\u00c7\u00c3O DE ABELHA RAINHA Apis mellifera<\/h1>\n<blockquote><p>Felipe Jackson de Farias Silva<sup>1<\/sup>, Erika Bruna de Ara\u00fajo Silva<sup>1<\/sup>, Marianna Suellen Bispo Viera<sup>1<\/sup>, Katia Nunes de Farias<sup>1<\/sup>, Dion\u00edsio Santino Barbosa de Oliveira<sup>1<\/sup>, Carolyny Batista Lima<sup>1<\/sup>, Adriana Aparecida Pereira<sup>1<\/sup><br \/>\n<sup>1<\/sup> Universidade Federal de Alagoas, campus Arapiraca<br \/>\n<a href=\"mailto:felipe.jackson2@gmail.com\">felipe.jackson2@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:erikabruna.as@gmail.com\">erikabruna.as@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:mariisuellenvieira@gmail.com\">mariisuellenvieira@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:nf_kattia@hotmail.com\">nf_kattia@hotmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:anamariatorres97@gmail.com\">anamariatorres97@gmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:cblzte@hotmail.com\">cblzte@hotmail.com<\/a>; <a href=\"mailto:adri_zoo@hotmail.com\">adri_zoo@hotmail.com<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESUMO<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Objetivou-se com o presente estudo avaliar a aceita\u00e7\u00e3o de c\u00fapulas para produ\u00e7\u00e3o de abelhas Apis mellifera inseridas em tr\u00eas diferentes posi\u00e7\u00f5es. O experimento foi realizado no Setor de Apicultura da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, localizado no munic\u00edpio de Arapiraca &#8211; AL. As colmeias experimentais receberam uma alimenta\u00e7\u00e3o estimulante para simular um per\u00edodo de florada. Passados 30 dias do in\u00edcio da alimenta\u00e7\u00e3o das colmeias, a mais forte foi selecionada e dividida. Ap\u00f3s 4 dias da divis\u00e3o foram retiradas da colmeia recria (\u00f3rf\u00e3), as realeiras puxadas para extra\u00e7\u00e3o da geleia real e um quadro com crias de 1 a 3 dias de vida da colmeia matriz. Ap\u00f3s a enxertia, o quadro porta c\u00fapula foi inserido na colmeia recria. Foi avaliado 72 horas ap\u00f3s a enxertia o percentual de aceita\u00e7\u00e3o das realeiras pelas oper\u00e1rias. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 3 tratamentos (T1= c\u00fapulas posicionadas para cima; T2= c\u00fapulas posicionadas horizontalmente e T3= c\u00fapulas posicionadas para baixo) e 10 repeti\u00e7\u00f5es. Ap\u00f3s duas tentativas de realiza\u00e7\u00e3o do experimento, verificou-se rejei\u00e7\u00e3o de 100% das c\u00fapulas inseridas, em todos os tratamentos.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: large;\">Palavras-chave: Apicultura, Enxertia, Produ\u00e7\u00e3o de rainha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>INTRODU\u00c7\u00c3O e OBJETIVOS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O processo de produ\u00e7\u00e3o artificial de rainhas consiste, basicamente, em simular nas colmeias recrias as condi\u00e7\u00f5es que levariam as oper\u00e1rias a criarem novas rainhas, como alto fluxo de n\u00e9ctar, grande n\u00famero de abelhas nutrizes e\u00a0aus\u00eancia da rainha, a partir de t\u00e9cnicas como alimenta\u00e7\u00e3o artificial, permuta de quadros de cria com outras colmeias, orfana\u00e7\u00e3o de enxames ou uso de telas excluidoras de rainha entre ninho e sobreninho, para posterior inser\u00e7\u00e3o das larvas, retiradas de uma colmeia matriz cuja rainha apresente caracter\u00edsticas desej\u00e1veis, a fim de propiciar o melhoramento gen\u00e9tico do api\u00e1rio (CUNHA, 2005).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A reprodu\u00e7\u00e3o da sua rainha oferece ao apicultor uma oportunidade singularmente favor\u00e1vel para influenciar o futuro comportamento e desempenho produtivo da col\u00f4nia de abelhas. Por esta raz\u00e3o, h\u00e1 s\u00e9culos v\u00eam sendo desenvolvidos e praticados m\u00e9todos destinados ao controle da produ\u00e7\u00e3o de rainhas, n\u00famero de rainhas fecundadas, \u00e9pocas e caracter\u00edsticas das rainhas produzidas. Sabe-se que v\u00e1rios fatores, de ordem gen\u00e9tica e ambiental, influenciam no processo e na qualidade das rainhas produzidas, sendo os de maior relev\u00e2ncia o fluxo de n\u00e9ctar, subesp\u00e9cie utilizada, idade da larva, tamanho e posi\u00e7\u00e3o de realeira e a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o geral da col\u00f4nia (CRAILSHEIM et al., 2013; ALBARRAC\u00cdN et al., 2006), sendo de suma import\u00e2ncia a observa\u00e7\u00e3o e o controle de tais vari\u00e1veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Dentre as caracter\u00edsticas observadas em rainhas a fim de determinar-se a qualidade das mesmas, o peso \u00e9 o que tem recebido maior aten\u00e7\u00e3o, devido ao fato deste estar relacionado com peso do sistema reprodutivo e, consequentemente, com longevidade e prolificidade da rainha, atributos que influenciam a produtividade da col\u00f4nia como um todo. Al\u00e9m disso, estudos apontam que existe correla\u00e7\u00e3o entre o peso da rainha e a quantidade e dura\u00e7\u00e3o dos voos nupciais, onde rainhas mais pesadas apresentam melhor otimiza\u00e7\u00e3o da atividade de voo nupcial (SOUZA, 2006).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Assim, objetivou-se, com este trabalho, avaliar o efeito de diferentes posi\u00e7\u00f5es de c\u00fapulas sobre a aceita\u00e7\u00e3o das larvas de apis mellifera, bem como o peso da realeira e da abelha ap\u00f3s o nascimento. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>METODOLOGIA<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2442\" aria-describedby=\"caption-attachment-2442\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2442\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas.jpg\" alt=\"Figura 1- Preparo do alimento artificial (A e B) e forma de oferta da alimenta\u00e7\u00e3o artificial na colmeia (C).\" width=\"561\" height=\"197\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas-300x105.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas-150x53.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_1_Larvas-500x176.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2442\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1- Preparo do alimento artificial (A e B) e forma de oferta da alimenta\u00e7\u00e3o artificial na<br \/>colmeia (C).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">\u00a0   O experimento aconteceu no Setor de Apicultura da Universidade Federal de Alagoas, Campus Arapiraca, localizado no munic\u00edpio de Arapiraca &#8211; AL. Inicialmente, foi ofertada alimenta\u00e7\u00e3o pastosa estimulante a base de p\u00f3len, prote\u00edna de soja, a\u00e7\u00facar mascavo e \u00e1gua, para simular um per\u00edodo de intenso fluxo alimentar, a fim de fortalecer os enxames, para posteriormente ser selecionado a colmeia mais forte para ser dividida e coletada as larvas de 1 a 3 dia de vida segundo metodologia adotado por DOOLITTLE (1889). (Figura 1).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2443\" aria-describedby=\"caption-attachment-2443\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-2443 size-full\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas.jpg\" alt=\"Fig_2_Larvas\" width=\"560\" height=\"235\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas.jpg 560w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas-300x126.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas-150x63.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_2_Larvas-500x210.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2443\" class=\"wp-caption-text\">Figura 2 \u2013 Extra\u00e7\u00e3o da realeira e coleta de geleia real (A), coleta das larvas (B).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Passados 30 dias do in\u00edcio da alimenta\u00e7\u00e3o das colmeias, a mais forte foi selecionada e dividida. Ap\u00f3s 4 dias da divis\u00e3o foram retiradas da colmeia recria (\u00f3rf\u00e3), as realeiras puxadas para extra\u00e7\u00e3o da geleia real e um quadro com crias de 1 a 3 di<\/span><span style=\"font-size: large;\">as de vida da colmeia matriz (Figura 2).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No intervalo entre a alimenta\u00e7\u00e3o e a divis\u00e3o da colmeia foram confeccionadas e fixadas 30 c\u00fapulas de cera de aproximadamente 10 mm de di\u00e2metro e 12 mm de altura, em um barrote de madeira fixado em um \u00fanico quadro porta c\u00fapulas, nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (T1= 10 c\u00fapulas posicionadas para cima; T2= 10 c\u00fapulas posicionadas horizontalmente e T3= 10 c\u00fapulas posicionadas para baixo). Foi confeccionado tamb\u00e9m um quadro com c\u00fapulas posicionadas somente para baixo, que foi introduzido na colmeia recria durante o per\u00edodo de alimenta\u00e7\u00e3o, afim da colmeia matriz se adaptarem ao cheiro do quadro e para estimular a aceita\u00e7\u00e3o das larvas pelas oper\u00e1rias (Figura 3).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2444\" aria-describedby=\"caption-attachment-2444\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2444\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas.jpg\" alt=\"Figura 3 \u2013 Confec\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas (A e B) e quadro com c\u00fapulas voltadas para baixo (C).\" width=\"561\" height=\"198\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas-300x106.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas-150x53.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_3_Larvas-500x176.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2444\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3 \u2013 Confec\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas (A e B) e quadro com c\u00fapulas voltadas para baixo (C).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No dia da enxertia as c\u00fapulas foram previamente preparadas com aproximadamente 0,5ml de gel\u00e9ia real dilu\u00edda em \u00e1gua destilada na propor\u00e7\u00e3o de 1\/1, para posteriormente as larvas serem transferidas. Ap\u00f3s a enxertia, um quadro com 30 larvas (10 em cada posi\u00e7\u00e3o) foi inserido na colmeia recria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com 3 tratamentos (T1= c\u00fapulas posicionadas para cima; T2=c\u00fapulas posicionadas horizontalmente e T3= c\u00fapulas posicionadas para baixo) e 10 repeti\u00e7\u00f5es. Os dados obtidos foram digitados em planilhas eletr\u00f4nicas, analisados descritivamente e expressos em percentuais, utilizando o programa Microsoft Excel. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESULTADOS E DISCUSS\u00d5ES<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2445\" aria-describedby=\"caption-attachment-2445\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2445\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas.jpg\" alt=\"Figura 4 \u2013 Quadro porta c\u00fapulas fixadas nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (A) e larva com geleia real na c\u00fapula de cera (B).\" width=\"561\" height=\"186\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas-300x99.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas-150x50.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_4_Larvas-500x166.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2445\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4 \u2013 Quadro porta c\u00fapulas fixadas nas diferentes posi\u00e7\u00f5es (A) e larva com geleia real na<br \/>c\u00fapula de cera (B).<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na primeira tentativa, nas quais as c\u00fapulas foram inseridas sem adi\u00e7\u00e3o de geleia real na colmeia recria, observou-se uma rejei\u00e7\u00e3o de 100% destas, sendo as mesmas utilizadas como pontos de constru\u00e7\u00e3o de novos favos pelas oper\u00e1rias, como descrito na figura 3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na segunda tentativa, que consistiu na inser\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas com adi\u00e7\u00e3o de geleia real dilu\u00edda em \u00e1gua destilada numa propor\u00e7\u00e3o de 1\/1, em uma colmeia previamente orfanada, observou-se que, apesar da colmeia n\u00e3o possuir rainha, nenhuma das c\u00fapulas inseridas foram aceitas independente da posi\u00e7\u00e3o de inser\u00e7\u00e3o (Figura 5). Tamb\u00e9m foi observado que as abelhas constru\u00edram suas pr\u00f3prias realeiras como pode ser visto na figura 6. <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2446\" aria-describedby=\"caption-attachment-2446\" style=\"width: 292px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_5_Larvas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2446\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_5_Larvas.jpg\" alt=\"Figura 5 \u2013 Quadros porta-c\u00fapulas ap\u00f3s rejei\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas pelas oper\u00e1rias, em todos os tratamentos.\" width=\"292\" height=\"358\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_5_Larvas.jpg 292w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_5_Larvas-245x300.jpg 245w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_5_Larvas-150x184.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2446\" class=\"wp-caption-text\">Figura 5 \u2013 Quadros porta-c\u00fapulas ap\u00f3s<br \/>rejei\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas pelas oper\u00e1rias, em todos<br \/>os tratamentos.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Segundo GARCIA (2000), SOUZA (1998) e PEREIRA (2006), o sucesso da produ\u00e7\u00e3o de abelhas rainhas por enxertia artificial, utilizando o m\u00e9todo Doollitle est\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o da idade das larvas e dos cuidados na realiza\u00e7\u00e3o do processo, bem como a experi\u00eancia no processo de enxertia, pois les\u00f5es causadas no processo podem diminuir bastante a aceita\u00e7\u00e3o das larvas. Possivelmente este tenha sido um dos motivos pelo qual n\u00e3o se obteve os resultados positivos nestas tentativas, apesar de todo o treinamento realizado previamente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A aceita\u00e7\u00e3o de c\u00fapulas para produ\u00e7\u00e3o artificial de abelhas rainhas pelas oper\u00e1rias tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada a uma s\u00e9rie de fatores, como temperatura, umidade, radia\u00e7\u00e3o solar (PAIVA, 2011), fluxo de n\u00e9ctar, n\u00famero de larvas transferidas (PEREIRA, 2013) e fatores alimentares (TOLEDO, 2012). Desta forma, \u00e9 dif\u00edcil apontar o(s) motivo(s) espec\u00edfico(s) para a total rejei\u00e7\u00e3o das larvas neste experimento, apesar da infer\u00eancia supracitada. Deste modo n\u00e3o foi poss\u00edvel dar prosseguimento \u00e0s demais etapas do experimento. Tal fato vai de encontro aos resultados mais comuns na literatura e evidencia a necessidade de mais pesquisas na \u00e1rea. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>CONCLUS\u00d5ES<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Houve 100% de rejei\u00e7\u00e3o das c\u00fapulas, em todas as posi\u00e7\u00f5es testadas em colmeias de recria de Apis mellifera.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2447\" aria-describedby=\"caption-attachment-2447\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2447\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas.jpg\" alt=\"Figura 6 - Realeiras constru\u00eddas pelas oper\u00e1rias.\" width=\"561\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas-300x154.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas-150x77.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Fig_6_Larvas-500x257.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2447\" class=\"wp-caption-text\">Figura 6 &#8211; Realeiras constru\u00eddas pelas oper\u00e1rias.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">ALBARRAC\u00cdN, V. N. et al. Aceita\u00e7\u00e3o de larvas de diferentes grupos gen\u00e9ticos de Apismelliferana produ\u00e7\u00e3o de abelhas rainhas. Archivos Latinoamericanos de Producci\u00f3n Animal. 2006. Vol. 14.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">CRIELSHEIM, K. et al. Standard methods for artificial rearing of Apis mellifera larvae. Journal of Apicultural Research. 52. 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">BOAVENTURA, M. C., SANTOS, G. T. Produ\u00e7\u00e3o de abelha rainha pelo m\u00e9todo da enxertia. Bras\u00edlia: LK Editora e Comunica\u00e7\u00e3o, 2006. 140 p. il. (Cole\u00e7\u00e3o Tecnologia F\u00e1cil).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">CUNHA, J. G. C. Cria\u00e7\u00e3o de abelhas africanizadas no sul do Brasil. In: CONGRESSO DE APICULTURA DEL MERCOSUR, 1., 2005, Punta Del Este, Uruguai. Anais&#8230; CD 4\u00aa Edi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">GARCIA, R.C.; MALERBO-SOUZA, D.T.; NOGUEIRA-COUTO, R.H. C\u00fapulas comerciais para produ\u00e7\u00e3o de geleia real e rainhas em colm\u00e9ias de abelhas Apis mellifera. Scientia Agr\u00edcola, v. 57, n. 2, p. 367-370, 2000.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">PAIVA, C. S.. Produ\u00e7\u00e3o de Abelhas Rainha Africanizadas (Apis mellifera L.) sob o efeito do Sol e de \u00c1rea Sombreada. Mossor\u00f3-RN. Monografia (Bacharelado em Zootecnia). UFERSA. 40 p. 2011. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">PEREIRA, D. S. et al. Produ\u00e7\u00e3o de rainhas (Apis mellifera L.), e taxa de fecunda\u00e7\u00e3o natural em quatro munic\u00edpios do nordeste brasileiro. Revista Verde, Mossor\u00f3 \u2013 RN, v. 8, n. 2, 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">PEREIRA, F. M. et al. Desenvolvimento de col\u00f4nias de abelhas com diferentes alimentos prot\u00e9icos. Pesquisa agropecu\u00e1ria brasileira, Bras\u00edlia, v.41, n.1, 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">SOUZA, D. A. Aspectos reprodutivos de rainhas africanizadas (Apis mellifera L.): influ\u00eancia do peso ao nascer no desempenho das col\u00f4nias. Disserta\u00e7\u00e3o apresentada \u00e0 Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras de Ribeir\u00e3o Preto\/ USP \u2013 Departamento de Biologia. Ribeir\u00e3o Preto, 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">TOLEDO, V. A. A.; MOURO, G. F.. Produ\u00e7\u00e3o de gel\u00e9ia real com abelhas africanizadas selecionadas e c\u00e1rnicas h\u00edbridas. R. Bras. Zootec., Vi\u00e7osa , v. 34, n. 6, Dec. 2005<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">TOLEDO, V. A. A. et al. Produ\u00e7\u00e3o de realeiras em col\u00f4nias h\u00edbridas de Apis mellifera L. e longevidade de rainhas. Gl. Sci. Technol., Rio Verde, v.05, n.02, p.176 \u2013 185. 2012.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ACEITA\u00c7\u00c3O DAS LARVAS A DIFERENTES POSI\u00c7\u00d5ES DAS C\u00daPULAS UTILIZADAS PARA PRODU\u00c7\u00c3O DE ABELHA RAINHA Apis mellifera Felipe Jackson de Farias Silva1, Erika Bruna de Ara\u00fajo Silva1, Marianna Suellen Bispo Viera1, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2418,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"pmpro_default_level":"","_price":"","_stock":"","_tribe_ticket_header":"","_tribe_default_ticket_provider":"","_tribe_ticket_capacity":"0","_ticket_start_date":"","_ticket_end_date":"","_tribe_ticket_show_description":"","_tribe_ticket_show_not_going":false,"_tribe_ticket_use_global_stock":"","_tribe_ticket_global_stock_level":"","_global_stock_mode":"","_global_stock_cap":"","_tribe_rsvp_for_event":"","_tribe_ticket_going_count":"","_tribe_ticket_not_going_count":"","_tribe_tickets_list":"[]","_tribe_ticket_has_attendee_info_fields":false,"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"class_list":["post-2439","page","type-page","status-publish","hentry","pmpro-has-access"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2439"}],"collection":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2439"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2439\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2448,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2439\/revisions\/2448"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2439"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}