{"id":2311,"date":"2018-04-03T23:49:36","date_gmt":"2018-04-03T23:49:36","guid":{"rendered":"http:\/\/apacame.org.br\/site\/?page_id=2311"},"modified":"2018-04-03T23:49:36","modified_gmt":"2018-04-03T23:49:36","slug":"artigo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/apacame.org.br\/site\/revista\/mensagem-doce-n-145-marco-de-2018\/artigo\/","title":{"rendered":"Artigo"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\">INCID\u00caNCIA DO \u00c1CARO Varroa Destructor EM Apis Mell\u00edfera COM RAINHAS MODIFICADAS GENETICAMENTE E RAINHAS DE CAPTURA (DESCONHECIDAS).<\/h1>\n<blockquote><p>OLIVEIRA, Bruna Marques\u00b9; CARVALHO, Priscila Sousa\u00b9<\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESUMO:<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O presente trabalho, teve como objetivo o controle do \u00e1caro Varroa destructor de dois api\u00e1rios na cidade de Campos Gerais Minas Gerais, totalizando oito colmeias pertencentes a dois apicultores, Apicultor 1 com o api\u00e1rio localizado na regi\u00e3o rural de Campos Gerais, Minas Gerais (situado nas coordenadas -21,1592025, -45,7269688), denominada Paraiso e o Apicultor 2 com o api\u00e1rio localizado na regi\u00e3o rural de Campos Gerais Minas Gerais (situado nas coordenadas -21,1902636, -457686980) denominada Para\u00edso. O controle ocorreu durante tr\u00eas meses do ano de 2017. Os objetivos principais, foram avaliar o grau de infesta\u00e7\u00e3o entre colmeias de rainhas melhoradas geneticamente e colmeias com rainhas de captura (desconhecidas). Neste sentido, foi dada \u00eanfase no grau de infesta\u00e7\u00e3o da colmeia devido \u00e0: Rainha, local, clima, popula\u00e7\u00e3o do enxame e caracter\u00edstica do enxame. Conclui-se que abelhas geneticamente modificadas o enxame \u00e9 mais populoso, que acarreta um maior n\u00famero de \u00e1caros varroa. No que diz respeito a esta\u00e7\u00e3o das coletas observamos que na primavera, que foi segunda coleta, o grau de infesta\u00e7\u00e3o aumentou. Observamos que em nenhum dos api\u00e1rios o n\u00edvel toler\u00e1vel de \u00e1caro varroa foi ultrapassado. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Palavras-Chave:<\/b><br \/>\n<span style=\"font-size: large;\">Artigo. Varroa. Abelha. Colmeia. Enxame. Api\u00e1rio.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>INTRODU\u00c7\u00c3O:<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2312\" aria-describedby=\"caption-attachment-2312\" style=\"width: 562px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2312 size-full\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1.jpg\" alt=\"Figura-1\" width=\"562\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1.jpg 562w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1-300x216.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1-150x108.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-1-500x359.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 562px) 100vw, 562px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2312\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1: figura de um \u00e1caro varroa vista de uma lupa Fonte: http:\/\/mites-and-parasites.org\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Varroa-destructor.jpg<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As abelhas africanizadas, hoje existentes em todo o Continente Americano, s\u00e3o poli-h\u00edbridos resultantes dos intercruzamentos entre as abelhas africanas Apis mellifera scutellata Linnaeus, introduzidas no Brasil em 1956 pelo pesquisador Dr. Kerr, e as v\u00e1rias subesp\u00e9cies europ\u00e9ias que haviam sido introduzidas anteriormente \u00e0 chegada das africanas no continente (Apis mellifera linguistica, Apis mel\u00edfera mellifera, Apis mellifera carnica e Apis mellifera caucasica) com predomin\u00e2ncia de caracter\u00edsticas das abelhas africanas. A sanidade pode afetar o desenvolvimento da apicultura, pois a A. mellifera (africanizada) como qualquer outro organismo vivo, \u00e9 suscet\u00edvel \u00e0s doen\u00e7as causadas por bact\u00e9rias, v\u00edrus, fungos e outros parasitas e as desordens metab\u00f3licas, nutricionais e hormonais, al\u00e9m de intoxica\u00e7\u00f5es diversas (Carvalho 2004). Dentre os agentes causadores de doen\u00e7as destaca-se o \u00e1caro Varroa destructor (Anderson &amp; Trueman), determinador da praga varroatose em abelhas Apis cerana Fabricius e A. mellifera que foi introduzido na apicultura brasileira no in\u00edcio de 1970 com nome de Varroa jacobsoni Oud. A varroa foi introduzida no Brasil, via Paraguai, isto \u00e9, apicultores brasileiros da regi\u00e3o de Rio Claro, Estado de S\u00e3o Paulo, importaram rainhas de apicultores do Paraguai que j\u00e1 possu\u00edam col\u00f4nias de abelhas infestadas com o \u00e1caro, que teria sido importado do Jap\u00e3o pela compra de rainhas daquele pa\u00eds (Morse &amp; Gon\u00e7alves 1979). Sua classifica\u00e7\u00e3o pertence \u00e0 Ordem Parasitiformes, Subordem Mesostigmata, Fam\u00edlia Varoidae e Esp\u00e9cie V. jacobsoni (Flechtmann 1975; Krantz 1978). Por\u00e9m, essa classifica\u00e7\u00e3o passou por uma modifica\u00e7\u00e3o determinando \u00e1caro Varroa destructor (Varroidae), foi introduzida no Brasil em 1972, dispersou-se rapidamente e, hoje \u00e9 encontrada em todo o pa\u00eds. Nos \u00faltimos anos, as taxas de infesta\u00e7\u00e3o nas col\u00f4nias aumentaram e, em algumas regi\u00f5es brasileiras, segundo Carneiro et al. (2007), j\u00e1 se assemelham \u00e0s observadas na Europa.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2313\" aria-describedby=\"caption-attachment-2313\" style=\"width: 561px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2313\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2.jpg\" alt=\"Figura 2: A figura mostra a abelha rainha colocando no casulo uma nova abelha, quando ela volta para alimenta, j\u00e1 traz a varroa. Podendo matar ou infectar mais outros op\u00e9rculos. Fonte:http:\/\/mites-and-parasites.org\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Varroa-destructor.jpg.\" width=\"561\" height=\"296\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2.jpg 561w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2-300x158.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2-150x79.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-2-500x264.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 561px) 100vw, 561px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2313\" class=\"wp-caption-text\">Figura 2: A figura mostra a abelha rainha colocando no casulo uma nova abelha, quando ela volta<br \/>para alimenta, j\u00e1 traz a varroa. Podendo matar ou infectar mais outros op\u00e9rculos.<br \/>Fonte:http:\/\/mites-and-parasites.org\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Varroa-destructor.jpg.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">H\u00e1 algumas t\u00e9cnicas, que auxiliam na colmeia, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de abelhas rainhas, selecionando assim uma matriz e fazendo rainhas \u201cfilhas dela. Permitem, inclusive, a cria\u00e7\u00e3o de rainhas em grandes quantidades, visando \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A cria\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em colmeias mantidas orfanadas que s\u00e3o denominadas colmeias de recria. Nelas, s\u00e3o utilizadas c\u00fapulas moldadas em cera, que imitam realeiras, enxertadas com larvas novas de abelhas. As oper\u00e1rias das colmeias de recria, estimuladas pela orfandade e pela presen\u00e7a das c\u00fapulas enxertadas, passam a alimentar com geleia real as larvas e fecham as c\u00fapulas com cera. As realeiras que s\u00e3o formadas s\u00e3o colocadas em uma gaiola de nascimento, as quais s\u00e3o mantidas na pr\u00f3pria colmeia de recria, at\u00e9 que eclodam. As rainhas rec\u00e9m-nascidas, ainda nas gaiolas, podem ser levadas para as colmeias onde se deseja substituir uma rainha, ou podem ser levadas para n\u00facleos de fecunda\u00e7\u00e3o, para, depois de fecundadas, serem introduzidas em colmeias de produ\u00e7\u00e3o ou ainda serem comercializadas. (Silva E.C.A et al, 2012).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Varroa destructor (Anderson &amp; Trueman, 2000), conhecido por varroa, \u00e9 um \u00e1caro superordem Parasitiformes, que infesta col\u00f3nias de abelhas das esp\u00e9cies Apis cerana e Apis Mellifera dizimando as colmeias ao causar a doen\u00e7a chamada varroose ou varroatose. A Varroa ataca as colonias de Apis Mellifera, encontrada alojada geralmente no t\u00f3rax e abd\u00f4men de zang\u00f5es e oper\u00e1rias para se alimentar de hemolinfa (De Jong et al.,1982; Di Prisco et al., 2011).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os \u00e1caros causam danos de v\u00e1rios n\u00edveis de infesta\u00e7\u00e3o; os mais conhecidos dos sintomas est\u00e3o \u00e0 m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o de diversos \u00f3rg\u00e3os e a redu\u00e7\u00e3o do peso de zang\u00f5es e oper\u00e1rias, o que compromete a longevidade da popula\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia (Duay et al.,2003). Existe formas para minimizar os danos da infesta\u00e7\u00e3o de varroa, como o melhoramento gen\u00e9tico de abelhas rainhas e alguns acaricidas sint\u00e9ticos foram desenvolvidos, como os organofosforados e piretroides. Entretanto, alguns desses produtos acarretam altos n\u00edveis de resist\u00eancia \u00e0s popula\u00e7\u00f5es de \u00e1caros (Lodesani, 2004), al\u00e9m da possibilidade de contaminarem o mel e a cera no interior da col\u00f4nia (Bogdanov, 2006). Segundo Carneiro et al. (2007), j\u00e1 se assemelham \u00e0s observadas na Europa. Tal situa\u00e7\u00e3o tem incentivado estrat\u00e9gias para minimizar a resist\u00eancia e o ac\u00famulo desses res\u00edduos qu\u00edmicos na cera e no mel. Assim, \u00e9 crescente o interesse de pesquisadores por alternativas de combate \u00e0s doen\u00e7as e pragas, entre as quais est\u00e1 o controle de varroa por meio de produtos naturais que n\u00e3o contaminam o mel e a cera (Castagnino e Orsi, 2012) e a sele\u00e7\u00e3o de rainhas que apresentam maior comportamento higi\u00eanico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As abelhas s\u00e3o insetos sociais de grande import\u00e2ncia para o homem. Produzem mel, pr\u00f3polis p\u00f3len, gel\u00e9ia real, apitoxina e contribuem de forma significativa para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola atrav\u00e9s da poliniza\u00e7\u00e3o das plantas (Wiese, 1985).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Uma das poucas atividades zoot\u00e9cnicas com baix\u00edssimo impacto ambiental \u00e9 a apicultura, por apresentar um retorno de capital em menos tempo, ainda \u00e9 um fator de inser\u00e7\u00e3o social e de reten\u00e7\u00e3o do homem ao campo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O Brasil, por possuir uma variada e grande flora ap\u00edcola e um clima vantajoso e privilegiado, \u00e9 um dos maiores produtores de mel do mundo, atendendo mercado interno e externo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Com a crescente \u00e1rea da apicultura, vem surgindo mais especula\u00e7\u00f5es sobre os problemas, no caso a varroa, na qual esse artigo foi desenvolvido. No cuidado com seus api\u00e1rios, realizamos um estudo no qual medimos a incid\u00eancia desse \u00e1caro em rainhas modificadas geneticamente e rainhas de captura (desconhecidas), chegando a conclus\u00e3o da percentagem de \u00e1caro presente nos api\u00e1rios e comparando-os com a percentagem permitida de at\u00e9 7%.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Atrav\u00e9s das pesquisas realizadas com os apicultores, existem alguns fatores que contribuem para a incid\u00eancia do \u00e1caro, como: Tipo de rainha, local, a esta\u00e7\u00e3o, popula\u00e7\u00e3o do enxame e suas caracter\u00edsticas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No caso da abelha rainha, nas geneticamente modificadas, se espera que tenham um comportamento higi\u00eanico melhor, ao contr\u00e1rio das de capturas que n\u00e3o se tem tanta preocupa\u00e7\u00e3o com a higiene, assim caracterizando cada enxame, se espelhando na rainha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Quanto ao local, se \u00e9 esperado que os enxames fiquem localizados o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel de recursos necess\u00e1rios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Sabe-se que no inverno as abelhas n\u00e3o saem muito da colmeia, ajuda evitar assim com que elas levem varroa para o enxame, j\u00e1 na primavera al\u00e9m de ter o clima quente, \u00e9 \u00e9poca de florada propiciando uma maior sa\u00edda em busca de suprimentos, aumentando a incid\u00eancia de abelhas infestadas de varroa para seu enxame. Considerando essas duas esta\u00e7\u00f5es, as de coleta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Quando o enxame \u00e9 mais populoso, h\u00e1 maior n\u00famero de abelhas que saem da colmeia para buscar alimentos aumentando as chances de levar um alto n\u00famero de varroa para seu enxame, ao contr\u00e1rio do menos populoso. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O estudo presente foi realizado com o intuito de avaliar o grau de infesta\u00e7\u00e3o do \u00e1caro varroa em dois api\u00e1rios, um com rainhas modificadas geneticamente e outro com rainhas de captura, avaliando tamb\u00e9m a regi\u00e3o, clima, popula\u00e7\u00e3o do enxame e caracter\u00edsticas dos mesmos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Organismo de estudo<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As abelhas, como todos os seres vivos, s\u00e3o suscept\u00edveis a v\u00e1rias doen\u00e7as. No caso das abelhas, algumas doen\u00e7as s\u00e3o causadas por microrganismos; por parasitas; e outras, ainda, por toxinas contidas no seu alimento (Carvalho, 1998).<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2314\" aria-describedby=\"caption-attachment-2314\" style=\"width: 563px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2314\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3.jpg\" alt=\"Figura 3: A da figura est\u00e3o as abelhas nos frascos depois de agitados na espera. B da figura foram colocadas as abelhas para a separa\u00e7\u00e3o dos \u00e1caros. C da figura s\u00e3o as contagens das abelhas. Fonte: Marques e Carvalho, 2017.\" width=\"563\" height=\"564\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3.jpg 563w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3-150x150.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3-300x300.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3-100x100.jpg 100w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-3-500x500.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 563px) 100vw, 563px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2314\" class=\"wp-caption-text\">Figura 3: A da figura est\u00e3o as abelhas nos frascos depois de agitados na espera. B da figura foram<br \/>colocadas as abelhas para a separa\u00e7\u00e3o dos \u00e1caros. C da figura s\u00e3o as contagens das abelhas.<br \/>Fonte: Marques e Carvalho, 2017.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Varroatose<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Uma das pragas que mais causam problemas em abelhas, principalmente do g\u00eanero Apis, \u00e9 a varroatose. Que \u00e9 causada pelo \u00e1caro varroa spp., sendo um ectoparasita que se aloja no corpo das abelhas, em geral, no t\u00f3rax. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Identificada inicialmente por A. C. Oudemans em 1904 como parasita de abelhas asi\u00e1ticas Apis cerana, na ilha de Java na Indon\u00e9sia. Chegando ao Brasil em meados de 1972. Quando estabeleceu contato com as abelhas do g\u00eanero Apis mel\u00edfera spp., ocorreu um grande impacto na apicultura mundial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">A f\u00eamea e o macho apresentam grande dimorfismo sexual, principalmente de tamanho, colora\u00e7\u00e3o e forma do corpo. A f\u00eamea adulta mede cerca de 1,1 -1,2 mm de largura e 1,5 \u2013 1,6 mm de comprimento, podendo ser vista a olho nu, possui quatro pares de patas com ventosas para a fixa\u00e7\u00e3o nas abelhas. Seu per\u00edodo de desenvolvimento \u00e9 de sete a oito dias. O sistema respirat\u00f3rio da f\u00eamea \u00e9 adaptado a condi\u00e7\u00f5es altas de g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2), importante para a sua sobreviv\u00eancia quando a c\u00e9lula est\u00e1 operculada; e tamb\u00e9m a condi\u00e7\u00f5es de grande aera\u00e7\u00e3o das abelhas durante o voo. Os machos adultos s\u00e3o de cor amarelada, medem cerca de 0,85 mm de comprimento e 0,80 mm de largura. Eles possuem quel\u00edceras modificadas para transfer\u00eancia dos espermat\u00f3citos, n\u00e3o conseguindo se alimentar, morrendo ap\u00f3s a c\u00f3pula sem afetar as abelhas adultas. <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2315\" aria-describedby=\"caption-attachment-2315\" style=\"width: 563px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2315\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4.jpg\" alt=\"Figura 4: A da figura \u00e9 a \u00e1rea do apicultor 1 Apicultor 1. B da figura Apicultor 2. Fonte: Google Maps, 2017.\" width=\"563\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4.jpg 563w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4-150x150.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4-300x300.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4-100x100.jpg 100w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Figura-4-500x500.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 563px) 100vw, 563px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2315\" class=\"wp-caption-text\">Figura 4: A da figura \u00e9 a \u00e1rea do apicultor 1 Apicultor 1. B da figura Apicultor 2.<br \/>Fonte: Google Maps, 2017.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O \u00e1caro se alimenta de hemolinfa das abelhas e se reproduz em suas crias. As crias infestadas s\u00e3o afetadas em seu desenvolvimento, nascem com menor peso corporal e as adultas t\u00eam sua longevidade reduzida, sendo consider\u00e1veis os danos. Devido ao fato da abertura causada pela varroa, a abelha pode estar suscept\u00edvel a entrada de microrganismos em seu sistema circulat\u00f3rio causando infec\u00e7\u00f5es, sendo mais prejudicada al\u00e9m da perda sangu\u00ednea. A abelha adulta \u00e9 s\u00f3 um hospedeiro intermedi\u00e1rio para o \u00e1caro. O mais s\u00e9rio parasitismo ocorre nas larvas mais velhas, sendo as dos zang\u00f5es as preferidas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Geralmente s\u00f3 uma f\u00eamea adulta entra na c\u00e9lula da cria, mas j\u00e1 foram observadas mais em crias de zang\u00f5es. Antes de serem operculadas, as f\u00eameas fertilizadas entram nas c\u00e9lulas, levadas pelas abelhas nutrizes durante o seu trabalho de alimenta\u00e7\u00e3o das larvas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Comportamento higi\u00eanico das abelhas<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Os primeiros estudos sobre o comportamento higi\u00eanico das abelhas foram feitos por Park (1937); Woodrow e States (1943); Rotherbuhler e Thompsn (1956), objetivando conhecer o papel do comportamento higi\u00eanico como um dos mecanismos de resist\u00eancia a doen\u00e7as. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Sendo assim, um dos mecanismos que impede a expans\u00e3o da varroa spp. \u00c9 o comportamento higi\u00eanico das abelhas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As abelhas higi\u00eanicas s\u00e3o h\u00e1beis para detectar, desopercular e remover crias com doen\u00e7as, mortas, danificadas ou infestadas de \u00e1caros. Esse comportamento limita o potencial reprodutivo da varroa spp. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>MATERIAIS E M\u00c9TODOS<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>\u00c1rea de estudos<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Para a coleta, foram utilizados: \u00e1lcool 70%, frasco para coleta, frasco com tampa para guardar os esp\u00e9cimes, caneta para marcar os potes, papel para anota\u00e7\u00f5es. O processo foi realizado em 4 colmeias por api\u00e1rio, escolhidas de forma aleat\u00f3ria. Embora existam v\u00e1rios tipos coleta de abelhas, este m\u00e9todo \u00e9 o mais pr\u00e1tico. Foi adicionado \u00e1lcool 70% em um frasco (cerca de 1\/3 da capacidade do frasco); coletado de 100 a 200 abelhas jovens (aderidas aos quadros de cria), num frasco numerado identificando a colmeia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Triagem<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No laborat\u00f3rio, agite os frascos contendo as abelhas, espere no m\u00ednimo 10 minutos para os \u00e1caros se desgrudarem, separe os \u00e1caros das abelhas colocando em uma placa de p\u00e9tri grande, conte o n\u00famero de abelhas e anote no papel, conte os \u00e1caros e anote no papel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Coletas<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Foram feitas duas coletas, sendo a primeira, dia 22 de agosto de 2017 no inverno, e a segunda dia 22 de outubro de 2017 na primavera. Com os EPI\u2019s necess\u00e1rios para se manusear abelhas, entramos nos api\u00e1rios. Com os materiais, coletamos as abelhas e a colocamos nos potes, levamos ao laborat\u00f3rio para a contagem. Escolhemos 4 exames de cada api\u00e1rio de forma aleat\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As \u00e1reas escolhidas foram na regi\u00e3o rural de Campos Gerais- MG (\u201cSituada na coordenadas -21\u00ba 14\u2019 06\u201d S, -45\u00ba 45\u2019 31). Localizada no sul do Estado, clima da regi\u00e3o \u00e9 tropical e os solos f\u00e9rteis para a produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Clima<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Na regi\u00e3o onde se encontra os api\u00e1rios, \u00e9 uma regi\u00e3o de mata, com clima predominantemente mais fresco e com chuvas no ver\u00e3o. Tendo uma primavera mais prop\u00edcia para produ\u00e7\u00e3o de mel. E sendo tamb\u00e9m mais prop\u00edcio para as varroas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Caracter\u00edsticas do Enxame<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Apicultor 1: O enxame desse apicultor \u00e9 mais defensivo e mais populoso. Tem uma quantidade de mel bem maior, e a higieniza\u00e7\u00e3o das abelhas \u00e9 melhor em rela\u00e7\u00e3o aos de captura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Apicultor 2: O enxame desse apicultor \u00e9 menos defensivo e a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 bem intermediaria. Tem uma quantidade menor de mel, a higieniza\u00e7\u00e3o \u00e9 menor em rela\u00e7\u00e3o as geneticamente modificadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>RESULTADO E DISCUSS\u00c3O<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">No fim dos estudos realizados, o resultado obtido foi que as abelhas do apicultor 1, que s\u00e3o as geneticamente modificadas, na primeira coleta teve uma m\u00e9dia de 4,55% de incid\u00eancia do \u00e1caro da varroa, enquanto na segunda coleta teve um aumento de 0,69%. J\u00e1 as abelhas do apicultor dois, que s\u00e3o as de captura, teve uma m\u00e9dia de 3,27% na primeira coleta e se manteve com a mesma percentagem na segunda coleta. Levando em considera\u00e7\u00e3o que os enxames do apicultor 1 \u00e9 bem mais populoso e defensivo do que a do apicultor 2. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">As tabelas foram divididas em primeira e segunda coleta de forma horizontal, e da forma vertical em Apicultor 1 e Apicultor 2. \u201cN\u00ba\u201d s\u00e3o as colmeias analisadas, \u201cABELHAS\u201d s\u00e3o a quantidade coletada de abelhas, \u201cVARROAS\u201d \u00e9 a quantidade obtida de varroas na coleta da colmeia pertencente, e \u201cTOTAL\u201d \u00e9 a percentagem total da coleta da colmeia. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O grau de infesta\u00e7\u00e3o aceit\u00e1vel em uma colmeia \u00e9 at\u00e9 7%. Quando a percentagem de infesta\u00e7\u00e3o \u00e9 igual ou inferior que 7%, temos cerca de um m\u00eas para efetuar os tratamentos contra varroa. Quando esse n\u00famero ronda os 15% ou pr\u00f3ximo desse valor, n\u00e3o podemos demorar mais de uma semana para aplicar o acaricida ou trocar sua rainha. Quando o resultado encontrado \u00e9 igual ou superior a 20\/25% devemos tratar imediatamente e acompanhar as colmeias infestadas com mais frequ\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mesmo ocorrendo adapta\u00e7\u00e3o por parte das abelhas com o \u00e1caro, segundo Allen &amp; Ball (1996) existe o risco de doen\u00e7as causadas pela varroa e \u00e9 preocupante, esse \u00e1caro atua tamb\u00e9m como vetor de agentes patog\u00eanicos, aumentando a incid\u00eancia de enfermidades e doen\u00e7as podendo ser dispersas para outras regi\u00f5es onde essas doen\u00e7as n\u00e3o est\u00e3o presentes. A dissemina\u00e7\u00e3o do \u00e1caro pelas colmeias \u00e9 facilitada por diversos fatores, e um dos que contribuem para isso \u00e9 o fato das f\u00eameas preferirem ovipositar nos alv\u00e9olos que cont\u00e9m cria de zang\u00e3o &#8211; a \u00fanica casta que n\u00e3o possui cheiro espec\u00edfico &#8211; dando a possibilidade de entrar em qualquer colmeia sem ser molestado pelas abelhas tornando f\u00e1cil a sua dissemina\u00e7\u00e3o pelas colmeias do api\u00e1rio. Sendo necess\u00e1rio respeitar a dist\u00e2ncia m\u00ednima entre api\u00e1rios de 3 km, n\u00e3o apenas pela dissemina\u00e7\u00e3o do \u00e1caro entre api\u00e1rios, evitar a sobrecarga do pasto ap\u00edcola, que ocasionar\u00e1 redu\u00e7\u00e3o no forrageamento das abelhas, o que pode resultar: na escassez de alimento na colmeia, na redu\u00e7\u00e3o da oviposi\u00e7\u00e3o realizada pela rainha, na diminui\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o de abelhas e enfraquecimento da colmeia, tornando-a suscet\u00edvel ao ataque e aumento dos \u00edndices do \u00e1caro da varroose. A prefer\u00eancia do V. destructor por c\u00e9lulas de z\u00e2ng\u00f5es tamb\u00e9m tem sido observada em abelhas africanizadas (Calderone &amp; Kuenen 2001). <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Foi observado que h\u00e1 uma prefer\u00eancia, um fator inerente \u00e0 larva de zang\u00e3o. Conforme esses mesmos autores observaram, os n\u00edveis de infesta\u00e7\u00e3o s\u00e3o influenciados por fatores ambientais, fatores intr\u00ednsecos do hospedeiro, ou resultantes da intera\u00e7\u00e3o destes fatores e a varia\u00e7\u00e3o entre col\u00f4nias. O crescimento populacional do \u00e1caro \u00e9 afetado pela taxa de reprodu\u00e7\u00e3o, capacidade de movimenta\u00e7\u00e3o das f\u00eameas varroas nas c\u00e9lulas dos favos de cria e a sua taxa de mortalidade (Fries et al. 1994). Esses fatores est\u00e3o associados a varia\u00e7\u00f5es de caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas e comportamentais de diferentes ra\u00e7as de A. mellifera, ocasionando efeitos positivos e negativos na popula\u00e7\u00e3o de \u00e1caros na col\u00f4nia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">O controle de t\u00e9cnicas de sele\u00e7\u00e3o de rainhas \u00e9 bem satisfat\u00f3rio, rainhas com h\u00e1bitos higi\u00eanicos e resist\u00eancia boa. Tentar manter sempre rainhas jovens para conservar os n\u00edveis populacionais, tentar utilizar alimenta\u00e7\u00e3o artificial quando observar escassez do mesmo e manter uma vistoria rigorosa nas colmeias, s\u00e3o fatores que contribuem para a diminui\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia da varroa, evitando assim de utilizar produtos qu\u00edmicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>CONCLUS\u00c3O<\/b><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_2316\" aria-describedby=\"caption-attachment-2316\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-2316\" src=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1-1024x480.jpg\" alt=\"Tabela 1: tabela de resultados obtidos a partir das coletas e das contas. - Fonte: Marques e Carvalho, 2017.\" width=\"1024\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1-1024x480.jpg 1024w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1-300x141.jpg 300w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1-150x70.jpg 150w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1-500x234.jpg 500w, https:\/\/apacame.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Tabela-1.jpg 1142w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2316\" class=\"wp-caption-text\">Tabela 1: tabela de resultados obtidos a partir das coletas e das contas. &#8211; Fonte: Marques e Carvalho, 2017.<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Conclu\u00edmos que com uma popula\u00e7\u00e3o maior de abelhas o grau de infesta\u00e7\u00e3o nos enxames \u00e9 maior, o que acontece nas abelhas geneticamente modificadas do apicultor 1, na qual a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 consideravelmente maior do que as de captura, do apicultor 2. No que diz respeito a esta\u00e7\u00e3o das coletas observamos que na primavera, que foi segunda coleta, o grau de infesta\u00e7\u00e3o aumentou devido ao maior n\u00famero de abelhas que saia dos enxames atr\u00e1s de suprimentos, que tamb\u00e9m est\u00e1 relacionado ao exame mais populoso. Observamos que em nenhum dos api\u00e1rios o n\u00edvel toler\u00e1vel de \u00e1caro varro foi ultrapassado. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>REFER\u00caNCIAS<\/b> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Alves, D. A. A import\u00e2ncia da paisagem agr\u00edcola no servi\u00e7o de poliniza\u00e7\u00e3o das abelhas. In: ABELHA. Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos das Abelhas. Agricultura e polinizadores. S\u00e3o Paulo: ABELHA, p. 32-43. 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Bacha-J\u00fanior, G. L.; Felipe-Silva, A. S.; Pereira, P. L. L. Taxa de infesta\u00e7\u00e3o por \u00e1caro Varroa destructor em api\u00e1rios sob georreferenciamento. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterin\u00e1ria e Zootecnia, v. 61, n. 6, p. 1471-1473, 2009.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Bryant, L.L. Examining Varroa-resistant Honey Bee Queens from Commercial Breeders: Colony Productivity, Hygienic Behavior, Suppression of Mite Reproduction, and the Relationship of Juvenile Hormone III to Mite Abundance. 2004. 65 f. Tese (Doutorado) &#8211; Curso de Mestrado em Ci\u00eancias, University Of Tennessee, Knoxville, 2004.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Carneiro, F. E.; Barroso, G. V.; Strapazzon, R.; Moretto, G. Reproductive ability and level of infestation of the Varroa destructor mite in Apis llifera apiaries in Blumenau, State of Santa Catarina, Brazil. Acta Scientiarum. Biological Sciences, v. 36, n. 1, p. 109-112, 2014.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Chen, Y.; Evans, J,; Feldlaufer, M. Horizontal and vertical transmission of viroses in the honey bee. Apis mellifera. Journal of Invertebrate Pathology, v. 92 p. 152-159, 2006.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Di Prisco, G.; Pennacchio, F.; Caprio, E.; Boncristiani, H. F.; Evans, J. D.; Chen, Y. Varroa destructor is an effective vector of Israeli acute paralysis virus in the honeybee, Apis mellifera. Journal of General Virology, v. 92, p. 151-155, 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Freitas, B. M.; Silva, C. I. O papel dos polinizadores na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no Brasil. In: ABELHA. Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos das Abelhas. Agricultura e polinizadores. S\u00e3o Paulo: ABELHA, p. 9-18. 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Foga\u00e7a, M.J.et al. Infesta\u00e7\u00e3o de Varroa Destructor em colmeias de abelhas africanizadas em Novo Horizonte do Oeste &#8211; RO. Revista Brasileira de Ci\u00eancias da Amaz\u00f4nia, v. 1, n. 1, p.59-63, 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Marcelino Vieira-RN. In: Reuni\u00e3o Anual Da Sociedade Brasileira Para O Progresso Da Ci\u00eancia, 67., 2015. S\u00e3o Carlos. Anais. S\u00e3o Paulo: SBPC, 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Mattos, I. M. Efeito da infesta\u00e7\u00e3o do \u00e1caro Varroa destructor (Anderson e Treuman, 2000) (Arachnida: Acari: Varroidae) no desenvolvimento de abelhas africanizadas Apis mellifera (Linnaeus, 1758) (Hymenoptera: Apidae). 2011. 63 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas) \u2013 Universidade Estadual Paulista \u201cJ\u00falio de Mesquita Filho\u201d, Rio Claro. 2011.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Pegoraro, A.et al. Infesta\u00e7\u00e3o Natural de Varroa jacobsoni em Apis mellifera scutellata (Hymenoptera: Apidae). Archives Of Veterinary Science,Brasil, v. 5, n. 1, p.89-93, 2000.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">queiroz, G. S.; Moreira, S. B. L. C. M.; Paiva, C. S.; Pereira, D. S.; Holanda-Neto, J. P. Avalia\u00e7\u00e3o do \u00edndice de infesta\u00e7\u00e3o de \u00e1caro Varroa destructor em api\u00e1rio no munic\u00edpio de Encanto, Rio Grande do Norte. In: Semin\u00e1rio Brasileiro De Pr\u00f3polis E P\u00f3len, 2., 2015. Ilh\u00e9us. Anais. Ilh\u00e9us: CEPLAC, 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Queiroz, G. S.; Leite, I. T.; Brito, L. N.; Godeiro, R. L. C.; Mesquita, L. X.; Batista, J. S.; Pereira, D. S. Avalia\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de \u00e1caros Varroa destructor em abelhas africanizadas adultas no Encanto-RN. In: Semin\u00e1rio Brasileiro De Pr\u00f3polis E P\u00f3len, 2., 2013. Ilh\u00e9us. Anais. Cruz das Almas: Magistra, 2013.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Rosenkranz, P.; Aumeier, P.; Ziegelmann, B. Biology and control of Varroa destructor. Journal of Invertebrate Pathology, v. 103, p. 96-119, 2010.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Silva, C.M.R. da. Luta contra Varroa destructor Anderson &amp; trueman: avalia\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias biot\u00e9cnicas e bioqu\u00edmicas com o \u00f3leo de Mentha cervina L. 2010. 70 f. Tese (Doutorado) &#8211; Curso de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais, Hinc Patriam Sustinet, Lisboa, 2010. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Silva, F. E. J.; Souza, E. A.; Silva, M. R.; Medeiros, V. F.; Silveira-Neto, A. A. \u00cdndice de infesta\u00e7\u00e3o do \u00e1caro Varroa destructor, em col\u00f4nias de abelhas Apis mellifera no munic\u00edpio de Marcelino Vieira-RN. In: Reuni\u00e3o Anual Da Sociedade Brasileira Para O Progresso Da Ci\u00eancia, 67., 2015. S\u00e3o Carlos. Anais. S\u00e3o Paulo: SBPC, 2015.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">Stor, Antonio Carlos et al. Study on Sineacar Effectiveness in Controlling Varroa jacobsoni. Apidologie, v. 12, n.3, p. 289-297,1981.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>INCID\u00caNCIA DO \u00c1CARO Varroa Destructor EM Apis Mell\u00edfera COM RAINHAS MODIFICADAS GENETICAMENTE E RAINHAS DE CAPTURA (DESCONHECIDAS). 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