Artigo


GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Dalbergia ecastaphyllum (L.) TAUBERT SOB DIFERENTES TEMPERATURAS

Vandira Pereira da Mata1 – Maria Angélica Pereira de Carvalho Costa2 – Daniel Vieira de Morais3 – Carlos Alfredo Lopes de Carvalho2 – 1 Engenheira Agrônoma, Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, Salvador-BA ([email protected]) – 2 Professor Associado da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/Campus Cruz das Almas-Brasil – 3 Graduando em Agronomia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/ Campus Cruz das Almas-Brasil.

RESUMO

Informações sobre as condições ideais para a propagação da maioria das espécies de plantas existentes no Brasil são insipientes, principalmente do gênero Dalbergia. Esse estudo teve como objetivo avaliar a influência de diferentes temperaturas nas fases da germinação de sementes de Dalbergia ecastaphyllum. O tratamento foi constituído de duas temperaturas (25ºC e 33ºC) em delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições de 25 sementes. A fase I para a fase II da germinação ocorre quando as sementes alcançam entre 37% a 43% de umidade.

A fase II inicia 24 horas após embebição. A fase III iniciou aos três dias a 33ºC e ao quinto dia a 25ºC. Temperaturas entre 20ºC e 33ºC não influenciam na porcentagem de germinação e índice da velocidade de germinação. O tempo médio de germinação está diretamente relacionado com o aumento da temperatura até 33º C.

Palavras-Chave: Dalbergia. Propagação, Rabo-de-bugio.

INTRODUÇÃO

O gênero Dalbergia pertence à familia Fabaceae, subfamília Faboideae, (DI STASI et al., 2002). Nativo das regiões tropicais da America Central e do Sul, África, Madagascar e sul da Ásia (INNOCENTE et al. 2010), reúne 300 espécies (CARVALHO, 1997; VASUDEVA et al., 2009), sendo aproximadamente 39 destas de ocorrência no Brasil (CARVALHO, 1997), distribuídas em áreas representativas dos diferentes ecossistemas brasileiros, embora com domínios fitogeográficos na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica (LIMA, 2014).

Na Bahia o gênero é representado por 10 espécies,

D. nigra, D. decipulares, D. miscolobium, D. cearensis, D. acuta, D. foliolosa, D. glaucescens, D. catingicola, D. frutescens e D. ecastaphyllum (ROCHA, 2004).

A Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taubert tem como sinônimo Hedysarum ecastaphyllum L., Pterocarpus ecastaphyllum L., Ecastophyllum ecastophyllum (L.) Britton, Amerimnon ecastophyllum (L.) Standl (CARVALHO, 1997, FRANCIS, 2014; SILVA & TOZZI, 2011 ) sendo conhecida popularmente como rabo-de-bugio, rabo-de-macaco (SILVA et al., 2008), marmelo-do-mangue, marmeleiro-da-praia (CARVALHO, 1997) moeda-de-videira, entre outros (FRANCIS, 2014).

A espécie se distribui ao longo da costa do Continente americano, desde o sul da Flórida (EUA) ao sul do Brasil, assim como na costa ocidental da África. Sua ocorrência é quase sempre associada a leitos de rios e manguezais onde é dominante, reunindo um emaranhado de raízes, ramos e caules que auxiliam na fixação da areia. Pode ocorrer também em vegetação da costa seca e solos arenosos como um arbusto ou arvoreta, embora este fato não seja comum. No Brasil encontra-se predominante em manguezais, Mata Atlântica e área de restinga (SOUZA, 2010). É a principal fonte de resina para a produção da própolis vermelha brasileira (SILVA et al., 2008), sendo também bastante utilizada na recuperação de áreas degradadas, sobretudo de restinga e manguezais.

A utilização de sementes é a maneira mais usual de propagação, sendo também considerada mais fácil e econômica do que a propagação vegetativa (SILVEIRA et al., 2002). Entretanto, as características da germinação das espécies nativas são pouco conhecidas, e apenas 276 espécies florestais e arbustivas, apresentam especificações para a germinação. Frente à alta biodiversidade das florestas neotropicais, este número é muito pequeno (FERRAZ & CALVI, 2010), não sendo registrado dados referente à Dalbergia ecastaphyllum.

Sementes de espécies de clima tropical e subtropical apresentam um potencial germinativo melhor em temperaturas que variam de 20 a 30ºC, ao contrário daquelas de clima temperado, que requerem temperaturas mais baixas (MACHADO, 2010). A capacidade germinativa ocorre em limites bem definidos de temperatura, o que determina a sua distribuição geográfica (GUEDES & RODDRIGUES, 2010).

A influência do efeito da temperatura na germinação de sementes tem sido relatada para várias espécies. Temperatura constante de 30 °C foi a mais adequada para a germinação de Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (ROSSETO et al., 2009), Amburana cearensis (All.) A.C. Smith, (GUEDES et al., 2010), Mimosa aculeaticarpa var. biuncifera (PÁVON et al., 2011) e Clitoria fairchildiana R. A. Howard, (ALVES, et al. 2013), Peltophorum dubium (Spreng.) (ALVES et al. 2011);

25º C e 30º C para Dioclea violácea, (CÂMARA et al., 2008), Diptychandra aurantiaca, (ZUCARELI et al., 2010), Parkia pendula (Willd.) Benth. ex Walp. (NOGUEIRA et al., 2012), Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke (OLIVEIRA et al., 2013); 25 ºC para Parapiptadenia rígida (MONDO et al., 2008), Caesalpinia ferrea (FONSECA & JACOBI 2011) e 35 ºC para Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit (Mimosoideae) e Caesalpinia. Pulcherrima (FONSECA & JACOBI, 2011).

As variações de temperatura afetam a velocidade, a porcentagem e a uniformidade de germinação, sendo considerada como ótima a temperatura que possibilite a combinação mais eficiente entre a velocidade e a germinação final (MARCOS FILHO, 2005.)

Segundo BORGHETTI (2004) a germinação das sementes é constituída de três fases. A fase I é conhecida como fase da embebição, e caracterizada fisiologicamente pela aquisição de água pelas sementes, aumento do processo respiratório e início da degradação das substâncias de reservas, enquanto, na fase II ocorre um transporte ativo das substâncias presentes na fase anterior para os tecidos meristemáticos e redução da velocidade de embebição. A fase III é caracterizada pela emissão da raiz primária e pelo crescimento da plântula, com a retomada da velocidade de absorção de água.

Embora sejam registrados na literatura trabalhos com germinação de sementes para o gênero Dalbergia, praticamente não existem resultados de pesquisa acerca do processo germinativo para a espécie Dalbergia ecastaphyllum (L.) TAUB. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de diferentes temperaturas nas fases da germinação de sementes desta espécie.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no Laboratório de Recursos Genéticos Vegetais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, em Cruz das Almas, BA. Frutos maduros de Dalbergia ecastaphyllum foram coletados em plantas, próximo a manguezais, no mês de fevereiro de 2013, localizadas no município de Jaguaripe-BA. Os frutos foram acondicionados em sacos de papel e armazenados em condições de laboratório (25ºC ± 2ºC), até a realização dos experimentos.

As sementes foram separadas manualmente, selecionadas, retirando-se as quebradas, trincadas e furadas, para a determinação do grau de umidade inicial. Foram utilizadas quatro repetições de 25 sementes por meio de estufa a 105 ± 3°C por 24 horas, conforme LIMA Jr et al. (2010).

Determinado o grau de umidade inicial, as sementes foram colocadas em caixas de germinação (‘gerbox’) de plástico transparente de 11x11x 3,5 cm, entre papel germitest plissado e umedecido com água destilada, na quantidade de 2,5 vezes o peso do papel (BRASIL, 2009), e acondicionadas em incubadora do tipo B.O.D, sob temperaturas constantes de 25º C e 33 ºC e fotoperíodo de 12 horas de luz, em quatro repetições de 25 sementes.

Decorrido o período de 2 horas, as sementes foram retiradas dos ‘gerbox’ e pesadas, em balança analítica (precisão de 0,001 g), tomando-se o cuidado de retirar, antes da pesagem, o excesso de água presente na superfície das sementes, com o auxílio de papel-toalha seco e colocadas novamente nas caixas de germinação. Este procedimento foi realizado a cada duas horas, durante um período de 12 horas. Após este período, o procedimento foi repetido a cada 12 horas até a estabilização do peso.

Para a realização da curva de aquisição de água durante as fases da germinação foi considerado o teor de água calculado de forma indireta, baseando-se no teor de água inicial das sementes e o peso úmido destas nos diferentes intervalos, e no grau de umidade obtido antes da imersão das sementes nos tratamentos (Tempo=0), após duas horas de imersão e assim sucessivamente, até que as sementes atingissem peso constante. Os resultados foram expressos em conteúdo de água (g) por peso fresco e porcentagem de água presente nas sementes (grau de umidade) em relação à massa da matéria seca inicial, na forma de gráfico.

Para o estudo da germinação o delineamento experimental foi inteiramente casualizado, contendo dois tratamentos (temperaturas: constantes de 25°C e 33°C), com quatro repetições de 25 sementes por parcela. Foram consideradas germinadas as sementes que apresentaram raiz primária com aproximadamente 2 mm de comprimento, segundo HADAS (1976).

A contagem do número de sementes germinadas foi realizada diariamente durante trinta dias depois da instalação do ensaio. Para os dados de porcentagem de germinação, foram ajustadas curvas de regressão para cada temperatura. Para o índice de velocidade de geminação (IVG) foram realizadas contagens diárias, durante 30 dias, das sementes germinadas e, o índice calculado conforme a fórmula IVG= G1/N1+G2/N2+…Gn/Nn, onde, G1, G2 e Gn = número de sementes germinadas, computadas na primeira, segunda e última contagem ; N1, N2, Nn = número de dias de semeadura à primeira, segunda e última contagem (MAGUIRE, 1962). O tempo médio de germinação foi calculado de acordo com a fórmula proposta por LABOURIAU (1983): t=Σnix ti/ Σn, onde t= tempo médio de germinação; ni= número de sementes germinadas num intervalo de tempo, n= número total de sementes germinadas, ti= dias de germinação.

Para os dados da porcentagem de germinação final, foi utilizada a transformação raiz de (x+0,05), porém os dados apresentados são originais (não transformados) para melhor entendimento (GOMES, 2000).

Os dados foram submetidos à análise de variância e regressão polinomial e as médias comparadas pelo teste Scott knott, no nível de significância de 5% de probabilidade utilizando o software Statistical Analysis System – SAS 9.0 (SAS INSTITUTE, 2012).

Para escolha do modelo de regressão que melhor se ajustasse aos dados observados, levou-se em consideração o fato de o desvio da regressão ser não significativo e o modelo de maior ordem apresentar grau significativo e, por último, o valor do coeficiente de determinação (R2).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

germinacao de sementes

FIGURA 1. Quantidade de água adquirida pelas sementes de Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taub., em cada momento de avaliação em diferentes temperaturas.

A aquisição de água em sementes de Dalbergia ecastaphyllum iniciou logo na primeira hora de contato das sementes com o substrato úmido e se estendeu até às 108 horas, independentemente da temperatura, indicando uma boa permeabilidade do tegumento, embora a maior velocidade de embebição tenha ocorrido à temperatura de 33°C. Observou-se que não houve uma relação direta entre tempo e a velocidade de embebição. No período de 2 a 12 horas ocorreu maior velocidade de embebição, com tendência à estabilidade, entre 24 a 48 horas, seguido de um novo incremento (Figura 1).

A temperatura influencia a germinação tanto por interferir no processo de hidratação de água pelas sementes, como em uma série de processos químicos (CARVALHO & NAKAGAWA, 2000). Segundo MARCOS FILHO (2005) a elevação da temperatura provoca redução na viscosidade e aumento na energia cinética da água, consequentemente aumentando a velocidade de embebição e do metabolismo das sementes.

Baseado no comportamento da curva de absorção de água observa-se que as sementes de Dalbergia ecastaphyllum apresentam permeabilidade à água, e que as fases I e II da aquisição de água são bem definidas, independentemente da temperatura.

germinacao de sementes

FIGURA 2. Grau de umidade de sementes de Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taub., em cada momento de avaliação em diferentes temperaturas.

A fase I foi completada em torno das 18 horas, quando as sementes apresentaram teor de umidade de 37%, temperatura de 25 ºC, e 43%, temperatura de 33ºC, correspondendo a um incremento de 72% e 100% em relação à umidade inicial. A fase II iniciou 24 horas após embebição, independentemente da temperatura de incubação das sementes. Entretanto, a duração da fase foi influenciada pela temperatura. A 33 °C a fase foi curta, finalizando às 48 horas, e as sementes alcançaram 47% de umidade, enquanto que aos 25 ºC este período foi concluído com 96 horas, (Figura 2), portanto, com maior duração, reiterando que a temperatura de 33ºC acelerou a velocidade de embebição.

Resultados semelhantes foram relatados por CELSO JUNIOR et al. (2006), em Dalbergia miscolombiun Benth, onde a fase I durou aproximadamente 21 horas, após as sementes apresentarem 200% de umidade em relação ao peso fresco inicial, e a fase II 72 horas, sob temperatura de 30 ± 0,5º C. DANTAS et al. ( 2008) em estudo realizado com a Caesalpinia pyramidalis Tul., verificaram que a fase I durou 24 horas e a II 27 horas. RODRIGUES et al. (2008) em sementes de salsa observou que a fase II, quando as sementes foram embebidas a temperatura de 25ºC, iniciou-se entre 64,6 e 73,0 horas. Já para a embebição em temperatura de 30ºC, a fase II iniciou-se entre 59,7 e 93,3 horas. RODRIGUES JUNIOR (2013) avaliando a curva de embebição de Senna multijuga, concluiu, que a fase I ocorreu às 12 horas e a fase II entre 12 a 36 horas, à temperatura de 25°C. Embora a Dalbergia ecastaphyllum, tenha apresentado comportamento semelhante quanto à presença da fase I e II no processo de embebição, em relação às culturas supracitadas, observou-se pequena variação na duração de cada fase.

Segundo MANTOAN et al., (2012) a duração de cada fase do processo de embebição é altamente influenciada pelas propriedades das sementes, sobretudo pelo tamanho, peso e teor de água natural, onde quanto menores forem os valores para essas variáveis, menor tende a ser o tempo de embebição das sementes.

germinacao de sementes

FIGURA 3. Porcentagem de Germinação acumulada de sementes de Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taub., submetidas a diferentes temperaturas.

A fase III iniciou aos 3 dias após incubação das sementes em substrato úmido, para temperatura de 33ºC (60 horas) e ao 5º dia à temperatura de 25 º C, (108 horas), Figura 3, momento em que as sementes alcançaram aproximadamente 54% de umidade (Figura 2), correspondendo a um percentual médio de germinação de 71% e 51%, respectivamente. Estes resultados sugerem que devido à sua rápida embebição e protrusão radicular, independente da temperatura, as sementes não apresentam dormência tegumentar e/ou fisiológica.

Observou-se que a germinação distribuiu-se de diferentes formas ao longo do tempo nas temperaturas testadas (Figura 3), com pico germinação aos 18 dias, independentemente da temperatura. Embora após este período ocorresse a menor porcentagem de sementes germinadas a temperatura de 33ºC.

Os tratamentos apresentaram desempenhos semelhantes em Dalbergia nigra Fr. All.ex (ANDRADE et al. 2006), BRAZ et al. (2009), CARRIJO et al. (2010) e Dalbergia cearensis Ducke (NOGUEIRA et al. 2010) que verificaram a emergência da radícula entre três e oito dias da germinação, sob temperatura que variaram de 20 a 30º C.

As sementes de Dalbergia ecastaphyllum germinaram nas temperaturas de 25 oC (80%) e 33oC (60%), não havendo diferença estatística no porcentual médio de germinação e índice de velocidade de germinação. Observou-se o efeito da temperatura apenas em relação ao tempo médio de germinação. Com 3,97 dias-1 , temperatura de 33ºC, e 6,25 dias-1 , temperatura de 25ºC (Tabela 1). Tal fato confirma o relato de CARVALHO & NAKAGAWA (2000) que, na germinação das sementes, o fator temperatura afeta o processo germinativo de maneiras distintas, sobre o total de germinação, a velocidade de germinação e a uniformidade da germinação. Tabela 1

Estes resultados podem ser corroborados por FERRAZ-GRANDE & TAKAKI (2001) ao verificaram que a germinação de sementes de Dalbergia nigra Allem ocorreu na faixa de temperatura entre 10 a 45ºC, porém a maior porcentagem de germinação foi constatada ente 25 a 30ºC (100%). NOGUEIRA et al. (2012) relataram que a faixa ótima de temperatura entre 25 e 30ºC possibilitou alta germinabilidade e menor tempo médio de germinação para sementes de Luetzelburgia auriculata (Alemão) Ducke – Fabaceae. Temperatura de 25 °C proporcionaram maiores valores de porcentagem, velocidade de germinação e desenvolvimento de plântulas em Piptadenia moniliformis Benth, (AZERÊDO et al. 2011) . Para sementes de Clitoria fairchildiana a maior porcentagem de germinação e índice de velocidade de germinação ocorreram à temperatura constante de 25 °C e 30 °C (ALVES, 2013).

CONCLUSÕES

Sementes de Dalbergia ecastaphyllum (L.) Taub. apresentaram padrão trifásico da germinação bem definidos. A mudança da fase I para a fase II da germinação ocorre quando as sementes alcançam teor de umidade entre 37% a 43%.A fase II inicia 24 horas após embebição, sendo a duração desta fase mais curta à temperatura de 33ºC.

A germinação (fase III) iniciou no terceiro dias após incubação das sementes à temperatura de 33ºC e ao quinto dia à temperatura de 25 º C.Temperaturas entre 25ºC e 33º não influenciam na porcentagem de germinação e índice da velocidade de germinação.O tempo médio de germinação está diretamente relacionado com o aumento da temperatura até 33º C.

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